<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053</id><updated>2012-01-18T07:38:54.881-08:00</updated><category term='ao longo do dia'/><category term='Ao sol'/><category term='ao longo dos dias.'/><category term='Fim das lindas tardes alaranjadas...vento forte'/><category term='que me brinda com diversas tonalidades de amarelo e laranja'/><title type='text'>cultura da palavra</title><subtitle type='html'>Este é um espaço em que a palavra detém o poder. 

As palavras me tomam e se constituem em discurso, traduzindo as imagens que minha mente constrói e reproduz.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>87</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-1213936262058088861</id><published>2012-01-18T07:38:00.000-08:00</published><updated>2012-01-18T07:38:54.893-08:00</updated><title type='text'>Responsabilidade social X Legislação</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;Creio que o futuro&amp;nbsp;de uma sociedade sustentável é a ausência de legislação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, para que serviriam regras de âmbito mais amplo, se os princípios e valores que as pessoas compartilham são os mesmos? Os indivíduos desta sociedade não precisariam de um "big brother" vigiando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste modelo de sociedade, cada um teria introjetados esses valores e princípios e, assim, as leis de convivência seriam desnecessárias...a priori.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veremos por qual rumo todo esse esforço sustentável nos encaminha...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-1213936262058088861?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/1213936262058088861/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2012/01/responsabilidade-social-x-legislacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/1213936262058088861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/1213936262058088861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2012/01/responsabilidade-social-x-legislacao.html' title='Responsabilidade social X Legislação'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-6908639742818858862</id><published>2011-09-19T09:18:00.000-07:00</published><updated>2011-09-19T09:18:49.253-07:00</updated><title type='text'>A garota higiu-jitsu</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-EIxvOk5FGiI/TndrKIPKKII/AAAAAAAAAMM/-msdG3dluRM/s1600/higiu.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" rba="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-EIxvOk5FGiI/TndrKIPKKII/AAAAAAAAAMM/-msdG3dluRM/s320/higiu.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;Esta é a história de uma garota que sempre usava o banheiro quando a vontade estava no limite e quando não havia tempo para fazê-lo. Isso eram segundos:&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;- Antes de uma reunião importante de trabalho;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;- Antes de pegar o avião;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Antes de saltar de para-quedas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;- Antes da noiva entrar na Igreja;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;- Antes de iniciar o filme no cinema...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, certo dia, Sirlene foi convidada para ir ao cinema com um “gatinho” do trabalho, para assistir o filme de estreia do mês. Aqueles nos quais se formam filas até para comprar balas a R$10,00 a caixinha - que não custa mais do que R$3,00 na padaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-_fsqyMOyaEk/TndrOfW0PiI/AAAAAAAAAMQ/IftTyXebvus/s1600/higiu+2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" rba="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-_fsqyMOyaEk/TndrOfW0PiI/AAAAAAAAAMQ/IftTyXebvus/s320/higiu+2.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Num clima de muito romance, Sirlene e seu “gatinho” chegaram ao shopping. O garoto, gentil, abriu a porta do carro, e saíram caminhando, escadas rolantes, corredores a fio, apenas trocando carícias, de mãos dadas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Chegaram à FIIIIILA do cinema. E esperaram. Como estavam curtindo a companhia, o tempo de fila foi bastante agradável. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de uns 10 minutos, Sirlene começou a sentir uma pressãozinha na bexiga, mas como era de praxe, ignorou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compraram o ingresso quando já faltavam cinco minutos para iniciar a sessão. E, então, Sirlene apertou a mão do “gatinho” e, com aquela cara de pânico e um sorriso amarelo falou: “Piciso i ao toalete”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Você deve estar pensando: “A autora do texto é preconceituosa e está colocando estereótipos de fala para identificar o personagem”. E eu respondo: “Nãããão. É que a Sirlene tinha este probleminha: toda vez que ficava muito apertada para ir ao banheiro não conseguia pronunciar “R” algum”. Alguém que tivesse uma linguagem “chula” como esta jamais diria “toalete”.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Mas, seguindo com a história...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, o garoto respondeu: “Claro, eu também vou”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dedos das mãos se desentrelaçaram e cada um seguiu seu curso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sirlene seguiu em frente, olhando para trás até ter certeza de que o “gatinho” não podia mais vê-la. E então apertou o passo e o espaço entre as pernas (bem torneadas pelos treinos de luta) e seguiu apressada até o banheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando lá chegou, claaaaro que havia uma fila. Mas eram só duas meninas na sua frente. Ela respirou fundo e resolveu olhar o celular para se distrair. Mas não havia o que olhar, sem mensagens, sem notações, nada. Tudo o que podia pensar era no ínfimo orifício que a pressão interna desejava abrir. E, suas pernas, insistiam, discretamente, em fechar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram os dois minutos mais longos vividos por Sirlene.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, então, finalmente, um banheiro liberado, só para ela. Deu uma corridinha sobre o salto “Anabela” e com dificuldade para encaixar o pininho no buraco, fechou a porta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bolsa no “protótipo de mancebo”, baixou as calças e se agachou, sem tocar no vaso. Uma mão na parece e a outra no papel higiênico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roda para baixo... E, nada. Roda para cima, e nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O papel higiênico neste banheiro era aquele rolão, tipo atacado, que fica escondidinho dentro de um acrílico fosco, très chic. E, de novo, rola para baixo, rola para cima, e, naaaaada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aflita, Sirlene passou a mão violentamente rolando para baixo e, de repente, uma quantidade imensa de papel começou a sair, incessantemente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sirlene soltou a outra mão da parede e, agachada, tentando se equilibrar no “Anabela 15”, ainda pingando, colocou as duas mãos para tentar parar o movimento do rolo e aquele marrrr de papel. Fez movimentos de karatê, kung fu e, finalmente, quando aplicou as técnicas de jiu-jitsu, o rolo parou de rodar. Ufffffa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, o garoto esperava ansioso em frente à porta do banheiro feminino, olhando para o relógio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sirlene saiu daquele ínfimo espaço e seguiu para lavar as mãos sem olhar para trás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabonete, água, secador... e ela seguiu para a porta de saída, seguida por uma série de meninas. Finalmente, ela conseguira. Aliviada, ela abriu a porta do “toalete” e sem ter tempo de disfarçar a cara de “ufa”, avistou o “gatinho” olhando para ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma mão na porta, um sorriso amarelo, e as meninas saindo atrás dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste momento, o garoto deixou seu sorriso amarelo para olhar para baixo e, embora tenha sido rápido para dizer a frase que se segue, não pôde evitar a tragédia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Tem um pap...” E, no instante preciso em que ele pronunciaria o “el”, Sirlene foi puxada para dentro do banheiro e a porta de mola se fechou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois deste dia, não se soube mais de Sirlene.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que se sabe é que o “gatinho” foi fazer uma reclamação formal à administração do shopping, que, diante da pressão, decidiu trocar os rolos de papel, por aqueles papéis higiênicos que parecem lenços que saem em um dispenser vertical. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O garoto... se elegeu vereador. E Sirlene ficou para a história dos banheiros de shopping como a “garota do higiu-jitsu – na época em que os papéis ainda vinham em rolos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-6908639742818858862?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/6908639742818858862/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2011/09/garota-higiu-jitsu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/6908639742818858862'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/6908639742818858862'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2011/09/garota-higiu-jitsu.html' title='A garota higiu-jitsu'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-EIxvOk5FGiI/TndrKIPKKII/AAAAAAAAAMM/-msdG3dluRM/s72-c/higiu.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-2664580570041635400</id><published>2011-09-11T08:27:00.001-07:00</published><updated>2011-09-11T08:27:35.745-07:00</updated><title type='text'>11 de setembro, mídia, memória, apego e os mitos</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;Tomo a liberdade de citar um sútra – ou mensagem – de Pátañjali, codificador do Yôga Clássico, quem se acredita ter vivido por volta do séc. III a.C, período clássico da Índia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A serenidade da consciência é obtida mediante o cultivo da amizade, compaixão, alegria e indiferença, respectivamente aos que são felizes, infelizes, bons e maus”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(retirado de Yôga Sútra de Pátañjali, autor da transliteração: DeRose)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você deve estar pensando: e o que este sútra tem a ver com o 11 de setembro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando presencio, repetidamente, ano após ano, os governos e a mídia colocarem em evidência o ocorrido em 11 de setembro de 2001, seja em âmbito mundial, seja em âmbito municipal, quando se trata da cidade de Campinas-SP (quem mora aí sabe do que estou falando), sinto-me incomodada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não quero julgar se as pessoas que morreram naquele dia merecem ou não ser lembradas, apenas entendo que devemos, como citou Pátañjali na mensagem acima, ser “indiferentes aos maus”. Quando esta autoridade para a filosofia do Yôga na Índia promulgou esta afirmação, ele tinha plena consciência do poder do reforço da memória, tanto para o bem quanto para o mal. Quando nos dispomos a lembrar daqueles que se foram naquela data, somos impelidos, obrigados como indivíduos, ou como mídia, a trazer à tona tudo o que ocorreu e o sentimento agregado aos fatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E este processo nada tem de construtivo. A sociedade se reúne para sofrer, invés de utilizar esta energia para construir algo bom e necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deveríamos ser indiferentes, porque quando damos importância a algo ruim, aos maus, sejam pessoas ou fatos, deixamos de valorizar os bons e o bem. Nós nos apegamos às pessoas que não voltam e à realidade que passou. Criamos um mito no sentido original, dispendendo tempo, dinheiro e outras energias para “celebrar”, reviver uma circunstância. E isso reforça os sentimentos de raiva, de tristeza, de decepção, de vingança e outros, que tenham surgido naquela data. As pessoas revivem, ano a ano, essas emoções e, embora haja exceções, muitas delas se aprisionam nesta emocionalidade e cultivam esta melancolia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos sim lembrar os que se foram, mas não importa o “como se foram” (sempre haverá um “como”), importa o que eles deixaram como legado, que seja promissor para aqueles que ficaram. Importa o que de bom e de feliz pode ser recordado como forma promover a felicidade dos que ainda vivem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a mídia não precisa tornar esta lembrança – que seria particular de cada indivíduo envolvido no acontecimento de alguma forma – em lembrança coletiva. O fato em si já teve impacto de grandes proporções na vida de toda a sociedade moderna, na história desta civilização. No entanto, não precisamos reviver e cultivar sentimentos tão pouco nobres, que minam nossas realizações e saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando uma circunstância é revivida muitas vezes ela se torna um “mito”, e o mito nada mais é do que uma referência de comportamento, de atitudes, de formas de viver e de se relacionar. É a partir dele que se criam os arquétipos, ou modelos de ação, para toda a humanidade, presente ou futura. (Leia mais sobre isso em “Os arquétipos e o insconciente coletivo”, de Carl Jung, Ed. Vozes).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, proponho que revivamos momentos felizes e bons, conscientemente, mais do que momentos ruins e infelizes. Para que nossas referências, nossos arquétipos – que geram nossas ações impulsivas – possam promover cada vez mais, nos ambientes em que frequentamos e vivemos, alegria, felicidade, saúde, satisfação, bem-estar, tranquilidade etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece idealismo, mas escolher o que vamos pensar e lembrar, é tão simples quanto o nosso escovar os dentes do dia após dia, segue os princípios da vontade e da repetição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aline Daher&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-2664580570041635400?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/2664580570041635400/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2011/09/11-de-setembro-midia-memoria-apego-e-os.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/2664580570041635400'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/2664580570041635400'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2011/09/11-de-setembro-midia-memoria-apego-e-os.html' title='11 de setembro, mídia, memória, apego e os mitos'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-7575691109091287944</id><published>2011-07-26T08:18:00.000-07:00</published><updated>2011-07-26T08:18:36.511-07:00</updated><title type='text'>Acreditar na sua percepção</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div closure_uid_f1r7oa="118"&gt;Quando vejo um vídeo, uma palestra como a que está a seguir, fico pensando: a ciência está comprovando tudo o que já sabemos, mas não somos capazes de constatar teorias. Podemos, sim, perceber claramente o que está ocorrendo quando sorrimos, só não temos nomes científicos para dizer que, &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;strong&gt;provavelmente&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;, sorrir mais evitaria muita insatisfação e a ingestão de quilos de alimentos, medicamentos e outras substâncias prejudiciais à saúde. Nosso corpo realmente sabe, como afirmou o médico Vernon Colem&lt;a href="http://www.blogger.com/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span id="goog_1891350845"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="goog_1891350846"&gt;&lt;/span&gt;an.&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_f1r7oa="118"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_f1r7oa="118"&gt;Veja e leia nos links abaixo. Fantáaaaastico!&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_f1r7oa="118"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_f1r7oa="118"&gt;&lt;a href="http://www.ted.com/talks/lang/por_br/ron_gutman_the_hidden_power_of_smiling.html"&gt;http://www.ted.com/talks/lang/por_br/ron_gutman_the_hidden_power_of_smiling.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_f1r7oa="222"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/diversos/opinioes-de-um-medico-ingles-sobre-as-falhas-da-medicina/"&gt;Seu corpo sabe&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É incrível, como se observarmos com atenção, tudo realmente se conecta perfeitamente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-7575691109091287944?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/7575691109091287944/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2011/07/acreditar-na-sua-percepcao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/7575691109091287944'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/7575691109091287944'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2011/07/acreditar-na-sua-percepcao.html' title='Acreditar na sua percepção'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-2350070790201936094</id><published>2011-07-25T04:42:00.000-07:00</published><updated>2011-07-25T04:42:53.001-07:00</updated><title type='text'>Sustentabilidade e autoconhecimento</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div closure_uid_xr73iy="112"&gt;A cada nova leitura, torna-se cada vez mais difícil crer na sustentabilidade sem autoconhecimento.&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_xr73iy="112"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_xr73iy="112"&gt;Autoconhecimento como processo de compreensão de como tudo funciona e se interrelaciona. Autoconhecimento como a expansão da consciência para além do que chamamos ordinário, senso comum, trivial.&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_xr73iy="112"&gt;Autoconhecimento como meio para tornar-se altruísta e capaz de compreender esta trama de eventos, relacionamentos, pessoas, negócios, transações...&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_xr73iy="112"&gt;Autoconhecimento como fim de um processo de entendimento de que nenhum de nós é o centro desta teia, que o centro é apenas uma localização geográfica necessária para que nossa mente, racional, cartesiana, possa assimilar o mundo em nós e fora de nós.&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_xr73iy="112"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_xr73iy="112"&gt;A proposta de uma sociedade sustentável nos impele a questionar nosso papel nesta teia e, então, nos obriga a compreender as questões que civilizações carregam há séculos: quem somos? de onde viemos? para onde vamos?&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_xr73iy="112"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_xr73iy="112"&gt;Essas são as questões do "dia a dia sustentável".&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_xr73iy="112"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_xr73iy="112"&gt;E, claro, que mais importante do que respondê-las teoricamente, é agir no que aparentemente insignificante, pode dar sentido a toda uma existência.&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_xr73iy="112"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_xr73iy="112"&gt;Nada se compara à experiência. E nenhum aprendizado ou comportamento novo provém de teorias. E como já descrevi em outros textos: o princípio maior da sustentabilidade - expresso nos ciclos da Natureza - é a mudança, a transformação constante. Assim, não é possível mudar sem experimentar novas ações, novos pensamentos, novas palavras... Não é possível ser sustentável sem mudança...e o que é o autoconhecimento senão este processo de evolução que nos conduz na direção da lucidez, da compreensão ilimitada?&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_xr73iy="112"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_xr73iy="112"&gt;Experimente esses conceitos em:&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_xr73iy="112"&gt;Mudança das percepções, da consciência, do comportamento humano: &lt;strong&gt;What a bleep do we know - Discovering the endless possibilitie for altering your everyday reality - William Arntz, Betsy Chasse and Mark Vincent.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_xr73iy="112"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_xr73iy="112"&gt;Aprendizado organizacional: &lt;strong&gt;Liderança em Organizações Vivas, de Peter Senge, publicado em Leading Beyond the Walls, The Drucker Foundation, 1999, F Hesselbein, M. Goldsmith, I. Somerville, Eds.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_xr73iy="112"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_xr73iy="112"&gt;Autoconhecimento, hiperconsciência (smádhi, em sânscrito, língua morta da Índia Antiga): &lt;strong&gt;Tratado de Yôga, DeRose, Ed. Nobel.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-2350070790201936094?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/2350070790201936094/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2011/07/sustentabilidade-e-autoconhecimento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/2350070790201936094'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/2350070790201936094'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2011/07/sustentabilidade-e-autoconhecimento.html' title='Sustentabilidade e autoconhecimento'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-3025885314762539402</id><published>2011-03-05T11:32:00.000-08:00</published><updated>2011-03-05T11:32:26.025-08:00</updated><title type='text'>A diversidade dispersiva do capitalismo</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;O fundamento do capitalismo é a diversidade que estimula nossos sentidos e o caráter dispersivo de nossa mente. Nossa mente adora o novo e aquilo que por cores, formas, perfumes, harmonias, melodias, sabores, texturas&amp;nbsp;etc. cria nossa realidade perceptível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a realidade que vivemos na sociedade capitalista não nos leva ao autoconhecimento, ao contrário, estimula nossa infinita extroversão, uma vida "sensacional" por estimular nossos sentidos e nossos pensamentos numa diversidade, combinações e categorizações infinitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, mais, na maioria das vezes não tomamos consciência de quantos pensamentos desnecessários ou prejudiciais ao nosso bem-estar consomem tempo de trabalho de nossos neurônios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns filósofos da Antiguidade, tanto do Oriente quanto do Ocidente afirmam: somos o que pensamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que pensamos? Pensamos sobre o que vemos, cheiramos, comemos, sentimos, escutamos etc....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, os livros que você lê, os filmes que vê, a comida que come, as pessoas com quem convive - as quais tendemos a imitar - os cheiros que sentimos, toda nossa rotina e aquilo que estimula nossos sentidos e pensamentos, define quem somos, nossas atitudes, ações e palavras - além dos pensamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não estou negando o capitalismo, apenas sugerindo que tomemos consciência sobre o que nos influencia a viver uma vida qualquer ou a vida que queremos viver.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-3025885314762539402?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/3025885314762539402/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2011/03/diversidade-dispersiva-do-capitalismo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/3025885314762539402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/3025885314762539402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2011/03/diversidade-dispersiva-do-capitalismo.html' title='A diversidade dispersiva do capitalismo'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-8838033475418009061</id><published>2011-03-04T09:51:00.000-08:00</published><updated>2011-03-04T09:51:28.279-08:00</updated><title type='text'>Julgamentos, categorias: a verdade como ilusão</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;Já parou pra pensar quantas vezes a verdade, a prova científica, o conhecimento advindo de autoridades reconhecidas no nosso meio social fazem com que vivamos uma ilusão de que a vida é igual a esta verdade? E aí quando descobrimos que não é "só isso" ou não é "bem assim, nos frustramos. É o famoso desencantamento do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a realidade nada mais é do que um emaranhado caótico de perspectivas... e para não nos perdemos precisamos compreender os príncipios da vida e respeitar as regras mais fundamentais que nós mesmos criamos e legitimamos como fundamentais para uma convivência social harmônica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está mais próximo da "verdadeira verdade" aquele que é capaz de compreender que afirmações são perspectivas e que existem princípios que não podem ser mudados, caso contrário sua vida será dramaticamente afetada, podendo entrar em lógicas que justificam seus atos, mas que não geram felicidade, mas só ansiedade, aflição, insatisfação constante etc., em você e naqueles que convivem com você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é simples reconhecer a verdade e o conhecimento verdadeiro, mas é o esforço que nos tornará mais sustentáveis como indivíduos: respeitando a vida em todas as formas, compreendendo e respeitando&amp;nbsp;a integridade de si e do outro, observando a si e aprimorando-se continuamente, fazendo sua vida melhor e mais feliz, assim como dos que o rodeiam, dando o máximo de si por seu propósito de vida e sabendo que existem limites que você jamais poderá transpor sozinho, que há consequências que você não poderá evitar ou prever, que você terá sempre que estar disposto a assumir a responsabilidade por seus atos, e que quanto mais poder e conhecimento você tiver mais responsável você se tornará, que a honestidade está além de qualquer desejo que você queira satisfazer, que não é porque você tem poder e conhecimento que você pode disperdiçá-los à vontade, que tudo isso lhe tornará seu coração puro, lhe dará a alegria e entusiasmo que faz valer a pena qualquer vida, em qualquer circunstância ser vivida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto inspirado no livro Yôga Sútra, de Pátañjali - sistematizador do Yôga Clássico, ou Ashtánga Yôga.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-8838033475418009061?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/8838033475418009061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2011/03/julgamentos-categorias-verdade-como.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/8838033475418009061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/8838033475418009061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2011/03/julgamentos-categorias-verdade-como.html' title='Julgamentos, categorias: a verdade como ilusão'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-3548854519741190054</id><published>2011-02-27T04:53:00.000-08:00</published><updated>2011-02-27T04:53:36.415-08:00</updated><title type='text'>Pergunta do dia: Que tipo de gaivota você quer ser?</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-hs-2_f-_vHI/TWpIuKUCYxI/AAAAAAAAALc/_ZIotX-G_98/s1600/richardbach2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" l6="true" src="https://lh5.googleusercontent.com/-hs-2_f-_vHI/TWpIuKUCYxI/AAAAAAAAALc/_ZIotX-G_98/s200/richardbach2.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;Você pode ser uma gaivota qualquer...&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Ou você pode ser o 'Fernão Capelo Gaivota'!&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-3GPsNhBD9KU/TWpIzw9_FlI/AAAAAAAAALg/HEpSsQqfHKw/s1600/gaivota.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" l6="true" src="https://lh5.googleusercontent.com/-3GPsNhBD9KU/TWpIzw9_FlI/AAAAAAAAALg/HEpSsQqfHKw/s1600/gaivota.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-3548854519741190054?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/3548854519741190054/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2011/02/pergunta-do-dia-que-tipo-de-gaivota.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/3548854519741190054'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/3548854519741190054'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2011/02/pergunta-do-dia-que-tipo-de-gaivota.html' title='Pergunta do dia: Que tipo de gaivota você quer ser?'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh5.googleusercontent.com/-hs-2_f-_vHI/TWpIuKUCYxI/AAAAAAAAALc/_ZIotX-G_98/s72-c/richardbach2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-455308194144598737</id><published>2011-02-23T04:13:00.001-08:00</published><updated>2011-02-23T04:13:33.350-08:00</updated><title type='text'>Experiences from the outside</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;If you think about your life as if you're writting a book you can look at your daily routine from a different perspective. It will depends on the books - the romances more specifically - you've read till now that defines your ability of seeing and describing things, people and life.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Every time i think about a story that i must tell i start to look at the details around me, more conscious. It means that i increase my consciousness when i think about my life from the ouside of my self. At the same moment i'm able to apreciate life around me, and the whole world, more intensively, and possibly it will give me the opportunity of a better comprehension of all of it.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Try it. Try to write it, everything you see and fell. The experience is unique.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-455308194144598737?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/455308194144598737/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2011/02/experiences-from-outside.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/455308194144598737'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/455308194144598737'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2011/02/experiences-from-outside.html' title='Experiences from the outside'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-3436541383480584476</id><published>2011-02-22T08:31:00.000-08:00</published><updated>2011-02-22T08:32:25.108-08:00</updated><title type='text'>Palavras sábias de Paulo Freire</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;Só ensinamos quando há alguém aprendendo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-3436541383480584476?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/3436541383480584476/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2011/02/palavras-sabias-de-paulo-freire.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/3436541383480584476'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/3436541383480584476'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2011/02/palavras-sabias-de-paulo-freire.html' title='Palavras sábias de Paulo Freire'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-2104668829877236663</id><published>2011-02-22T08:29:00.000-08:00</published><updated>2011-02-22T08:29:59.184-08:00</updated><title type='text'>Compaixão X Pena II</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;Pensando mais a respeito da compaixão e da pena, percebi que o sentimento de pena vem quando nos acreditamos superiores àquele que sofre algo - alguma 'pena'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas no caso da compaixão - compartilhamos da "paixão" do outro que sofre, ou já compartilhamos algum dia - e assim nossa posição é mais empática - no sentido de que buscamos nos colocar na posição do outro - ou mesmo nos identificamos com o que ele vive hoje, e podemos compreendê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem compreensão não há compaixão e, sem compaixão, nos fechamos no nosso ego, nos nossos desejos e expectativas, naquilo que nos define hoje e que nos coloca, em alguns casos, nessa possibilidade de uma posição de superioridade em relação a outro ser humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, conscientes ou inconscientes, sabemos que a vida do ser humano na face da Terra, neste mundo material, respeita às mesmas regras e que não há um ser que seja superior ao outro, mas sim aqueles que entenderam que o mundo é uma rede de conexões diversas e infinitas, e que portanto seus atos, palavras e pensamentos têm inúmeras consequências para todos - em maior e menor&amp;nbsp;grau - e aqueles que só veem o que está diante de seu umbigo e considera desastre inesperado ou milagre tudo o que ocorre em sua vida ou na do outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A compaixão é um sentimento nobre, neste sentido, e nos faz ver-nos de fora, ao olhar para o outro,&amp;nbsp;mudando nossa&amp;nbsp;perspectiva.&amp;nbsp;E, assim,&amp;nbsp;aprendemos a ser mais humildes e solidários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por enquanto... a reflexão para por aqui...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-2104668829877236663?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/2104668829877236663/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2011/02/compaixao-x-pena-ii.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/2104668829877236663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/2104668829877236663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2011/02/compaixao-x-pena-ii.html' title='Compaixão X Pena II'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-8432607640877205856</id><published>2011-02-14T02:22:00.000-08:00</published><updated>2011-02-14T02:22:24.456-08:00</updated><title type='text'>Café Filosófico CPFL – A educação – Viviane Mosé</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;Este vídeo é fantástico! Claro! Triste, mas motivador!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://0.gvt0.com/vi/crIzDuxh6Ug/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/crIzDuxh6Ug&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/crIzDuxh6Ug&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-8432607640877205856?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/8432607640877205856/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2011/02/cafe-filosofico-cpfl-educacao-viviane.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/8432607640877205856'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/8432607640877205856'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2011/02/cafe-filosofico-cpfl-educacao-viviane.html' title='Café Filosófico CPFL – A educação – Viviane Mosé'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-5296756332715889403</id><published>2011-02-10T07:53:00.000-08:00</published><updated>2011-02-10T07:53:43.348-08:00</updated><title type='text'>Ano novo....quase antigo</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;Nossa, na era em que estamos, chegamos a ficar constrangidos de ter um blog tão desatualizado.&lt;br /&gt;Será a loucura da vida real ou a ausência do que dizer. Tudo se mistura e não leva a conclusão alguma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que o "filho pródigo sempre à casa volta" E cá estou e hoje vou citar um tema que surgiu numa conversa com minha mãe:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sinta pena, disse eu. Sinta compaixão. Porque a compaixão é a forma de admitir que todos somos passíveis de passar por momentos e situações de sofrimento e compartilhamos dessa condição de estar no mundo em que vivemos. Mas a compaixão permite um distanciamento do sofrimento do outro, quando você não pode fazer nada para ajudá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas sentir pena é sofrer junto com o outro e se envolver no problema dele a tal ponto que você se perde e torna-se mais um para alguém se compadecer...ou sentir pena!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pena leva o ser que observa ao mesmo estado do observado, além de nada poder fazer para ajudar, ainda se torna mais uma vítima deste "mundo cruel"... E a vida não se resume a isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aline.2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-5296756332715889403?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/5296756332715889403/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2011/02/ano-novoquase-antigo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/5296756332715889403'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/5296756332715889403'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2011/02/ano-novoquase-antigo.html' title='Ano novo....quase antigo'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-7407453977916696160</id><published>2010-11-17T02:32:00.000-08:00</published><updated>2010-11-17T02:32:07.274-08:00</updated><title type='text'>Concerto: Coral Campinas e Camerata Anima Antiqua</title><content type='html'>O espetáculo, que será realizado no dia 24 de novembro, às 20h30, na Paróquia Divino Salvador, terá em sua programação a primeira&amp;nbsp; execução, na íntegra e na cidade de Campinas, do Réquiem de 1809 do &lt;br /&gt;Pe. José Maurício Nunes Garcia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/TOOuuhFbkNI/AAAAAAAAALQ/HZygOhd7vRY/s1600/Co.Ca.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="180" px="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/TOOuuhFbkNI/AAAAAAAAALQ/HZygOhd7vRY/s320/Co.Ca.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Legenda da foto: Coral Campinas em apresentação na Paróquia Divino Salvador (2010).&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;﻿“Além de ser a primeira vez que se apresenta a íntegra desse réquiem em Campinas, é importante enfatizar o quão pouco ele é feito. Há execuções mais frequentes de outros réquiens do Pe. José Maurício, mas deste em especial não. Inclusive, deste réquiem, existe apenas uma gravação, e muito antiga. Será um privilégio àqueles que puderem assistir ao vivo”, afirma o regente atual do Co.Ca e mestrando pela UNICAMP, Rafael Garbuio. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A preparação e execução pública desta obra pelo Coral Campinas é o resultado de um trabalho de pesquisa e ensaio iniciado em Fevereiro de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com repertório renascentista e de música sacra, o espetáculo, que terá entrada franca, é uma oportunidade para os campineiros apreciarem o canto coral em diferentes facetas. O Coral Campinas (Co.Ca) é um coro amador, sendo um dos mais antigos da cidade. E a Camerata Anima Antiqua é um coro profissional de cantores provenientes dos cursos de graduação e pós-graduação em música da Unicamp, principalmente das áreas de canto e regência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Programa completo da apresentação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Camerata&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ave Maria - Josquin De Pres&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Responsórios para o Sábado Santo - Carlo Gesualdo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;. Sicut ovis ad occasionem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;. Jerusalem, surgem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;. Plange quasi virgo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Magnum Mysterium - Tomás Luis de Victoria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lulla, Lullaby - William Byrd&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Co.Ca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Immutemur Habitu - José Mauricio Nunes Garcia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Missa de Requiem - José Maurício Nunes Garcia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre os coros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Coral Campinas foi fundado em 1984. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1994, foi denominado como entidade jurídica sem fins lucrativos, sendo reconhecido como um órgão de utilidade pública municipal em Campinas, pela Lei nº 8.177/1994. Ao longo dos anos, o Co.Ca passou por inúmeras mudanças de regência, formação do grupo e repertório. Apresentou-se em diversos eventos e concertos no Estado de São Paulo e em outros. Em 2003, o Coral passou por uma grande renovação em seu grupo e trabalha, atualmente, com um repertório de músicas dos estilos: colonial brasileira, barroco, renascença e algumas populares, nacionais e internacionais. O Co.Ca. ensaia todas as quartas-feiras, na Casa Paroquial da Igreja Divino Salvador e o teste de seleção de cantores ocorre, normalmente, no mês de fevereiro de cada ano. Regência de Rafael Garbuio, mestrando pela UNICAMP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Camerata Anima Antiqua é um grupo fundado e dirigido pelo maestro Carlos Fiorini, desde 1996. Especializado em executar a música vocal do período da renascença. Desde sua formação original com oito integrantes, o grupo passou por diferentes formações até a constituição atual com 15 cantores, provenientes dos cursos de graduação e pós-graduação em música da Unicamp, principalmente das áreas de canto e regência. A Camerata Anima Antiqua conta com integrantes cuja versatilidade permite a execução de obras para diferentes formações corais, coro duplo, solos e grupos solistas. Além de executar, o objetivo do grupo engloba o estudo da música sacra e secular e, por essa razão, em 2009, tornou-se oficialmente um grupo de Pesquisa em Música Renascentista do Instituto de Artes da Unicamp.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pe. José Maurício Nunes Garcia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compositor carioca, o padre José Maurício Nunes Garcia compôs o réquiem que será executado pelo Co.Ca, em 1809, para coro a quatro vozes acompanhado de órgão. Foi a primeira das três missas de réquiem compostas por ele. O compositor conquistou um grande prestígio na cidade do Rio de Janeiro na virada dos séculos XVIII para o XIX, assumindo o cargo de compositor da família real portuguesa no período em que residiram na cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serviço:&lt;br /&gt;Coral Campinas e Camerata Anima Antiqua&lt;br /&gt;Dia 24 de novembro, quarta-feira, às 20h30 &lt;br /&gt;Igreja Divino Salvador &lt;br /&gt;Av. Júlio de Mesquita, 126, Campinas &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;﻿&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-7407453977916696160?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/7407453977916696160/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/11/concerto-coral-campinas-e-camerata.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/7407453977916696160'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/7407453977916696160'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/11/concerto-coral-campinas-e-camerata.html' title='Concerto: Coral Campinas e Camerata Anima Antiqua'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/TOOuuhFbkNI/AAAAAAAAALQ/HZygOhd7vRY/s72-c/Co.Ca.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-4196813355148475877</id><published>2010-10-10T07:54:00.000-07:00</published><updated>2010-10-10T08:05:10.134-07:00</updated><title type='text'>Sugestão: DUO Bruschetteria &amp; Botegga</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/TLHWBd1sZuI/AAAAAAAAALI/4wbPiYBG6JI/s1600/Foto-A0431.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; FLOAT: right; HEIGHT: 150px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5526433538438358754" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/TLHWBd1sZuI/AAAAAAAAALI/4wbPiYBG6JI/s200/Foto-A0431.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Com ambiente aconchegante e acolhedor, além de bela e autêntica decoração, o novo restaurante de Campinas-SP, DUO Bruschetteria &amp;amp; Botegga oferece a oportunidade de saborear deliciosas e diversas bruschetts e outros pratos típicos da cozinha tradicional italiana.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O empreendimento é resultado da parceria de um amigo querido e jornalista, Rafael Tonon, e o chef da casa, Erick, amigos de infância. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Provei duas deliciosas bruschettas - ragú de cogumelos e de abobrinha, beringela e pecorino (queijo de leite de ovelhas). Ainda não decidi qual delas gostei mais. Vale a pena experimentar!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os pratos ainda não provei, portanto, aos amigos fica o convite de irmos juntos para apreciar tudo o que a casa oferece de melhor!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;DUO Bruschetteria &amp;amp; Botegga&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Rua Gustavo Enge, 48 - Cambuí.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.mercadogastronomico.com.br/dicas-da-semana/10300-duo-bruschetteria-a-bottega-inaugura-novo-conceito-de-gastronomia-em-campinas.html"&gt;MAIS INFORMAÇÕES&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-4196813355148475877?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/4196813355148475877/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/10/sugestao-duo-bruschetteria-botegga.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/4196813355148475877'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/4196813355148475877'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/10/sugestao-duo-bruschetteria-botegga.html' title='Sugestão: DUO Bruschetteria &amp; Botegga'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/TLHWBd1sZuI/AAAAAAAAALI/4wbPiYBG6JI/s72-c/Foto-A0431.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-5917133879887717500</id><published>2010-06-29T15:14:00.000-07:00</published><updated>2010-06-29T15:20:00.030-07:00</updated><title type='text'>Para além do ego</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Sou eu,&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Uma parte ínfima desta consciência universal&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Como você.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Sou eu&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Aquele que, em terras áridas, gerou a primeira faísca de fogo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Sou eu&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Aquele que, ao longo de séculos, desfiou guerras&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;e espargiu amor.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Sou eu&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Aquele que lutou pela liberdade e que castigou os revolucionários&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Sou eu&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Aquele que nasceu nos palácios e se alimentou nas sarjetas&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Sou eu Aquele&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A alegria e a dor&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A prisão e a liberdade&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A certeza e a dúvida&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A riqueza e a pobreza&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A mentira e a verdade&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A união discriminada de tudo&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A dualidade e o uno&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Sou parte e sou todo&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Assim como você.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Que quando se vai, eu perco.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas quando encontro, o “eu” ganha.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Sou o ego e a essência,&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Estou em cada olhar e cada coisa,&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Espelhado como Narciso,&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Buscando o todo que há em mim&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;E que minha aparência não exprime.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;E encobre,&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Criando a ilusão de que sou apenas isso.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;E me fazendo obrigado a relembrar&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A cada dia&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;De que sou mais do que “eu”.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Que sou “tu” e “ele”&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;“Ela” e “Vós”&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;“Nós” e “Eles”&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Todas as “Pessoas”.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-5917133879887717500?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/5917133879887717500/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/06/para-alem-do-ego.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/5917133879887717500'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/5917133879887717500'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/06/para-alem-do-ego.html' title='Para além do ego'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-7819293623308480045</id><published>2010-05-31T15:19:00.000-07:00</published><updated>2010-05-31T15:20:25.039-07:00</updated><title type='text'>Autor do livro ‘Gêmeos Virtuais’ fala sobre  processo de criação literária no 2º FILC</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;Entre autores consagrados no meio literário brasileiro e outros que dão os primeiros passos nessa área, o autor do livro &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Gêmeos Virtuais&lt;/i&gt; (Komedi, 2008), o professor de Física José Raphael Daher fará um bate-papo para o público do FILC, no dia 3 de junho de 2010 – quinta-feira – às 17h, no Largo do Rosário, em Campinas-SP.&lt;/div&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; O tema do bate-papo será &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Gêmeos Virtuais:&lt;/i&gt; &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Ideias, Expressão, Leitura, Vocabulário&lt;/i&gt;. A partir de sua experiência como autor, José Raphael apresenta os passos da criação literária, com a proposta de estimular leitores e futuros escritores.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Gêmeos Virtuais&lt;/i&gt; é a primeira obra publicada do autor, mas sua produção literária de romances e contos ainda em prelo aumenta periodicamente.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;O festival&lt;/b&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt; O 2º Festival Internacional da Leitura acontece até 6 de junho. O evento ocorrerá simultaneamente na Estação Guanabara e no Largo do Rosário, e homenageará a escritora Hilda Hilst, falecida em 2004. Além de autores importantes do Brasil e exterior, o 2º FILC vai apresentar uma extensa programação cultural e artística - Literatura, Teatro e Música - para pessoas de todas as idades, sempre com entrada franca. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;A programação completa está no site &lt;a href="http://www.filc.com.br/" title="blocked::http://www.filc.com.br/"&gt;www.filc.com.br&lt;/a&gt;. O festival é uma realização conjunta da Prefeitura de Campinas e Unicamp, correalização do Sesc-Campinas, com produção cultural da Articular. O evento tem patrocínio da Nutron, Cosan, Magazine Luiza, CCR AutoBan, Banco do Brasil e Petrobras.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-7819293623308480045?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/7819293623308480045/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/05/autor-do-livro-gemeos-virtuais-fala.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/7819293623308480045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/7819293623308480045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/05/autor-do-livro-gemeos-virtuais-fala.html' title='Autor do livro ‘Gêmeos Virtuais’ fala sobre  processo de criação literária no 2º FILC'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-8829034713746841804</id><published>2010-05-24T16:47:00.000-07:00</published><updated>2010-05-24T16:48:25.073-07:00</updated><title type='text'>O que é cultura e o papel da mitologia</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Existe uma confusão acerca do conceito de ‘cultura’ dentro do que chamamos de senso comum. Isso significa que a maioria das pessoas, independente de classe social ou nível educacional, pensam e disseminam um conceito distorcido desse termo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;Então vamos ao esclarecimento:&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;Cultura é, além de definir a ação de cultivar a terra, o conjunto de conhecimentos e ações, hábitos, comportamentos, ferramentas, tecnologias, políticas, regras, moral, ética etc. que determinam a forma de viver de um grupo social e determinam seu senso comum. No entanto, esse conceito também se aplica a um universo particular de conhecimento, que sob o domínio de um indivíduo o qualifica para avaliar determinadas situações e conteúdos, estimulando seu senso crítico.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;Acredito que seja a partir dessas variações do conceito que surge a confusão. Isso porque muitos reproduzem a seguinte frase: “Essa pessoa não tem cultura.” Este tipo de afirmação não é possível, a não ser que ‘a pessoa’ a que o interlocutor esteja se referindo não tenha sido criado dentro de um grupo social, ou seja um tipo de “Mogli – menino lobo”.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;Todo ser humano, inserido num grupo de pessoas e vivendo junto com ele, tem cultura. Pode ser a cultura do lixão, ou seja, de viver – dia após dia – buscando restos nos lixões. Esse é o hábito dele. É sua forma de viver. Isso o aproxima de algumas pessoas e o distancia de outras. Define o que ele come, o que ele pensa e sente, como ele se comporta. Talvez não seja uma cultura estabelecida institucionalmente, oficial, mas é uma maneira de cultivar hábitos.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;E esta cultura dos lixões, dessa forma, como todas as outras, perpetua-se. Por meio de experiências e histórias que constituem sua tradição cultural, a qual estabelece suas autoridades e hierarquia. Os mais antigos contam suas histórias e agregam seguidores que acreditam ser a sua forma de viver um modelo, em alguns casos, a única alternativa de vida que consideram viável.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;E o que são essas histórias senão ‘mitos’. Narrativas simbólicas que representam o sucesso ou insucesso de personagens-tipo da cultura em que estão inseridos. Se na sociedade industrial, os nossos heróis são os executivos bem sucedidos, modelos e jogadores de futebol, nos lixões temos a figura de “Estamira”, por exemplo – personagem central do filme com o mesmo nome.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;É o mito, que ganhou espaço na literatura e, mais tardiamente, no cinema, que continua ensinando nossa cultura, como devemos viver, agir, pensar, nos relacionar, trabalhar, amar etc. Mas as histórias se multiplicaram e se diversificaram de acordo com as ferramentas e circunstâncias. Tornaram-se divulgadas em massa, graças ao desenvolvimento da tecnologia da comunicação e da informação.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;E, embora o mito pareça algo do passado remoto, ele está presente diariamente em nossas vidas, cada vez que alguém conta uma história e associa seu comportamento ao sucesso e ao amor ou à derrota e à dor. O mito nos dá modelos mentais para que possamos saber como pensar, como agir. Seja ele contado de boca-a-ouvido ou transmitido via TV, Internet, rádio, jornal ou revista.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;E são as histórias que se conta entre os indivíduos de um mesmo grupo social ou via meios de comunicação que dão os alicerces de uma cultura. Muito mais do que as regras oficiais, os modelos estimulam ou desestimulam nossas ações. Isso demonstra que aquilo que lemos, ouvimos, estudamos, com o que trabalhamos, assistimos etc. de maneira informal (e na maioria das vezes com vínculo emocional e afetivo), influencia mais nosso comportamento e forma de vida (nossa cultura) do que a racionalidade de uma lei oficial, de algo registrado formalmente como código a seguir.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Novamente, uma cultura é mais do que a formação ou educação cognitiva – modelo comum hoje nas escolas de quase todo o mundo –, é mais do que um conjunto de regras e leis racionais que recompensam ou punem. É uma rede de histórias, de mitos, de modelos, de símbolos, de pessoas que nos influenciam o tempo todo neste ou naquele caminho e nos permitem desenvolver nossas habilidades cada vez mais ou nos aprisionam a um ciclo vicioso, aparentemente sem saída.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-8829034713746841804?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/8829034713746841804/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/05/o-que-e-cultura-e-o-papel-da-mitologia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/8829034713746841804'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/8829034713746841804'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/05/o-que-e-cultura-e-o-papel-da-mitologia.html' title='O que é cultura e o papel da mitologia'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-2295433061619321024</id><published>2010-05-12T04:35:00.000-07:00</published><updated>2010-05-12T04:39:08.118-07:00</updated><title type='text'>Abandone a solidão e “apegue-se” à transformação</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;O sentimento de solidão só ocorre àqueles que são maciços demais, materialistas demais, incapazes de mudar para uma rotina melhor, um caminho melhor, uma vida melhor.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;A própria palavra já diz: sólidos... solidão.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;A solidez é necessária, porque é só pela matéria que somos capazes de existir, de viver e de nos expressar, manifestar, nos relacionar etc. Mas a solidez por si só é inerte, é vazia, não tem vida, não tem sentido.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;E esta solidão é fruto da civilização que ordenou a vida de maneira concreta e distanciou o homem da sua natureza e da natureza que o cerca.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;‘Natureza’ que é quase um sinônimo para ‘transformação’.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;O valor da “coisa”, ao longo dos séculos, ampliou-se e superou o valor da vida, do ser, do homem.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;Se você sente solidão e quer sair da solidão, seja mais flexível. Aprecie o nascer e o pôr do sol, o movimento das nuvens no céu, o vento que acaricia as folhas das árvores, a borboleta que colore os ares, o canto dos passarinhos, o sorriso das pessoas, seu trabalho, sua diversão, sua alegria de viver, mude de perspectiva... encontre o olhar da criança curiosa que você um dia já foi e aprenda a apreciar cada manifestação, cada fenômeno que este mundo lhe oferece, de coração aberto, disposto a aprender e a se transformar sempre.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;Vida é transformação. E se transformar é justamente o inverso de se solidificar.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;Pense no conceito do átomo. Há muito tempo que ele perdeu sua solidez e ganhou infinitude. Já parou pra pensar nisso: você é composto por inúmeras partículas infinitas...&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-2295433061619321024?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/2295433061619321024/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/05/abandone-solidao-e-apegue-se.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/2295433061619321024'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/2295433061619321024'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/05/abandone-solidao-e-apegue-se.html' title='Abandone a solidão e “apegue-se” à transformação'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-5646642736943575858</id><published>2010-05-10T11:30:00.000-07:00</published><updated>2010-05-10T11:36:11.435-07:00</updated><title type='text'>Cidades sustentáveis? Desafios e oportunidades</title><content type='html'>&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Carlos Leite&lt;/span&gt;- &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Há cem anos, apenas 10% da população mundial vivia em cidades. Atualmente , somos mais de 50%, e até 2050, seremos mais de 75%. A cidade é o lugar onde são feitas todas as trocas, dos grandes e pequenos negócios à interação social. É onde a cultura abrange e interliga nações de todo o planeta. Mas também é o lugar onde há um crescimento desmedido das favelas e do trabalho informal: estima-se que dois em cada três habitantes viva em favelas ou “sub-habitações”. E é também o palco de transformações dramáticas que fizeram emergir as megacidades do século XXI: as cidades com mais de 10 milhões de habitantes já concentram grande parte da população mundial. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Em época de imperativa preocupação com o desenvolvimento sustentável, é de se destacar que 2/3 do consumo mundial de energia se dá nas cidades e aproximadamente 75% de todos os resíduos gerados ocorrem nas cidades. Portanto, falar em mudanças climáticas, aquecimento global e sustentabilidade é falar de cidades sustentáveis. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;A s metrópoles são o grande desafio estratégico do planeta neste momento. Se elas adoecem, o planeta fica insustentável. No entanto, a experiência internacional – de Barcelona a Portland, de Nova Iorque a Bogotá – mostra que as metrópoles se reinventam. Se refazem. Por que as metrópoles contemporâneas compactas – densas, vivas e diversificadas nas suas áreas centrais – propiciam um maior desenvolvimento sustentável, concentrando tecnologia, novas oportunidades de crescimento, gerando inovação e conhecimento em seu território? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Em junho de 2008, visitei Sir Peter Hall em sua casa no subúrbio de Londres. Um dos maiores estudiosos das cidades, ele costuma dizer que “inovação urbana importa tanto quanto infraestrutura urbana”. Ao ser questionado sobre os desafios complexos das megacidades que souberam se reinventar – falávamos dos diversos projetos urbanos em curso em Londres e da falta deles nas nossas grandes cidades, como São Paulo – ele lembrou-me, sabiamente, que Roma, Londres, Paris e Nova Iorque estavam entre as três maiores cidades em seus respectivos tempos de auge, quando suas grandes inovações urbanas ocorreram. Ou seja, mesmo as grandes cidades, nossas metrópoles complexas e superpopulosas podem se reinventar e conquistar mais qualidade de vida e serem mais sustentáveis. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Nas décadas recentes, tem-se observado uma emergência comum às grandes metrópoles mundiais, as cidades-globais: os antigos espaços urbanos centrais estão perdendo boa parte de suas funções produtivas, tornando-se obsoletos e, assim, verdadeiros guetos de degradação urbana, social e ambiental. Tratam-se dos chamados vazios urbanos, ou brownfields (quando contaminados). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Do ponto de vista urbanístico, essas transformações resultaram em uma série de problemas comuns que vêm afetando as nossas cidades hoje. O abandono das áreas centrais metropolitanas pelo setor industrial e a consequente degradação urbana de espaços com potenciais tão evidentes de desenvolvimento – afinal, dotados de preciosa infraestrutura e lozalização privilegiada – é face da mesma moeda que expõe a urbanização ilegal, porém real e incontrolável, de nossas periferias, o chamado espraiamento urbano, cujas consequências são dramáticas em termos de total insustentabilidade ambiental, social, econômica e urbana. O espraiamento urbano é nefasto, pois gera uma ocupação de baixa densidade, distanciamento improdutivo e, no caso das grandes cidades brasileiras, se dá sobre áreas de proteção ambiental. Ou seja, a dispersão urbana é o oposto de uma cidade sustentável. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Em diversas metrópoles mundiais que têm conseguido reverter essa situação, as áreas industriais obsoletas se tornam alvo de atuação dos grandes projetos urbanos. É a reconversão industrial. Vazios urbanos se tornam palco da implantação desses projetos aliados ao surgimento de políticas urbanas de desregulamentação urbanística e parcerias entre o poder público e iniciativa privada. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;As metrópoles são o locus da diversidade – da economia à ideologia, passando pela religião e cultura. E esta gera inovação. As maiores cidades do hemisfério norte descobriram isso já há alguns anos e têm se beneficiado enormemente – inclusive em termos da atração de novos investimentos – desse diferencial, dessas externalidades espaciais. E têm promovido seus projetos de regeneração urbana através de políticas de inovação urbana. Centros urbanos diversificados, em termos de população e usos, com empresas ligadas à nova economia, têm se configurado nas novas oportunidades de inovação urbana em áreas anteriormente abandonadas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;E cidades sustentáveis são, necessariamente, compactas, densas. Como se sabe, maiores densidades urbanas representam menor consumo de energia per capita: em contraponto ao modelo Beleza americana de subúrbios espraiados no território, com baixíssima densidade, as cidades mais densas da Europa e Ásia são hoje modelos na importante competição internacional entre as global green cities , justamente pelas suas altas densidades e diversidade de usos. Ou seja: cidades sustentáveis são compactas e diversificadas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Assim, parece-nos evidente o papel único das metrópoles na nova rede de fluxos mundial e processos inovadores. O potencial do território central regenerado e reestruturado produtivamente é imenso na nova economia, desde que planejado estrategicamente. Sob o prisma do desenvolvimento urbano sustentado, voltar a crescer para dentro da metrópole e não mais expandi-la é altamente relevante: reciclar o território é mais inteligente do que substituí-lo. Reestruturá-lo produtivamente é possível e desejável no planejamento estratégico metropolitano. Ou seja: regenerar produtivamente territórios metropolitanos existentes deve ser face da mesma moeda dos novos processos de inovação econômica e tecnológica. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Uma agenda possível para promover as nossas cidades sustentáveis deveria incorporar os seguintes parâmetros: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;- A cidade é “a” pauta atual: o século XIX foi dos impérios, o século XX das nações, o século XXI é das cidades. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;- As megacidades são o futuro do planeta urbano. Devem ser vistas como oportunidades e não problema. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;- O desenvolvimento sustentável se apresenta mais urgentemente onde mora o problema: as cidades darão as respostas para um futuro “verde”, nelas se consomem os maiores recursos do planeta, nelas se geram os maiores resíduos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;- As cidades se reinventam. Afinal, elas não são fossilizadas: as melhores cidades, aquelas que continuamente sabem se renovar, funcionam similarmente a um organismo, quando adoecem, se curam, mudam. Refazê-la ao invés de expandi-la. Compactá-la. Deixá-la mais sustentável é transformá-la numa rede estratégica de núcleos policêntricos compactos e densos, otimizando infraestruturas e liberando territórios verdes. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;- Sustentabilidade desmistificada. Desenvolver com sustentabilidade pressupõe crença no progresso humano. Significa não cair na armadilha psicanalítica do imobilismo ou regresso bucólico-saudosista propiciados pelos discursos catastrofistas-deterministas ou “eco-chatos”. Ou seja: acreditamos na evolução do conhecimento, das técnicas e das tecnologias humanas. Uma postura estrategicamente proativa impõe a adoção de medidas e parâmetros “verdes” em praticamente tudo que fazemos atualmente, mas impõe, sobretudo, a busca e adoção das técnicas e tecnologias avançadas na racionalização da gestão dos projetos e da operação das cidades. Como exemplo: medidas mitigadoras que visam uma melhor “pegada” ecológica urbana, como o menor consumo de energia, adoção de matriz de energias renováveis, reciclagem de lixo urbano, aumento do gradiente verde das cidades e reuso de águas devem ser buscadas sempre. Porem, é mais estratégico que tudo isso se faça na cidade de núcleos policêntricos compactos. O resultado ambiental efetivo é amplamente maior se adotada a reinvenção urbana real. A cidade compacta fará a diferença real no uso mais racional e sustentável dos recursos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;- Exclusão. Não há ilusão. As imagens aéreas, o “olhar de sobreolhar”, são reveladores: as cidades desenvolvidas são as cidades sustentáveis, inclusive socialmente. Mais verdes e mais includentes. São, normalmente, as mais antigas, pertencentes aos países desenvolvidos, “de primeiro mundo”. Ali os maiores dramas já foram resolvidos e há, agora, oportunidade e recursos para a implementação de melhorias que as megacidades emergentes (São Paulo, Xangai) ou de países subdesenvolvidos (Lagos, Dakar) estão muito longe de poder buscar. É muito mais urgente São Paulo, por exemplo, cuidar de direcionar esforços e recursos para regenerar territórios centrais e dotá-los de amplas quantidades de habitação coletiva, construídos rapidamente através de sistemas industrializados, do que preocupar-se com a arborização ou mobiliário urbano de bairros ricos. Não há cidade sustentável sem a desejável sociodiversidade territorial. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Carlos Leite é arquiteto, mestre e doutor pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, com pós-doutorado em desenvolvimento urbano sustentável pela California Polytechnic University e professor na Universidade Presbiteriana Mackenzie.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-5646642736943575858?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/5646642736943575858/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/05/cidades-sustentaveis-desafios-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/5646642736943575858'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/5646642736943575858'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/05/cidades-sustentaveis-desafios-e.html' title='Cidades sustentáveis? Desafios e oportunidades'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-7670474258821923938</id><published>2010-05-08T11:52:00.000-07:00</published><updated>2010-05-08T11:54:45.529-07:00</updated><title type='text'>Construindo parcerias duradouras com empresas</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;(Texto direcionado para organizações não-governamentais, mas com uma abordagem interessante. Podemos aprender sempre! A tendência é que as empresas que estabeleçam parcerias bem sedimentadas tenham maior sucesso. beijos Aline)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Por Carla da Nóbrega &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em tempos em que os bons exemplos de responsabilidade social empresarial  pipocam por todos os lados, as organizações estão cada vez mais antenadas para a  construção de boas parcerias. Entretanto, a parceria desejada é aquela em que há  tal nível de confiança entre os parceiros que sua continuidade ao longo do tempo  é um caminho natural. Não queremos parcerias instáveis que, a cada renovação,  tornam-se motivo de ansiedade e insegurança em relação ao futuro. Sonhamos com  parcerias duradouras, as quais tragam segurança e tranquilidade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mas qual é o segredo de uma parceria assim? Se analisarmos o conceito de  parceria descrito por Marlova Noleto na publicação Parcerias e Alianças  Estratégicas: Uma Abordagem Prática, é “uma associação em que a soma das partes  representa mais que o somatório individual de seus membros. Passa a ideia de  união, proximidade. O parceiro é um amigo, um aliado”. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ora, então por que não usamos os mesmos princípios utilizados com nossos  melhores amigos? Afinal, dedicar confiança, respeito, ética e transparência na  relação com um parceiro corporativo não faz mal a ninguém, não é mesmo? &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mas a empresa quer e precisa receber mais. Ela está investindo em seu  projeto, e você tem o compromisso de fazer um excelente trabalho com seus  recursos e lhe mostrar o retorno. Aí começa outra lista de princípios a serem  respeitados: reconhecimento ao parceiro, relatórios, prestação de contas,  impacto social, indicadores, agradecimentos, resultados, caminho do projeto para  a sustentabilidade etc. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Agora já sabemos o que ele espera de você, e você sabe que deve fazer muito  bem seu trabalho. Entretanto, não estamos aqui falando de qualquer parceria,  mas, sim, de parcerias duradouras, aquelas que resistem a tempos de crise  econômica. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para chegar a isso não há receita pronta, mas podemos encontrar pistas. Tal  qual em uma relação de amizade, as melhores lembranças que o seu parceiro terá  serão os “detalhes”, que não estão escritos em branco e preto nos contratos de  parceria. Serão as surpresas positivas que você lhe proporcionará, indo além do  que ele imagina. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Como podemos surpreender positivamente nossos parceiros empresariais? Existem  muitas formas, entre elas:&lt;/p&gt; &lt;ol&gt; &lt;li&gt;Seja criativo em apresentar os resultados do projeto. Um relatório escrito é  o mínimo que seu parceiro espera. Complemente-o com um vídeo de depoimentos ou  uma visita pessoal ao projeto, que dizem muito mais ao coração.  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Voluntariado. Crie e ofereça oportunidades de voluntariado aos funcionários  da empresa. Pesquisas mostram que os funcionários trabalham mais felizes em  empresas que são socialmente responsáveis. O envolvimento dos voluntários com  seu projeto solidificará sua relação com a empresa.  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ofereça novas oportunidades de expansão do projeto. A cada renovação,  apresente novos componentes ao seu projeto, que estejam conectados com as linhas  estratégicas de investimento social da empresa. Escute e conheça bem seu  parceiro, para que suas novas propostas estejam de acordo com o que ele quer.  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Crie possibilidades de networking para seu parceiro ampliar sua rede de  contatos com outros parceiros de seus projetos, por exemplo, organizando um  evento de agradecimento. As empresas gostam de se associar a causas de sucesso e  somar esforços com outras empresas.  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pense de quais maneiras você pode ajudar a empresa a divulgar seu apoio e  associar sua marca ao projeto. Existem formas de fazer isso sem grandes  investimentos em publicidade. Por exemplo, seus beneficiários do curso de  reciclagem podem produzir os brindes de final de ano para a empresa.  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Seja pró-ativo. As empresas em geral estão envolvidas diariamente em muitos  outros assuntos não relacionados ao seu projeto. Cabe a você dedicar tempo e ser  propositivo em relação a ações que possam alavancar recursos e apoios. A empresa  quer e gosta de participar; entretanto, não espere que ela traga propostas para  melhorar seu projeto e a visibilidade da parceria. &lt;/li&gt;&lt;/ol&gt; &lt;table&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td height="40" valign="top" width="23%" align="left"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="p4" width="77%" align="right"&gt; &lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Carla da Nóbrega: &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Formada em administração  de empresas, atua com captação de recursos há 15 anos. É coordenadora de  mobilização de recursos do escritório regional para a América Latina e Caribe da  ONG Habitat for Humanity International na Costa Rica e sócio-fundadora, primeira  vice-presidente e atual conselheira da Associação Brasileira de Captadores de  Recursos (ABCR).&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-7670474258821923938?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/7670474258821923938/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/05/construindo-parcerias-duradouras-com.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/7670474258821923938'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/7670474258821923938'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/05/construindo-parcerias-duradouras-com.html' title='Construindo parcerias duradouras com empresas'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-1132300054419771189</id><published>2010-05-02T15:43:00.000-07:00</published><updated>2010-05-02T15:44:57.024-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ao longo do dia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ao sol'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='que me brinda com diversas tonalidades de amarelo e laranja'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ao longo dos dias.'/><title type='text'>Nostalgia espetacular</title><content type='html'>&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/uPyq4iqt6Go&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/uPyq4iqt6Go&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-1132300054419771189?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/1132300054419771189/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/05/nostalgia-espetacular.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/1132300054419771189'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/1132300054419771189'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/05/nostalgia-espetacular.html' title='Nostalgia espetacular'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-8506534137944844498</id><published>2010-05-02T15:25:00.000-07:00</published><updated>2010-05-02T15:37:41.815-07:00</updated><title type='text'>As intenções que movem o mundo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/S93-bgx7KnI/AAAAAAAAAK4/mGfTGyN6Mao/s1600/E_rwen.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 153px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/S93-bgx7KnI/AAAAAAAAAK4/mGfTGyN6Mao/s200/E_rwen.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5466805271306906226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Toda ação vem carregada por alguma intenção. Bem, podemos dizer que sim, mas nem todas as pessoas têm consciência da verdadeira intenção que as levaram a agir de uma forma ou de outra.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;Mas, podemos concordar com o fato de que são as intenções que nos movem, nos motivam em direção à ação.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;Dizem que de boas intenções o inferno está cheio. Se são boas ou não, não saberia dizer, mas o que posso especular é que sendo o fogo, o símbolo do inferno, e seu significado a transformação, no inferno a consciência das intenções não existe.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;Assim, poderíamos dizer que a motivação no inferno seria o tridente do diabo afiado e prestes a espetar qualquer um da redondeza. Motivação esta que geraria a intenção do indivíduo de não ser atingido pelo tridente e não sofrer as penas de não agir de acordo com as ordens desse ambiente ‘tenebroso’.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;Bom, mas o que quero dizer não é que céu e inferno existem e que se você não tem consciência das suas intenções, dos porquês você age, então vai para o inferno. Fique tranqüilo, eu não estou apta a designar tal destino.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;Mas posso falar sobre como acredito que essa simbologia está representada na nossa rotina diária.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;Basicamente, vejo duas formas de viver a vida: uma, buscando conhecer-se e aprimorar-se a cada dia como ser humano e assumindo o controle sobre as decisões possíveis, ou simplesmente aceitar aquilo que lhe é imposto, delegando o poder sobre sua vida aos outros.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;A sociedade oriental caminha, em geral, seguindo a primeira forma e, a ocidental, a segunda. Podemos dizer que no Brasil, a segunda prevalece, sendo assim manifestada nas mais diversas esferas sociais e culturais.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;Nosso sistema educacional, que nos prepara para atuarmos como ‘cidadãos’ nas diversas esferas sociais, tem como alicerce uma estrutura de ação-culpa-punição ou ação-mérito-recompensa. Isso significa que se implanta internamente (já na criança) uma figura de autoridade – representada durante a vida pelas instituições da Escola, Família ou Igreja – que vai avaliar sua ação como culpável ou passível de mérito. E essa figura ganha credibilidade à medida que a autoridade que a está implantando cria condicionamentos de recompensa ou punição para cada ação que o indivíduo executa ao longo da vida.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;Esse sistema, é claro, tem o objetivo de limitar nossas ações àquelas que interessam aos que, nas circunstâncias, têm mais poder – mais dinheiro, mais acesso ao conhecimento, mais influência sobre as pessoas etc. E, dessa forma, passamos a não ter que avaliar nossas intenções para decidir por uma ação. Apenas avaliamos as experiências anteriores e se fomos recompensados ou punidos e repetimos ou não o mesmo tipo de ação.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;Assim, nos distanciamos cada vez de nós mesmos, vivendo conforme a intenção do outro, que continua criando sistemas para manter nosso condicionamento civilizado.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;Então, chegamos à seguinte conclusão: o inferno – seja ele sob a visão dos cristãos ou outra – é necessário à transformação daqueles que não se despertaram para a possibilidade de consequências negativas para ações bem recompensadas ou consequências positivas de ações punidas.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/S93-WMqz2mI/AAAAAAAAAKw/GWzoJcdffu0/s1600/shiva.jpg"&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/S93-WMqz2mI/AAAAAAAAAKw/GWzoJcdffu0/s200/shiva.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5466805180009011810" style="float: left; margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; cursor: pointer; width: 129px; height: 200px; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;Consideremos o termo “inferno” como representação da transformação pela dor, pelo fogo que queima e transforma. E este não é o fogo da chama interna que se ascende no ser humano que expande sua consciência e alguns dizem “ilumina-se”, mas da chama externa, sobre a qual o indivíduo não tem controle e contra a qual não pode lutar, porque nem sabe o que está causando a dor.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;Sendo assim, quando você não sabe qual sua intenção sobre a ação que tomou ou toma com frequência ou tomará, certamente é a intenção de outro que está movendo sua vida. Ou seja, sejam boas ou más intenções, sendo suas ou não, sem intenção não há motivação, e sem essa, não há ação, sem ação não há trabalho e, portanto, não há transformação. Assim, a intenção é o que move o mundo. Diante disto, basta você decidir se vai assumir a direção ou vai deixar que amarrem linhas invisíveis em seus braços, pernas e pescoço, balançando para um lado e outro, para cima e para baixo.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-8506534137944844498?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/8506534137944844498/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/05/as-intencoes-que-movem-o-mundo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/8506534137944844498'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/8506534137944844498'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/05/as-intencoes-que-movem-o-mundo.html' title='As intenções que movem o mundo'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/S93-bgx7KnI/AAAAAAAAAK4/mGfTGyN6Mao/s72-c/E_rwen.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-2818428206818198873</id><published>2010-04-24T16:57:00.000-07:00</published><updated>2010-04-24T17:02:25.870-07:00</updated><title type='text'>a criança que há em mim</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Por vezes, me dou o direito de desenhar livremente florzinhas, menininhas, menininhos, cachorrinhos e borboletinhas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;É quando me encontro com a ingenuidade da criança que ainda mora &lt;st1:personname productid="em mim. Aquela" st="on"&gt;em mim. Aquela&lt;/st1:personname&gt; que olha para o mundo com olhos tão puros e reconhece na natureza toda a beleza que o universo pode manifestar em cores, formas e sons.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;Sinto como se me libertasse da ótica dura pela qual nos faz ver o mundo os meios de comunicação, a política, entre outros sistemas sociais frutos da racionalidade humana, que tornam obscura a visão de qualquer um que busca inserção, reconhecimento social e afeto, na sociedade de hoje.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;A criança se emociona na descoberta de que seu traço, feito com as mãos e um objeto chamado lápis, pode criar – ainda que inerte – aquela bela flor ou aquele lindo bichinho que voa colorindo os ares. Os olhos da criança, com a qual me encontro, podem ver além da 2ª dimensão desenhada no papel. Ela vê o mundo feito com suas próprias mãos. É a onipotência inconsciente de uma mente que vive intensamente cada nova forma, cor e movimento, som e melodia, perfume e aroma. A vida ganha mais sabor.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Essa criança é parte integrante do adulto. Porque é nela que mora a sensibilidade do homem. É com ela que os sentidos ‘falam’ por si, sem uma racionalização, sem a certeza, sem a necessidade dela. E essa aparente fantasia é a mais pura verdade absoluta, porque neste momento de êxtase com a criação não há o que negue sua realidade. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-2818428206818198873?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/2818428206818198873/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/04/crianca-que-ha-em-mim.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/2818428206818198873'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/2818428206818198873'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/04/crianca-que-ha-em-mim.html' title='a criança que há em mim'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-57294302542343443</id><published>2010-04-16T15:27:00.000-07:00</published><updated>2010-04-16T15:36:30.660-07:00</updated><title type='text'>Música para os olhos, cores para os ouvidos</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Sob o sol a se pôr, os olhos apertados admiram a luz que toca e doura o gramado, lhe proporcionando tonalidades múltiplas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Verde amarelado, amarelo esverdeado... &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;degradé&lt;/i&gt; à brasileira.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Cada cor que reflete o sol amarelo-alaranjado é como a nota de uma linda melodia, que se constrói com o passar dos olhos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O piscar é o metrônomo desta música que encanta os ouvidos do que não pode ouvir.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O corpo todo vibra absorvendo cada cor, cada nota... memorizando cada sensação...deleitando-se, contemplando... &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;presenciando o presente&lt;/i&gt;, recebido em frequência envolvente, capaz de provocar uma catarse e transformar tudo o que era antes.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A dança da vida nas asas da fênix.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-57294302542343443?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/57294302542343443/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/04/musica-para-os-olhos-cores-para-os.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/57294302542343443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/57294302542343443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/04/musica-para-os-olhos-cores-para-os.html' title='Música para os olhos, cores para os ouvidos'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-4760349966611174613</id><published>2010-04-14T05:14:00.001-07:00</published><updated>2010-04-14T05:14:02.334-07:00</updated><title type='text'>Entrevista sobre a Nossa Cultura, gravada na Europa, pelo jornalista António Mateus</title><content type='html'>&lt;a href=http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/a-bem-da-justica-e-da-verdade/entrevista-para-televisao-na-europa/&gt;Entrevista sobre a Nossa Cultura, gravada na Europa, pelo jornalista António Mateus&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posted using &lt;a href="http://sharethis.com"&gt;ShareThis&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-4760349966611174613?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/4760349966611174613/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/04/entrevista-sobre-nossa-cultura-gravada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/4760349966611174613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/4760349966611174613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/04/entrevista-sobre-nossa-cultura-gravada.html' title='Entrevista sobre a Nossa Cultura, gravada na Europa, pelo jornalista António Mateus'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-1372059767178731857</id><published>2010-04-13T15:18:00.001-07:00</published><updated>2010-04-13T15:18:13.468-07:00</updated><title type='text'>Um produto revolucionário</title><content type='html'>&lt;a href=http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/livros/um-produto-revolucionario/&gt;Um produto revolucionário&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posted using &lt;a href="http://sharethis.com"&gt;ShareThis&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-1372059767178731857?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/1372059767178731857/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/04/um-produto-revolucionario.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/1372059767178731857'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/1372059767178731857'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/04/um-produto-revolucionario.html' title='Um produto revolucionário'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-6776291930684665590</id><published>2010-03-28T05:23:00.000-07:00</published><updated>2010-03-28T05:41:43.677-07:00</updated><title type='text'>Dans le rythme du cœur</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/S69OetHaDNI/AAAAAAAAAI4/u7aAumHQFSI/s1600/XKJL000Z.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 157px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/S69OetHaDNI/AAAAAAAAAI4/u7aAumHQFSI/s200/XKJL000Z.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5453663963182664914" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;b&gt;Bem, eu não ganhei o concurso de poesia da &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;b&gt;Alliance Française de Campinas, mas quero compartilhar com vcs a poesia que fiz para celebrar este mês dedicado à la FEMME&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Dans le rythme du cœur&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=" font-weight: normal; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;En elle tous habitent&lt;br /&gt;En elle, l’amour et le corp nourrissent&lt;br /&gt;Coupe féconde&lt;br /&gt;L’union et l’unité&lt;br /&gt;Dans son sein est soutenue la vie humaine&lt;br /&gt;Dans sa poitrine, nourrit le jeu des enfants&lt;br /&gt;Ses bras donnent l’amour et le confort&lt;br /&gt;Son corps est le symbole de la sensibilité&lt;br /&gt;Sa voix accompagne les rêves&lt;br /&gt;Sa mélodie implique et enseigne&lt;br /&gt;Ceci est votre boussole&lt;br /&gt;Dans le rythme du cœur elle suit&lt;br /&gt;Systole et diastole&lt;br /&gt;L’accueil et le dévouement&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span lang="FR"  style="color: black; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background- background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; color:white;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'lucida grande';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-6776291930684665590?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/6776291930684665590/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/03/dans-le-rythme-du-cur.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/6776291930684665590'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/6776291930684665590'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/03/dans-le-rythme-du-cur.html' title='Dans le rythme du cœur'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/S69OetHaDNI/AAAAAAAAAI4/u7aAumHQFSI/s72-c/XKJL000Z.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-6272870298299396597</id><published>2010-03-22T10:58:00.000-07:00</published><updated>2010-03-28T05:23:30.076-07:00</updated><title type='text'>Curso ‘Aprofundamento no Método DeRose’ - 10/04 às 13h30</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/S69KNgRmsXI/AAAAAAAAAIA/IRPA3cMUOkE/s1600/RicardoP-trik%C3%B4n%C3%A1sana.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 128px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/S69KNgRmsXI/AAAAAAAAAIA/IRPA3cMUOkE/s200/RicardoP-trik%C3%B4n%C3%A1sana.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5453659269631488370" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/S69Jx1mqvWI/AAAAAAAAAH4/Wq0-0mRthiM/s1600/m%C3%A9todo+de+rose.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  color: rgb(102, 102, 102); line-height: 22px; font-family:Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:12px;"&gt;&lt;h2 style="color: rgb(0, 0, 0); line-height: 22px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; line-height: 20px;  color: rgb(102, 102, 102); "&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FF6600;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Mudança de data: 10 de abril&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;p style="text-align: center;line-height: 20px; "&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;Curso &lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CC0000;"&gt;Aprofundamento no Método DeRose&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; line-height: 22px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 20px;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; line-height: 22px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 20px;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; line-height: 22px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 20px;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; line-height: 22px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 20px;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 22px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 20px;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 22px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 20px;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 22px; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;div style="text-align: center; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 20px;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; line-height: 22px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 20px;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; line-height: 22px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 20px;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; line-height: 22px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 20px;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; line-height: 22px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 20px;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 22px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 20px;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 22px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 20px;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 22px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px; "&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 22px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px; "&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 22px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FF6600;"&gt;Ministrante: Samir El Banate&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="line-height: 20px; "&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CC0000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Tópicos que serão abordados:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; line-height: 22px; "&gt;- Qualidade de vida&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 20px;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; line-height: 22px; "&gt;- Conhecendo a Índia Antiga&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 20px;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; line-height: 22px; "&gt;- Desenvolvimento físico, emocional e mental&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 20px;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; line-height: 22px; "&gt;- Hábitos: alimentação, sono, trabalho, relacionamento e lazer.&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 20px;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CC0000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Programação:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;Data: 27 de março, sábado&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;Horário: das 13h30 às 15h30&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;Local: Unidade Taquaral - Método DeRose&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 22px; "&gt;www.yogataquaral.com.br&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 20px;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 22px; "&gt;(19) 3212-0990&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 20px;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 22px; "&gt;Av. Dr. Heitor Penteado, 1057 - Taquaral&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="line-height: 20px; "&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; line-height: 22px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 20px;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; line-height: 22px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 20px;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; line-height: 22px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 20px;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; line-height: 22px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 20px;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 22px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 20px;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 22px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 20px;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 22px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 20px;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; line-height: 22px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 20px;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; line-height: 22px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 20px;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; line-height: 22px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 20px;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; line-height: 22px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 20px;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 22px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 20px;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 22px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 20px;  font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 22px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px; "&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 22px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px; "&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 22px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style=" font-weight: normal;  font-family:Georgia, serif;font-size:16px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FF6600;"&gt;Inscrições  com desconto até o dia 6 de abril: R$ 60,00&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FF6600;"&gt;Inscrições depois de 6 de abril: R$ 80,00&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="line-height: 20px; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="line-height: 20px; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-6272870298299396597?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/6272870298299396597/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/03/curso-aprofundamento-do-metodo-derose.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/6272870298299396597'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/6272870298299396597'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/03/curso-aprofundamento-do-metodo-derose.html' title='Curso ‘Aprofundamento no Método DeRose’ - 10/04 às 13h30'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/S69KNgRmsXI/AAAAAAAAAIA/IRPA3cMUOkE/s72-c/RicardoP-trik%C3%B4n%C3%A1sana.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-5398551689853751496</id><published>2010-03-22T04:45:00.000-07:00</published><updated>2010-03-22T04:50:00.071-07:00</updated><title type='text'>Concurso de Poesia Aliança Francesa Campinas e Livraria Cultura</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/S6dYu0ZohKI/AAAAAAAAAHw/H3KES-AJiK4/s1600-h/CONCURSO+DE+POESIA.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 269px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/S6dYu0ZohKI/AAAAAAAAAHw/H3KES-AJiK4/s400/CONCURSO+DE+POESIA.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5451423435318658210" /&gt;&lt;/a&gt;Acessem: www.afcampinas.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-5398551689853751496?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/5398551689853751496/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/03/concurso-de-poesia-alianca-francesa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/5398551689853751496'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/5398551689853751496'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/03/concurso-de-poesia-alianca-francesa.html' title='Concurso de Poesia Aliança Francesa Campinas e Livraria Cultura'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/S6dYu0ZohKI/AAAAAAAAAHw/H3KES-AJiK4/s72-c/CONCURSO+DE+POESIA.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-1221159677588035023</id><published>2010-03-22T04:42:00.000-07:00</published><updated>2010-03-22T04:43:47.637-07:00</updated><title type='text'>Curso Princípios do Vestir Consciente</title><content type='html'>&lt;img src="http://a.eb16.emailsparkle.com//ebs_members/16936/ftp/pvcmar%C3%A7o.jpg" /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;"Sustentabilidade sem o belo é triste, assim como o belo sem sustentabilidade é ignorante" Fletcher&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O curso mostra como é possível construir o belo, essencial à moda, considerando a sustentabilidade, essencial à manutenção da vida, a partir de uma visão sistêmica da cadeia produtiva do vestuário, dos princípios de avaliação do ciclo de vida do produto e das reflexões sobre as conexões entre a moda, o vestir e a consciência. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Apresenta os conceitos do Vestir Consciente com base nos fundamentos do design sustentável, nas atualidades do mercado e nas experiências dos participantes, seguindo as diretrizes da metodologia desenvolvida pelo Instituto Ecotece.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Objetivo: Capacitar o participante com os conceitos do Vestir Consciente para que possa aplicar no mercado da moda e do vestuário tendo em vista as possibilidades de ação com base no desenvolvimento sustentável e no despertar da consciência.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Público-alvo: Profissionais e estudantes de moda e da cadeia do vestuário, pesquisa e inovação, design, empresários e demais interessados no tema.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Próxima turma: 29 a 31 de Março e 01 de Abril de 2010 das 19h às 22h&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Carga Horária: 12 horas &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Local: The Hub&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Rua Bela Cintra, 409 - São Paulo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tutor: Ana Cândida Zanesco&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fundadora e presidente do Instituto Ecotece. Assessora do concurso de moda sócio-ambiental Eco Fashion Brasil. Foi responsável pelo lançamento, no Brasil, do vídeo Fibra Ética: Algodão Orgânico, em parceria com a ONG britânica PAN-UK, em 2007. Trabalhou na organização da III Conferência Latino-Americana de Algodão Orgânico em parceria com a ONG Organic Exchange, em 2008. Apresentou o conceito do Vestir Consciente na Conferência Global de Têxteis Orgânicos, na California em 2007, foi convidada da Conferência Global de Têxteis Orgânicos em Portugal, em 2008. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;a href="http://www.ecotece.org.br/conteudo.php?p=111&amp;amp;i=76"&gt;INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.ecotece.org.br/conteudo.php?p=111&amp;amp;i=76"&gt; Organização: ECOTECE&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; www.ecotece.org.br&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-1221159677588035023?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/1221159677588035023/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/03/curso-principios-do-vestir-consciente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/1221159677588035023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/1221159677588035023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/03/curso-principios-do-vestir-consciente.html' title='Curso Princípios do Vestir Consciente'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-4263393029398470869</id><published>2010-03-22T04:21:00.000-07:00</published><updated>2010-03-22T04:40:55.964-07:00</updated><title type='text'>TUGUDUM: Roda de Improvisação e Espetáculo</title><content type='html'>Depois de muito tempo, estou voltando a esta ferramenta. Abaixo a divulgação de um evento de dança, música e interpretação gratuito e FANTÁSTICO. Curtam esta oportunidade. beijos.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/S6dW4doqBCI/AAAAAAAAAHo/KCQEkxHv0hw/s1600-h/tugudum.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 288px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/S6dW4doqBCI/AAAAAAAAAHo/KCQEkxHv0hw/s400/tugudum.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5451421401983091746" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:'Times New Roman';color:#0000EE;"&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#0000EE;"&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'Times New Roman';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-4263393029398470869?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/4263393029398470869/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/03/tugudum-roda-de-improvisacao-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/4263393029398470869'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/4263393029398470869'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2010/03/tugudum-roda-de-improvisacao-e.html' title='TUGUDUM: Roda de Improvisação e Espetáculo'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/S6dW4doqBCI/AAAAAAAAAHo/KCQEkxHv0hw/s72-c/tugudum.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-5609217380898917577</id><published>2009-10-19T16:19:00.000-07:00</published><updated>2009-10-19T16:20:03.278-07:00</updated><title type='text'>Internet - materialização do inconsciente coletivo</title><content type='html'>Já perceberam que materializaram o inconsciente coletivo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É, isso mesmo. Além dos inúmeros sites com informações técnicas, os blogs e sites que viabilizam a comunicação entre as pessoas invadiram o espaço da internet, transformando em dados e em texto, legível, todo tipo de pensamento, sentimento, desejo e ação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A internet tornou-se um banco de dados infinito de informações sobre as coisas, as pessoas, o mundo... E, claro, o acesso a este “inconsciente coletivo materializado” se tornou milhões de vezes mais fácil pelas ferramentas de busca, mais especificamente o Google.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante lembrarmos que muitas informações não podem ser encontradas na internet, na maioria dos casos, porque são muito antigas e nem a história oficial como ciência conseguiu resgatá-las. Para estes casos, ainda faz-se necessário desenvolver a intuição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é bastante interessante pensarmos em como a tecnologia proporciona aquilo que desejamos, muitas vezes sem que notemos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-5609217380898917577?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/5609217380898917577/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/10/internet-materializacao-do-inconsciente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/5609217380898917577'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/5609217380898917577'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/10/internet-materializacao-do-inconsciente.html' title='Internet - materialização do inconsciente coletivo'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-6754703254061365177</id><published>2009-10-14T05:09:00.000-07:00</published><updated>2009-10-14T05:11:59.637-07:00</updated><title type='text'>Estudo sugere risco para a saúde em redes de transmissão de energia</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, Georgia, sans-serif; font-size: 12px; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 18px; "&gt;&lt;div class="titulo_s" style="line-height: 20px; padding-bottom: 10px; border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; border-bottom-color: rgb(92, 93, 94); margin-bottom: 5px; "&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: x-small; font-weight: bold; "&gt;Faço questão de reproduzir esta notícia - porque na região de Sousas - Campinas-SP temos condomínios sendo construídos muito próximos das redes de alta tensão e preocupa-me a saúde destas crianças e famílias. Buscamos mais segurança e espaço para as crianças brincarem, construindo casas em grandes condomínios fechados e, às vezes, não sabemos dos riscos a que estamos expostos.  Aline&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="titulo_s" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 21px; line-height: 20px; padding-bottom: 10px; font-weight: bold; border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; border-bottom-color: rgb(92, 93, 94); margin-bottom: 5px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(153, 153, 153); font-family: Arial, Helvetica, Georgia, sans-serif; font-size: 11px; font-weight: normal; line-height: 18px; "&gt;Por &lt;a href="http://www.usp.br/agen/?author=641" title="Posts de Júlio Bernardes" style="color: rgb(0, 153, 204); text-decoration: none; "&gt;Júlio Bernardes&lt;/a&gt; - jubern@usp.br&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postinfo" style="font-size: 11px; color: rgb(153, 153, 153); padding-bottom: 10px; "&gt;&lt;img src="http://www.usp.br/agen/wp-content/themes/agen/images/data.gif" width="8" height="8" border="0" style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-color: rgb(221, 221, 221); border-right-color: rgb(221, 221, 221); border-bottom-color: rgb(221, 221, 221); border-left-color: rgb(221, 221, 221); background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); border-style: initial; border-color: initial; background-position: initial initial; " /&gt; Publicado em 9/outubro/2009 | &lt;img src="http://www.usp.br/agen/wp-content/themes/agen/images/editoria.gif" width="8" height="8" border="0" style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-color: rgb(221, 221, 221); border-right-color: rgb(221, 221, 221); border-bottom-color: rgb(221, 221, 221); border-left-color: rgb(221, 221, 221); background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); border-style: initial; border-color: initial; background-position: initial initial; " /&gt; Editoria : &lt;a href="http://www.usp.br/agen/?cat=29" title="Ver todos os posts em Saúde" rel="category" style="color: rgb(0, 153, 204); text-decoration: none; "&gt;Saúde&lt;/a&gt; | &lt;a href="http://www.usp.br/agen/?p=7799&amp;amp;print=1" title="Imprimir" target="_blank" rel="nofollow" style="color: rgb(0, 153, 204); text-decoration: none; "&gt;&lt;img class="WP-PrintIcon" src="http://www.usp.br/agen/wp-content/plugins/wp-print/images/print.gif" alt="Imprimir" title="Imprimir" style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; background-position: initial initial; " /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.usp.br/agen/?p=7799&amp;amp;print=1" target="_blank" title="Imprimir" rel="nofollow" style="color: rgb(0, 153, 204); text-decoration: none; "&gt;Imprimir&lt;/a&gt; |&lt;/div&gt;&lt;div class="entry" style="text-align: left; vertical-align: top; "&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', sans-serif; font-size: 13px; "&gt;Os campos eletromagnéticos são uma fonte de poluição ainda pouco estudada no Brasil. Na Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), uma pesquisa sugere que as crianças que moram a uma distância de até 200 metros das linhas de transmissão de eletricidade são mais propícias a desenvolver leucemia. O trabalho pretende estimular novas investigações sobre possíveis efeitos dos campos na saúde da população.&lt;/p&gt;&lt;div class="img alignleft size-full wp-image-7805" style="float: left; margin-top: 0px; margin-right: 18px; margin-bottom: 2px; margin-left: 0px; width: 230px; "&gt;&lt;a href="http://www.usp.br/agen/wp-content/uploads/Bol_2621_A.jpg" style="text-decoration: none; color: rgb(0, 153, 204); "&gt;&lt;img src="http://www.usp.br/agen/wp-content/uploads/Bol_2621_A.jpg" alt="Proximidade de linhas de transmissão tem possível relação com incidência de leucemia infantil" width="230" height="130" title="Proximidade de linhas de transmissão tem possível relação com leucemia infantil" style="border-top-width: 1px; border-right-width: 1px; border-bottom-width: 1px; border-left-width: 1px; border-style: initial; border-color: initial; padding-top: 4px; padding-right: 4px; padding-bottom: 4px; padding-left: 4px; border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-color: rgb(221, 221, 221); border-right-color: rgb(221, 221, 221); border-bottom-color: rgb(221, 221, 221); border-left-color: rgb(221, 221, 221); background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); background-position: initial initial; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="font-size: 0.9em; line-height: 1.6em; text-align: center; background-color: rgb(255, 253, 229); border-top-width: 1px; border-top-style: solid; border-top-color: rgb(242, 240, 217); border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: solid; border-bottom-color: rgb(230, 228, 207); padding-top: 6px; padding-right: 6px; padding-bottom: 6px; padding-left: 6px; margin-top: 5px; "&gt;Proximidade de linhas de transmissão tem possível relação com leucemia infantil&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', sans-serif; font-size: 13px; "&gt;A tendência, apontada pela bióloga Ciliane Matilde Sollitto em sua tese de doutorado, foi verificada por meio de técnicas de geoprocessamento. “Foram considerados todos os casos notificados de leucemias entre crianças e adolescentes de 0 a 19 anos, do banco de dados do Registro de Câncer de Base Populacional do Município de São Paulo entre 1997 e 2004”, relata. “Dos 1709 casos, 693 registros foram georreferenciados, ou seja, tiveram sua localização fixada no mapa da cidade.”&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', sans-serif; font-size: 13px; "&gt;Ao mesmo tempo, foram elaborados mapas registrando faixas de distâncias pré-estabelecidas ao longo das linhas de transmissão de energia elétrica no mapa da cidade de São Paulo, que serviram de base para a análise da influência dos campos eletromagnéticos em relação aos casos de leucemias. “Entre outros trabalhos, a análise se baseia em um estudo realizado no Reino Unido, com aproximadamente 6 mil casos registrados de leucemia infantil”, conta a pesquisadora. “Essa pesquisa revelou que havia uma tendência de maior incidência de leucemia entre crianças que residiam entre 200 e 600 metros das redes de transmissão de eletricidade.”&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', sans-serif; font-size: 13px; "&gt;Os dados sobre as linhas e os casos georreferenciados de leucemia foram combinadas com a estatística populacional da cidade, obtida no censo do IBGE em 2000. O cruzamento das informações mostrou que nas áreas situadas a até 200 metros das redes de transmissão, a ocorrência de leucemia foi estimada em 22,46 casos por 100 mil habitantes, mais do que a incidência geral do município de São Paulo, que é de 19,34 casos em cada 100 mil moradores.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', sans-serif; font-size: 13px; "&gt;&lt;strong&gt;Exposição&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A pesquisadora defende que novos estudos epidemiológicos sejam realizados sobre poluição eletromagnética. “É preciso investigar mais a fundo a exposição das pessoas a esse tipo de poluente, mais uma dentre as várias formas de poluição existentes na cidade”, ressalta. Ciliane também recomenda o aprimoramento dos registros de morbidade na cidade de São Paulo. “Como a leucemia infantil é passível de cura em cerca de 85% dos casos, é necessário obter dados precisos sobre sua incidência, e não apenas o número de mortes”, ressalta.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', sans-serif; font-size: 13px; "&gt;Os prováveis impactos das radiações não-ionizantes na saúde humana, especialmente entre crianças, são objeto de estudos internacionais aprofundados desde 1979, desde que a Agência Internacional do Câncer considera que os campos eletromagnéticos são possivelmente carcinogênicos.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', sans-serif; font-size: 13px; "&gt;A bióloga, funcionária da Prefeitura de São Paulo, começou a pesquisar a questão da poluição eletromagnética a partir de 2000, para atender as demandas de moradores de City Boaçava (Zona Oeste da capital), que questionavam sobre os possíveis efeitos do aumento da tensão nas linhas de transmissão pretendida pela concessionária de energia. Na dissertação de Mestrado, apresentada em 2006, Ciliane trabalhou com plantas indicadoras de poluição, orientada pelo professor Paulo Saldiva, do Laboratório de Poluição Atmosférica da FMUSP.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', sans-serif; font-size: 13px; "&gt;“Esse trabalho demonstrou que as plantas também apresentavam sensibilidade aos campos eletromagnéticos, do mesmo modo que acontece com a poluição atmosférica, podendo servir também como bioindicadores”, lembra a pesquisadora. A pesquisa para a tese de doutorado, defendida em abril deste ano, teve orientação do professor Luiz Alberto Amador Pereira.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', sans-serif; font-size: 13px; "&gt;&lt;strong&gt;Mais informações: &lt;a href="mailto:nilcili@uol.com.br" style="text-decoration: none; color: rgb(0, 153, 204); "&gt;nilcili@uol.com.br&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', sans-serif;font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-6754703254061365177?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/6754703254061365177/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/10/estudo-sugere-risco-para-saude-em-redes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/6754703254061365177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/6754703254061365177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/10/estudo-sugere-risco-para-saude-em-redes.html' title='Estudo sugere risco para a saúde em redes de transmissão de energia'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-5809647847267044128</id><published>2009-09-21T04:19:00.000-07:00</published><updated>2009-09-21T04:20:46.133-07:00</updated><title type='text'>Consciência e aprendizagem</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SrdhiKn62hI/AAAAAAAAAHQ/eS6A54yI-SY/s1600-h/cerebro.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 190px; height: 138px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SrdhiKn62hI/AAAAAAAAAHQ/eS6A54yI-SY/s200/cerebro.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5383879119139953170" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;A palavra consciência pode significar "com ciência", ou seja, "com conhecimento", "estar ciente de". &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;No meu entender, temos consciência por meio da relação entre nossas percepções, nossos sentidos, que recebem estímulos com significado diante da série de informações que já temos armazenadas - por memória - e às quais estas informações novas selecionadas associam-se. As nossas percepções se delimitam por nossas experiências anteriores, nossa genética, nossas crenças, regras, princípios, valores, que norteiam nosso comportamento, nossos hábitos, nossa opinião e escolhas diárias. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;E, além disso, em condições normais de saúde física e mental, temos consciência de que somos conscientes ou inconscientes em relação a questões e momentos específicos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Os estudos da consciência, pelas mais diversas correntes da medicina e psicologia, entre outras ciências, certas vezes promovem mais dúvidas do que esclarecimentos para nós leigos, mas é sempre prazeroso tomar conhecimento de uma nova descoberta da neurologia.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Veja matéria abaixo publicada pela FAPESP.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FF0000;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:x-small;"&gt;Divulgação Científica&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#330000;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;Sinais conscientes&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Agência FAPESP – Um estudo feito por um grupo de cientistas da Argentina e do Reino Unido indicou que algumas pessoas em estado vegetativo ou de consciência mínima são capazes de aprender e, portanto, de demonstrar pelo menos uma consciência parcial.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A primeira comprovação do gênero, que abre novo caminho para futuras terapias de reabilitação, está em artigo publicado neste domingo (20/9) no site da revistaNature Neuroscience.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Ao estabelecer que tais pacientes são capazes de aprender, os autores do estudo apontam que o método que utilizaram poderá ser usado para verificar o estado de consciência sem precisar recorrer a métodos de obtenção de imagens, como tomografias computadorizadas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A pesquisa foi feita por cientistas da Universidade de Buenos Aires e do Instituto de Neurologia Cognitiva, na Argentina, e da Universidade de Cambridge, no Reino Unido.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Com uso do método clássico de condicionamento pavloviano, os pesquisadores emitiam um tom sonoro e imediatamente ativavam um aparelho que soprava ar nos olhos dos pacientes. Depois de um período de treinamento, os pacientes começaram a piscar assim que o tom era emitido, mas antes de o ar chegar a seus olhos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Os autores destacam que esse processo de aprendizagem exige consciência da relação entre estímulos – o tom precede e prevê o ar no olho. O mesmo tipo de aprendizagem não foi verificado em exames dos pacientes do grupo controle, composto por voluntários anestesiados.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Os pesquisadores apontam que o fato de os pacientes serem capazes de aprender associações indica que eles podem formar memórias e eventualmente se beneficiar da reabilitação.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;“Esperamos que esse método se torne uma ferramenta útil e simples para o teste de consciência sem a necessidade de exames de imagens. Além disso, nossa pesquisa sugere que, se o paciente mostra capacidade de aprender, ele poderá atingir algum tipo de recuperação”, disse Tristan Bekinschtein, da Universidade de Cambridge, primeiro autor do estudo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O artigo Classical conditioning in the vegetative and minimally conscious state, de Tristan Bekinschtein e outros, pode ser lido por assinantes da Nature Neuroscience em &lt;a href="http://www.nature.com/neuro" target="_blank"&gt;www.nature.com/neuro&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.agencia.fapesp.br/materia/11096/sinais-conscientes.htm"&gt;http://www.agencia.fapesp.br/materia/11096/sinais-conscientes.htm&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-5809647847267044128?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/5809647847267044128/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/09/consciencia-e-aprendizagem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/5809647847267044128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/5809647847267044128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/09/consciencia-e-aprendizagem.html' title='Consciência e aprendizagem'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SrdhiKn62hI/AAAAAAAAAHQ/eS6A54yI-SY/s72-c/cerebro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-7833472765039990193</id><published>2009-09-14T16:58:00.000-07:00</published><updated>2009-09-14T17:09:17.797-07:00</updated><title type='text'>Por uma definição de "amar"</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/Sq7apHBwQFI/AAAAAAAAAHA/X13hpX1kFaY/s1600-h/sol.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5381479004550217810" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/Sq7apHBwQFI/AAAAAAAAAHA/X13hpX1kFaY/s200/sol.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Sempre que algo me incomoda, uma sensação de irritação, desconfiança, medo, raiva, toma conta de mim, no instante seguinte, o pensamento: ‘como seria enfrentar esta situação com amor?’&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o que é o amor? É certo que é um conceito convencionado, mas existe algo que se desperta em nossa mente e nossas emoções quando dizemos ou pensamos nesta palavra. Provavelmente, acessamos todos os pensamentos e sentimentos relacionados a este conceito, guardados no inconsciente coletivo; todos os momentos em que a palavra foi pronunciada com a intenção que ela carrega.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, finalmente, se tivéssemos que definir, usaríamos símbolos, imagens, outras palavras, que ao longo dos séculos foram e são associadas ao ‘amor’ ou ao ‘amar’. No entanto, ocorre algo em nossas sensações, uma mudança que identifiquei todas as vezes que, no instante seguinte a um de medo, de irritação ou desconfiança, vivencie, pensei, ou mesmo pronunciei a palavra ‘amor’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela veio, todas as vezes associada a respeito, a admiração, a reverência, a compreensão, a gratidão, a desapego. Mas, recentemente, estive pensando sobre a palavra, motivada por outras questões – e não por sensações – e percebi que, mais do que tudo, amar é compreender, é um sinônimo até de ‘saber’, ‘sabedoria’. Porque eu sinto que o sentimento de amor que se desperta em mim ocorre não quando desejo muito alguém, ou estar com uma pessoa, ou vivencio momentos de paixão, nem mesmo quando acaricio um familiar muito querido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele se desperta quando ‘sei’ a posição das coisas e das pessoas, o lugar que elas ocupam na minha vida, sei a posição que eu ocupo e porque as relações se dão de uma maneira ou de outra. Eu simplesmente sei que é assim que deve ser. Compreendo o porquê a irritação me toma, o porquê das reações adversas das outras pessoas. Compreendo que, seja o estágio evolutivo que for em que estivermos, seja qual for nosso grau de autoconhecimento e sabedoria, todos temos boas intenções quando tomamos uma atitude, pareça ela boa ou má, no mínimo fazemos por instinto de sobrevivência de nós mesmos ou da espécie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, vejo que quando sabemos, brota um sentimento de paz, e de que todos estão executando seus papéis como deveria ser, de que os sistemas em que estamos inseridos exercem um poder sobre nós e, muitas vezes, nos forçam a fazer coisas, a executar tarefas, a vestir roupas, a consumir, entre outras atividades; porque é neste ambiente, neste espaço e neste tempo que fomos designados a viver. Podemos buscar alternativas, podemos tentar nos isolar, fugir desta trama social em que nascemos, mas a verdadeira evolução se dá nela. Não me convenço de que é algo admirável o homem mais feliz do mundo estar num monastério. Até porque o conceito moderno de ‘felicidade’ é bastante Holliwoodyano. Respeito a escolha dos monges, mas é a diversidade de coisas e pessoas, e o turbilhão de vidas que se misturam em pensamentos, sentimentos, necessidades, desejos, sensações, ações e atitudes, que tornam mais intenso e venerável o processo de evolução e de autoconhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, concluo que amar é um sentimento de sabedoria suprema. É algo que lhe dá imensa gratidão de estar onde está, de ser quem é... e de que as pessoas que estão a seu lado estejam lá, que as que não estão, estejam vivendo suas vidas como deve ser, e entender a grandiosidade do mundo, da vida e a interdependência entre os seres e coisas, que faz do universo uma série de partículas, que se movem sem parar, num processo infinito de transformação, fora e dentro de nós, e que tecem aquilo que chamamos ‘realidade’.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-7833472765039990193?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/7833472765039990193/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/09/por-uma-definicao-de-amar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/7833472765039990193'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/7833472765039990193'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/09/por-uma-definicao-de-amar.html' title='Por uma definição de &quot;amar&quot;'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/Sq7apHBwQFI/AAAAAAAAAHA/X13hpX1kFaY/s72-c/sol.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-3611445649983242472</id><published>2009-09-13T10:53:00.000-07:00</published><updated>2009-09-13T10:55:35.238-07:00</updated><title type='text'>A máquina</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/Sq0yB9x1EsI/AAAAAAAAAG4/IZMxb3h8xGU/s1600-h/mÃ¡quina.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5381012139122430658" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 182px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/Sq0yB9x1EsI/AAAAAAAAAG4/IZMxb3h8xGU/s200/m%C3%A1quina.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;A máquina trabalhava todos os dias da semana, expediente de mais de 8 horas diárias, número não contabilizado na CLT. Mas, afinal, era só uma máquina. Embora, no fim das contas, parecesse mais um confessionário em que o crédulo “lava seus pecados”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, mas este não é o início da história. Tudo começa numa neorose. E o que começa em neorose nunca termina, por isso, esta história a exemplo do livro de Michael Ende, é uma história sem fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, esta neorose também não pode existir sem o neorótico, então vamos lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Sr. Avelino acordava, todos os dias, às 6h em ponto, nem um minuto a mais nem a menos. Este era o horário que seu despertador costumava tocas durante 30 anos de sua vida, período em que trabalhava pela manhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora seu expediente só começasse às 13h, de uns 10 anos para cá, ele continuou com um despertador biológico que não o deixava passar das 6h ainda que tomasse o remédio para dormir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, diariamente, pulava da cama como gato posto pra correr e, depois da primeira parada no banheiro, p fogão e a máquina estavam a sua espera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Água posta pra ferver, seguia até a lavanderia. Tão logo chegava, já iniciava a programação da máquina: roupa do cesto no tambor e aquele som de água enchendo, tranqüilizava-o e a deixava trabalhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A família toda dormindo por pelo menos mais uma hora e ele pronto para ir aonde quer que fosse necessário, ou claro, ficar ao lado da máquina só observando e sentindo sua vibração enquanto o sabão e a água se misturavam aos tecidos, provocando uma catarse de limpeza em nosso espectador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a máquina era sempre assunto, ainda que se falasse de grampos de cabelo, de dinheiro (mais especificamente moedas), de pêlos, ou da empregada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Máquina era até motivo de nostalgia ou de discussões daquelas triviais entre família. E o sr. Avelino não entendia de roupa, de tipos de tecido ou de moda. Ele só sabia que todas as vezes que uma blusa preta ficava cheia de bolinhas brancas ou encolhia era culpa de sua esposa ou da empregada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquele era um objeto sagrado capaz de afastar as pessoas em momentos oportunos, de lavar tudo o que se dizia ou fazia e que provocasse arrependimento ou mesmo apenas para fazer barulho o suficiente que não permitiria ouvir seus próprios pensamentos e fazer esquecer o que pudesse ter causado dor ou mal estar a alguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazia chuva ou sol, frio ou calor, dia ou noite, carnaval ou finados, e ela não parava. Bem, isso até surgir um barulho novo. E, sr. Avelino sabia identificar todo novo barulho tanto era o tempo que ficava a seu lado. Preferia lavar roupa e comer pão com carne amanhecida a pagar jantar para a família. Preferia abrir inúmeras vezes a tampa da máquina para inspecionar seu funcionamento a saber o que fazia seu coração bater mais forte e mais feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, não sejamos cruéis, talvez fosse a certeza de que tudo poderia ser limpo que lhe dava forças e alegria para seguir adiante. Talvez aquela vibração fizesse seu coração bater com mais intensidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tecnologia não o surpreendia de fato. Sal avaliação minuciosa do funcionamento das coisas o fazia entusiasmado com uma combinação simples de pilhas e arame ou... água e sabão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, um dia, a máquina começou a emitir um barulho estranho. E, embora sr. Avelino já houvesse executado muitos ruídos da máquina, este era assuntador, agudo como a trilha sonora de Psicose, de Hitchcock.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chacoalhou de todas as formas. Passou semanas testando tecidos, volume de água, de roupas etc. Queria evitar ao máximo pagar um técnico: “Com certeza é algo simples e vão me cobrar o olho da cara”, dizia à mulher, com ares de papai da família urso – da Turma do Pica-Pau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuou os testes, até que um dia, cansado de experimentar e continuar ouvindo o choro de sua companheira, chamou um profissional especializado e descobriu que o barulho nada mais era do que um suporte para evitar que gatos se alojem em seu interior. Foi uma descoberta totalmente inusitada e sr. Avelino contou esta história por anos a fio, a todos aqueles com quem conversava... no banco, na praça, no médico, no elevador, na rua...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Aline Daher)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Foto: &lt;a href="http://www.maurolemes.com.br/image014.gif"&gt;http://www.maurolemes.com.br/image014.gif&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-3611445649983242472?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/3611445649983242472/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/09/maquina.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/3611445649983242472'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/3611445649983242472'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/09/maquina.html' title='A máquina'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/Sq0yB9x1EsI/AAAAAAAAAG4/IZMxb3h8xGU/s72-c/m%C3%A1quina.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-6201992217333041778</id><published>2009-09-11T12:40:00.000-07:00</published><updated>2009-09-21T04:27:52.714-07:00</updated><title type='text'>A simplicidade complexa</title><content type='html'>Dia após dia, nos deparamos com notícias de catástrofes naturais, milhões de mortes por doenças, assassinatos etc. O volume e a periodicidade destas notícias e, em alguns casos, a forma como são veiculadas - diga-se de passagem, em alguns casos, sem o mínimo de ética - nos tornam, como muitos estudiosos já afirmaram (bem melhor do que eu), passivos, hipnotizados, como se tudo acontecesse naturalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, tenho que concordar que causa certa indignação a passividade em que as pessoas se encontram. Mas confesso que a minha indignação maior não é quanto à passividade dessas pessoas em relação ao que se passa no mundo, mas &lt;strong&gt;em relação ao que se passa consigo mesmas&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa mente racional tem por hábito fazer comparações entre situações diferentes e estabelecer uma hierarquia de qual é melhor e qual é pior. Pode ser que alguns tenham razão em dizer que antigamente era muito melhor, porque as pessoas podiam ser escravas, mas elas tinham o que comer. Bom, eu não pretendo chegar a uma conclusão sobre esta hipótese, mas o que posso dizer é que, em toda história do HOMEM, tanto a compaixão quanto a crueldade conviveram, as catástrofes naturais sempre existiram. O que mudou é que &lt;strong&gt;na modernidade, nossa mente é invadida a todo instante com imagens e informações sobre os atos de homens das mais diversas etnias e de catástrofes das mais diversas&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As imagens da TV e do cinema, principalmente, criaram um mundo imensamente maior na cabeça do homem moderno do que o era para o homem feudal, antigo, ou pré-histórico.&lt;strong&gt; Este processo é interessante porque nos forçou a uma ampliação da consciência, ainda que muitas vezes ela seja mais degradadora do que o contrário.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Costumo pensar que uma verdadeira ampliação da consciência seria ver todas estas notícias, que se tornam habituais, corriqueiras, ordinárias, e compreender que, a crueldade, a compaixão, o amor, a dor, o sofrimento, a morte, a alegria e a celebração sempre fizeram parte da sociedade humana e de seu relacionamento com a Natureza; que embora desejássemos que todos tivessem responsabilidade sobre seus atos e pudessem tratar o mundo e o outro com respeito e amor, não temos controle sobre o comportamento do outro e, portanto, idealismos apenas criam oportunidade para frustrações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante desta realidade complexa, que a mídia intensificou em nossa mente, a saída é olharmos para nós, nossa saúde física, mental, emocional. Indignar-se com as notícias não é verdadeiramente o que fará a diferença, o importante é saber o que cada um de nós vai fazer com estas imagens e informações que invadem nosso dia a dia, por vezes nos consolando, por outras nos agredindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descobrir o que nos move, o que provoca amor ou dor e o que isso faz com nossas vidas, nossa saúde e com aqueles com quem nos relacionamos, é o melhor desafio diário que alguém pode ter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu, sinceramente, muitas vezes, prefiro não saber de algumas notícias, embora jornalista.&lt;br /&gt;Sei que, em alguns casos, não terei controle sobre o que aquela imagem ou informação vai provocar no meu emocional, então simplesmente prefiro não saber. Nossa sociedade valoriza demais aqueles que acumulam toneladas de informações superficiais sobre tudo, mas isso criou muitos homens dispersos, ansiosos, descontrolados emocionalmente, confusos mentalmente, agressivos, egoístas etc. É importante lembrar que toda a agressividade que se apresenta existe de forma latente em todos nós, o que precisamos é, sabendo disso, escolher o que faremos a seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mídia nos educa a todo momento, consciente ou inconscientemente, mas as instituições que produzem seu conteúdo nem sempre têm compromisso com esta função 'educativa' e, assim, nós temos que assumir este papel, sermos capazes de discernir entre o que é essencial para sermos pessoas melhores e o que nos torna doentes - física, mental ou emocionalmente. Esta é a simplicidade complexa: estar presente, consciente em cada escolha que fazemos, escolher cada imagem e informação a que teremos acesso, diariamente, para que, no longo prazo, o efeito cumulativo seja positivo para nossa qualidade de vida e daqueles que nos cercam.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-6201992217333041778?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/6201992217333041778/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/09/simplicidade-complexa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/6201992217333041778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/6201992217333041778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/09/simplicidade-complexa.html' title='A simplicidade complexa'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-6400941103654520215</id><published>2009-08-07T12:55:00.000-07:00</published><updated>2009-08-07T13:25:07.409-07:00</updated><title type='text'>O que dissemina ou contamina mais rápido?</title><content type='html'>A dúvida que me coloquei hoje depois de receber inúmeros e-mails sobre a gripe suína foi:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que dissemina mais rápido? O vírus da H1N1 nova ou os e-mails de &lt;em&gt;Forward&lt;/em&gt; que tratam de seus mais infinitos males e fatalidades?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não cheguei a uma resposta numérica ou lógica, mas a uma nova pergunta: o que mata mais? Vírus de gripe ou informação transmitida sem responsabilidade e compromisso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nossa mente é muito mais poderosa do que muitos acreditam que ela seja.&lt;strong&gt; E ela funciona por meio de associações de imagens, emoções, modelos de comportamento, conceitos, informações, dados.&lt;/strong&gt; Para a maioria da população mundial, a emoção domina a razão, no sentido de que a paixão e o medo direcionam suas ações muito mais do que a lógica racional - da compreensão da conexão que existe entre as coisas, pessoas, espaço e tempo...&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Este domínio da paixão e do medo são os responsáveis para que as pessoas disseminem uma informação, seja de onde for, porque ela revela uma ameaça á sobrevivência da espécie.&lt;strong&gt; Novamente, esquecemos que vivemos numa ecologia e que a raça humana não está fora dos ciclos de vida e morte.&lt;/strong&gt; Construímos nossas vidas sob parâmetros chamados civilizados, mas há muitos que cultuam a verdadeira barbárie justificada por argumentos fortemente embasados em normas e regras desta sociedade. É um ciclo sem fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É importante dizer que existem pesquisas em países, principalmente da Europa, que revelaram a influência de notícias publicadas nos jornais sobre suicídio no aumento deste tipo de morte.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisamos nos cuidar? Nos proteger? Garantir a sobrevivência da espécie? Sim.&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;Mas além de nos proteger dos vírus e bactérias e outros seres que podem ameaçar nossas vidas, temos que nos proteger de informação descompromissada com a saúde física e mental do homem, de informação&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;desnecessária ou que apenas faça crescer o medo, o isolamento e, até mesmo, a crença de que estamos doentes, e a visão catastrófica do apocalipse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes, tenho a impressão de que para alguns esta visão é reconfortante, porque se tudo acaba ao mesmo tempo, não há nada a se perder.&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;Quanto egoísmo! Se pensássemos que não somos donos de nada, também não precisaríamos viver com medo de perder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A imagem aterradora que estas informações criam na mente das pessoas é suficiente para alguns ficarem como 'Raul' - "com a boca escancarada, cheia de dentes, esperando a morte chegar".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As informações não podem ser aceitas sem um contexto, sem uma fonte de confiança, sem comparações, sem meios que nos permitam fazer associações e compreendê-la de verdade. De que adianta a alguém receber a informação de que pode ficar doente ou de que pode morrer - isso todo mundo sabe. Informação importante é aquela que nos permite tomar alguma atitude, uma atitude positiva e não destrutiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a verdade é que: o que se pode esperar de cidadãos comuns/usuários de e-mails pessoais, se empresas e profissionais da comunicação muitas vezes não são sensatos o suficiente para saber quais informação transmitir e quais não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me consola é o fato de que momentos de crise e fragilidade são oportunidades sem igual para refletirmos e reestruturarmos nossa vida, nossos objetivos, nossa missão...tudo. E sempre existem alternativas. Cabe a nós escolher se vamos nos deixar contaminar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-6400941103654520215?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/6400941103654520215/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/08/o-que-dissemina-ou-contamina-mais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/6400941103654520215'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/6400941103654520215'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/08/o-que-dissemina-ou-contamina-mais.html' title='O que dissemina ou contamina mais rápido?'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-4764470821255748035</id><published>2009-08-05T05:20:00.000-07:00</published><updated>2009-08-05T05:28:13.980-07:00</updated><title type='text'>Floresta agora exerce a função de preservar</title><content type='html'>Nesta onda de sustentabilidade, tem empresa querendo tirar vantagem de qualquer jeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes dias, na Marginal Tietê me surpreendeu os dizeres num caminhão ao lado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Transportadora Floresta&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e logo abaixo o slogan: &lt;strong&gt;'Preservando sua carga'&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada contra a empresa, até porque não conheço seu trabalho, ela pode mesmo ser top em sustentabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que me surpreendeu foi a inversão de sentidos. Quero dizer, seria como dizer que a floresta pressupõe preservação. Seria como dizer: "Nossa... que planta ecológica".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou, seria como dizer que a floresta, por ser verde, representar o meio ambiente - que, hoje, está intensamente vinculado ao termo 'preservação' - tivesse a competência, a habilidade, a função de PRESERVAR.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mínimo inacreditável, no máximo hilário.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-4764470821255748035?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/4764470821255748035/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/08/floresta-agora-exerce-funcao-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/4764470821255748035'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/4764470821255748035'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/08/floresta-agora-exerce-funcao-de.html' title='Floresta agora exerce a função de preservar'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-5261124090648752994</id><published>2009-08-05T04:58:00.000-07:00</published><updated>2009-08-05T05:18:55.010-07:00</updated><title type='text'>Consumir, beber e fumar</title><content type='html'>Tem algo em comum nestes três verbos: os três são objetos de leis que os restrigem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São os famosos 'consumação mínima', 'se beber não dirija' e 'fume só em espaços privados'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É, talvez a legislação não diga exatamente isto, mas seja lá o que diga ou mesmo a publicidade sobre ela, em que se investiu pesadamente, a verdade é que ainda existem os bares com consumação mínima, os estabelecimentos continuam lucrando com venda de cerveja e destilados a 'motoristas' e, agora, a dúvida é por quanto tempo a atmosfera dos espaços públicos vai ser ecologicamente correta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu confesso que não bebo, nem fumo e, por esta razão, cosnumação mínima para mim muitas vezes é a máxima.&lt;strong&gt; E confesso também que para mim seria o melhor dos mundos se não existissem cigarros na face da Terra.&lt;/strong&gt; Mas eu não sou assim tão idealista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sociedade em vivemos, infelizmente as leis passam a ser necessárias, já que a educação (e mesmo os modelos) para um cuidado consigo e sua saúde, e o respeito com o outro é muito deficiente. Mas o que me indigna é justamente toda esta verba em publicidade não ser usada para programas de educação paralelos à 'proibição'. Hummm mas isso dá trabalho, é difícil. Sim, tudo o que é bem feito dá trabalho - já dizia uma prima psicóloga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas sabemos que existem uma série de fatores, de interesses envolvidos... afinal, num país de muitos desempregados, não só o trabalhador precisa assegurar seu cargo, mas também o deputado, o senador, o ministro, o secretário, o presidente... E manter alguns cargos exige manter uma estrutura que lhes garanta importância. Porque o dia em que cada um puder viver num processo contínuo de aprendizagem e autoconhecimento, será revelada a obsolência de muitos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-5261124090648752994?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/5261124090648752994/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/08/consumir-beber-e-fumar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/5261124090648752994'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/5261124090648752994'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/08/consumir-beber-e-fumar.html' title='Consumir, beber e fumar'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-2039631944844725576</id><published>2009-08-05T04:52:00.000-07:00</published><updated>2009-08-05T04:58:16.612-07:00</updated><title type='text'>Gripe suína potencializa ensino à distância</title><content type='html'>O ensino à distância tem sido o foco de políticas públicas em educação, objeto de pesquisas e até motivo para greve - como a última dos estudantes de universidades estaduais. Mas a verdade é que com adversários ou não, na saúde ou na doença, a tendência é que esta forma de 'ensinar' só cresça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://www.maxpressnet.com.br/noticia.asp?TIPO=PA&amp;amp;SQINF=389444"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;COLÉGIO PAULISTA INOVA COM AULAS VIRTUAIS&lt;br /&gt;PARA DRIBLAR A GRIPE H1N1&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-2039631944844725576?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/2039631944844725576/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/08/gripe-suina-potencializa-ensino.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/2039631944844725576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/2039631944844725576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/08/gripe-suina-potencializa-ensino.html' title='Gripe suína potencializa ensino à distância'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-5512432701450306642</id><published>2009-08-03T06:48:00.000-07:00</published><updated>2009-08-03T06:54:13.626-07:00</updated><title type='text'>Novo RAP DaherBaptista</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/Snbr9qSOJDI/AAAAAAAAAGw/hlLwijaGDBI/s1600-h/Foto-A0115.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365735450613785650" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/Snbr9qSOJDI/AAAAAAAAAGw/hlLwijaGDBI/s200/Foto-A0115.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Eu sou o Daenam, sobrinho-neto da tia Ana, mãe da Aline, tenho 6 anos e eu vou apresentar minha primeira composição: o rithym and poetry do Wefer, vulgo (RAP do Wefer).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Mamãe, sabe o que me aconteceu,&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O Wefer me bateu,&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ai, Ai, Ai EU!"&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Divulguem este grande sucesso!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-5512432701450306642?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/5512432701450306642/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/08/novo-rap-daherbaptista.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/5512432701450306642'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/5512432701450306642'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/08/novo-rap-daherbaptista.html' title='Novo RAP DaherBaptista'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/Snbr9qSOJDI/AAAAAAAAAGw/hlLwijaGDBI/s72-c/Foto-A0115.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-5054867393920418765</id><published>2009-07-09T06:55:00.000-07:00</published><updated>2009-07-09T07:00:29.893-07:00</updated><title type='text'>Lançamento da XIII Coletânea Komedi</title><content type='html'>Para muitos a poesia é só um texto que os outros compõem. Para os poetas, para os de sensibilidade exacerbada, ela é o fio condutor que liga tudo na vida. E pode ser feita em versos, em prosa, em fatos, em ações...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convido vocês para um evento em que se reunem poetas e convidados, no afã de envolver a todos com esta brisa tênue e eterna que é a poesia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XIII Coletânea Komedi&lt;br /&gt;Data: 25 de julho de 2009, sábado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Horário: 16:00  &lt;br /&gt;Local: Educandário Eurípedes&lt;br /&gt;Av. Theodureto de Almeida Camargo, 750 - Vila Nova&lt;br /&gt;Campinas - SP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-5054867393920418765?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/5054867393920418765/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/07/lancamento-da-xiii-coletanea-komedi.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/5054867393920418765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/5054867393920418765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/07/lancamento-da-xiii-coletanea-komedi.html' title='Lançamento da XIII Coletânea Komedi'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-6905906280823156194</id><published>2009-06-01T15:00:00.000-07:00</published><updated>2009-06-01T15:04:09.921-07:00</updated><title type='text'>A literatura, o mito, a essência da vida humana</title><content type='html'>Tive que reproduzir este trecho de O poder do mito, de Joseph Campbell - uma entrevista. Fiquei emocionada com a descrição sobre o livro do Mann, talvez porque me identifiquei muito com o que o personagem viveu, porque admiro aquele que foi para longe e conseguiu dar a totais desconhecidos mais do que àqueles que são sua gênese, sua história, sua memória... mas tb não os invejo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MOYERS: Quer dizer que contamos histórias para tentar entrar em acordo com o mundo,&lt;br /&gt;para harmonizar nossas vidas com a realidade?&lt;br /&gt;CAMPBELL: Penso que sim. Romances – grandes romances – podem ser&lt;br /&gt;excepcionalmente instrutivos. Nos meus vinte e nos meus trinta, até nos meus quarenta&lt;br /&gt;anos, James Joyce e Thomas Mann eram meus professores. Eu lia tudo o que eles&lt;br /&gt;escreveram. Ambos escreveram em termos do que se poderia chamar de tradição&lt;br /&gt;mitológica. Tome, por e xemplo, a história de Tonio, no Tonio Kröger, de Thomas Mann. O pai de Tonio era um sólido homem de negócios, um cidadão de relevo em sua cidade natal. O pequeno Tonio, porém, tinha um temperamento artístico, por isso mudou se para Munique e reuniu se a um grupo de literatos, que se sentiam superiores aos meros ganhadores de dinheiro e aos homens de família.&lt;br /&gt;Assim, eis aí Tonio dividido entre dois pólos: seu pai, que era um bom pai, responsável e tudo o mais, mas que nunca tinha feito o que queria, em toda a sua vida; e, por outro lado, aquele que deixa sua cidade natal e assume uma atitude crítica em relação à vida que se levava lá. Mas Tonio descobriu que de fato amava a gente de sua cidadezinha. E embora se julgasse um pouco superior a eles, em termos intelectuais, e pudesse falar deles com&lt;br /&gt;palavras cortantes, seu coração, apesar de tudo, estava com eles.&lt;br /&gt;Mas quando partiu, para viver com os boêmios, descobriu que estes tinham tal desdém pela vida que tampouco poderia viver com eles. Por isso deixou os e e screveu uma carta a um do grupo, dizendo: “Admiro aqueles seres frios e orgulhosos que se arriscam nos caminhos da beleza elevada e diabólica e menosprezam a ‘humanidade’; mas não os invejo. Pois se alguma coisa é capaz de fazer de um literato um poeta, essa coisa é o amor de minha cidade natal pelo humano, aquilo que existe e é comum. Todo calor deriva desse amor, toda doçura e todo humor. De fato, quanto a mim, creio mesmo que esse amor deve ser aquele sobre o qual está escrito que se pode ‘falar com a língua dos homens e dos anjos’, que no entanto soa, quando o amor falta, ‘como metal ruidoso ou címbalo tilintante’”. Em seguida, ele diz que “o escritor deve ser verdadeiro para com a verdade”. E ele é um assassino, porque a única maneira de você descrever verdadeiramente um ser humano é através de suas imperfeições. O ser humano perfeito é desinteressante – o Buda que abandona o mundo, você sabe. As imperfeições da vida é que são apreciáveis. E, quando lança o dardo de sua palavra verdadeira, o escritor fere. Mas o faz com amor. É o que Mann chamava “ironia erótica”, o amor por aquilo que você está matando com sua palavra cruel, analítica.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-6905906280823156194?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/6905906280823156194/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/06/literatura-o-mito-essencia-da-vida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/6905906280823156194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/6905906280823156194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/06/literatura-o-mito-essencia-da-vida.html' title='A literatura, o mito, a essência da vida humana'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-4310254995373177730</id><published>2009-05-11T11:02:00.001-07:00</published><updated>2009-05-11T11:02:38.074-07:00</updated><title type='text'>Vagas para jornalistas</title><content type='html'>A RedeTV! está selecionando 30 pesssoas, formadas, para comporem uma equipe de jornalismo investigativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os interessados devem escrever para: Juliana Evangelista &lt;a href="http://br.mc654.mail.yahoo.com/mc/compose?to=jevangelista@redetv.com.br" target="_blank"&gt;jevangelista@redetv.com.br&lt;/a&gt; assunto: webreporter-indicação tognolli.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa sorte!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-4310254995373177730?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/4310254995373177730/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/05/vagas-para-jornalistas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/4310254995373177730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/4310254995373177730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/05/vagas-para-jornalistas.html' title='Vagas para jornalistas'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-4714604098848720540</id><published>2009-05-09T13:41:00.000-07:00</published><updated>2009-05-09T13:51:26.413-07:00</updated><title type='text'>A ausência que move o homem</title><content type='html'>Somos educados e reeducados, diariamente, para sermos regidos pela ausência de nós mesmos. Isso significa que, principalmente no Brasil, e creio em outros países em desenvolvimento ou que passaram por processos de colonização, a heteronomia reina sobre a autonomia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos regidos por normas que não entendemos, não nos compromissamos com a nossa existência ou a do outro e ficamos esperando sermos repreendidos ou punidos, para serguirmos a lei, ou recompensados, para saber quando continar nos comportando da mesma maneira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos ausentamos de nós mesmos, para evitarmos a culpa. Delegamos a terceiros o poder sobre nossas vidas... nossas decisões&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esperamos que uma mão nos empurre e nos faça seguir, como uma massa amorfa, que nunca se define, porque não se conhece e acredita que é aquilo no que a mão lhe transformou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S. O texto está em primeira pessoa do plural, mas depende de cada um deste 'nós' de que falo tomar consciência e descobrir que ingrediente desta massa é.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-4714604098848720540?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/4714604098848720540/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/05/ausencia-que-move-o-homem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/4714604098848720540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/4714604098848720540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/05/ausencia-que-move-o-homem.html' title='A ausência que move o homem'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-2161103496554425768</id><published>2009-05-09T06:24:00.000-07:00</published><updated>2009-05-09T06:40:18.498-07:00</updated><title type='text'>A essência é maior que a aparência?</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;color:#993399;"&gt;&lt;strong&gt;VEJAM O VÍDEO: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=9neKhjyHWgc"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#993399;"&gt;&lt;strong&gt;http://www.youtube.com/watch?v=9neKhjyHWgc&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivia num mundo&lt;br /&gt;Em que o corpo era imundo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maltratou o corpo&lt;br /&gt;Ou dele se olvidou&lt;br /&gt;Exaltou o morto&lt;br /&gt;De quem a alma se livrou&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontrou, na morte, a vida&lt;br /&gt;E fez da doutrina exibida&lt;br /&gt;Uma razão atrevida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Torturou a aparência&lt;br /&gt;E na sua inocência&lt;br /&gt;Perdeu a essência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apegou-se ao eterno&lt;br /&gt;E a sete paus abaixo&lt;br /&gt;Eternizou-se num terno&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perdeu a vida&lt;br /&gt;E a ela voltou, decidida&lt;br /&gt;A encontrar a correta medida&lt;br /&gt;_________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;‘A imagem ou a aparência é uma oportunidade infinita de significados; aceitam a ideologia de quem quer que as “leia” para dar-lhe um sentido ou uma essência.’&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;‘A doutrina cristã louva o espírito (a essência), em detrimento do corpo (a aparência):&lt;br /&gt;Espírito (matéria etérica, sublime) = sagrado&lt;br /&gt;Corpo (matéria física)= pecado&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-2161103496554425768?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/2161103496554425768/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/05/medida-certa-entre-o-essencial-e-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/2161103496554425768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/2161103496554425768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/05/medida-certa-entre-o-essencial-e-o.html' title='A essência é maior que a aparência?'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-3091696182333540965</id><published>2009-05-03T12:04:00.001-07:00</published><updated>2009-05-03T12:08:27.107-07:00</updated><title type='text'>A flor na pele</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/Sf3rmQbQFrI/AAAAAAAAAGQ/GFBQLyThmD8/s1600-h/011608_1646.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Caminhava sobre o cimento cinza, avistando o sol tocar quente o extenso gramado morro abaixo. E, então, uma vontade súbita de me atirar ali me acometeu, como tantas outras vezes. Mas, naquele dia, foi diferente: eu me rendi ao meu desejo de maneira tão espontânea, e satisfatória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rompi o limite entre cinza e verde e a sola do calçado tocou a grama. Era comum encontrar amigos ao sol naquele espaço, mas não amigos meus, conhecidos entre si, que provavelmente louvavam ao Sol, como eu, sem mitos ou simbologias, mas simplesmente por sua natureza iluminada e quente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentei-me, recostada a uma árvore. Pensei em ler o livro que carregava – Macunaíma –mas não me animou lembrar da história. Não combinava com aquele momento. Então, fechei os olhos e fiz um esforço para lembrar das notas de uma música de Bach que sempre me pacifica a alma: &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=qOVwokQnV4M"&gt;Air on the G String&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E foi como se os raios de sol me tocassem como cada nota estridente e longa do violino. Em minha mente, cores iam surgindo, provocadas talvez pela música, talvez pelo efeito da luz do sol nos meus olhos, ainda que fechados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De repente, senti um calor que não vinha de cima, mas do meu lado esquerdo. Relutei em abrir os olhos, embora o movimento da cabeça tenha sido involuntário, dado o senso de proteção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, ainda sem abrir os olhos, comecei a sentir um perfume acre e cítrico ao mesmo tempo, que combinava com a música em minha mente, a qual agora tocava como se viesse de fora de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curiosa, apesar do prazer das circunstâncias, abri os olhos e um pequeno cãozinho havia sentado ao meu lado e, como eu, fechara os olhos para sentir ainda melhor o prazer do calor penetrando firmemente seu pêlo, sua derme, sua carne...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltei a fechar os olhos, sentindo ainda o leve sorriso no rosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu corpo já parecia acompanhar as nuances da música, fazendo com que uma leve brisa se formasse tocando as maçãs do rosto com uma delicadeza incrível. No clímax da música, algo macio caiu sobre minha face e, então abri os olhos, com a cabeça voltada para o alto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma chuva de pétalas numa sinfonia de cores começava, cobrindo tudo e acariciando a pele quente e dourada. Com o prazer deste toque, fechei novamente os olhos e, desta vez, adormeci.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando acordei, minhas raízes haviam se formado novamente, voltei a procurar um novo chão para pisar, uma nova sensação de prazer, uma nova inspiração...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-3091696182333540965?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/3091696182333540965/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/05/flor-na-pele.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/3091696182333540965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/3091696182333540965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/05/flor-na-pele.html' title='A flor na pele'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-7748996866052359305</id><published>2009-04-30T16:42:00.000-07:00</published><updated>2009-04-30T17:09:56.124-07:00</updated><title type='text'>Ideias ao vento, sem acento</title><content type='html'>Hoje, a aula de Didática falava sobre os âmbitos da avaliação, do porquê de sua existência e de como ela determina a relação professor-aluno e aluno-aluno em sala de aula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A crítica feroz é de que o professor não sabe lidar com o tipo de escola em que está inserido, ou melhor, com as fenomenais diferenças socioeconômicas e de valores dos alunos, sem usar isso como instrumento para sua ridicularização (do aluno).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E penso que, como os terapeutas devem fazer terapia pelo resto da vida, os professores deveriam ter aulas para o resto da vida, mas não necessariamente pedagogia ou da disciplina que ministram, e sim sobre temas e atividades diversas.... Em verdade, talvez este seja um início para mudar o ambiente dentro da escola, onde o confinamento e a verticalidade do poder vai totalmente contra o sentido de aprender, de adquirir conhecimento sobre si e sobre o mundo, a fim de ter autonomia, criatividade, controle emocional e evitar assim grande parte das doenças do nosso tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, ao contrário do que muitos podem dizer ou pensar, esta escola educa...toda escola educa, talvez não visando o resultado do aprendizado daquilo que lhe dará a capacidade de se conhecer e de encontrar seu lugar no mundo, mas, como a maioria hoje, o aprendizado de um comportamento passivo e alienado, de que as aparências valem mais do que a essência - como se fosse possível separar uma coisa da outra -, de que a técnica é apenas a execução de procedimentos com objetivo de lucro e não arte, que o fazer é mais importante do que pensar, e que o pensar é mais importante do que o sentir, e de quem faz e sente está num nível social inferior àquele que pensa, que o consumidor é o que faz do indivíduo um cidadão de valor na sociedade em que vivemos hoje, e que os objetos que nos rodeiam valem mais do que as pessoas que os utilizam ou que estão por trás deles. Aprendizado de valores que são fundamentos da sociedade em que estamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É...tudo isso. Pensar, fazer, sentir...tudo ocorre ao mesmo tempo. Aparência e essência estão intrinsecamente ligadas, não há dissociação de forma e conteúdo, não há separação de sujeito e objeto. O objeto não o "é" se não servir aos propósitos humanos. Um sujeito deu o nome de 'objeto' a ele e, por isso, ele é também este sujeito, inclusive a forma de pensar dele no momento em que o nomeou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E para dizer o que digo visto os muitos discursos que ouvi e concordei e talvez exista alguma ideia só minha, na verdade acho que a ideia só minha está na forma disso que escrevi, então a forma que é conteúdo se revela aqui - uma estética talvez única, talvez não, recheada de uma ideologia...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-7748996866052359305?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/7748996866052359305/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/04/ideias-ao-vento-sem-acento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/7748996866052359305'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/7748996866052359305'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/04/ideias-ao-vento-sem-acento.html' title='Ideias ao vento, sem acento'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-5907703916523023132</id><published>2009-04-29T15:24:00.000-07:00</published><updated>2009-04-29T15:40:33.885-07:00</updated><title type='text'>Noite de cão - vírgula - noite de água e alarmes</title><content type='html'>Já tive noites de cão, literalmente, em que um cachorro passou a madrugada uivando sem parar... de dar pena... outras em que os cachorros de rua ou de linha de trem latiram a noite toda, provavelmente na disputa pela fêmea do bando...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas esta noite foi, pra não dizer com outras palavras, 'diferente'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordamos com o barulho do interfone. Olhei no celular e, então, pensei: - Quem é o energumino (nem sei se é assim que escreve) que veio nos visitar às 3h da madrugada?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, sem resposta, rolo mais um pouco na cama e resolvo levantar pra saber o que é: o fundo da caixa d'água estourou.... Cachoeira de água potável na escada de incêndio - que ironia e que pecado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o assunto se resolve de maneira razoável, volto pra cama... Mas depois de acordar, fica impossível ignorar o alarme contínuo de uma casa vizinha.... Tuim tuim tuim tuim tuim tuim tuim tuim....Sei, vocês já entenderam...eu também tinha entendido e mesmo assim ninguém desligou o alarme até às 13h da tarde do dia seguinte. Dá pra imaginar: Que noooooite!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a 'bela da tarde' saiu com os olhos inchados, as têmporas contraídas... o passo lento....&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-5907703916523023132?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/5907703916523023132/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/04/noite-de-cao-virgula-noite-de-agua-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/5907703916523023132'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/5907703916523023132'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/04/noite-de-cao-virgula-noite-de-agua-e.html' title='Noite de cão - vírgula - noite de água e alarmes'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-3716277878675141375</id><published>2009-04-23T10:15:00.000-07:00</published><updated>2009-04-23T10:25:55.851-07:00</updated><title type='text'>Pensamento do dia</title><content type='html'>Entregar-se&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se faz por orgulho – medo de perder o controle, de ser dominado pela paixão.&lt;br /&gt;Não se faz por vaidade – medo de ter de refazer toda a imagem, estruturada e reforçada ao longo de anos.&lt;br /&gt;Faz-se por desprendimento – certeza de que nada é melhor do que a experiência de realizar o que se deseja no momento em que o desejo acontece.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-3716277878675141375?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/3716277878675141375/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/04/pensamento-do-dia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/3716277878675141375'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/3716277878675141375'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/04/pensamento-do-dia.html' title='Pensamento do dia'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-954431587322511138</id><published>2009-04-06T04:54:00.000-07:00</published><updated>2009-04-06T05:07:22.489-07:00</updated><title type='text'>Foi um mega mini flash back</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SdnwUK2CZ2I/AAAAAAAAAFo/9hzOg3Isd4Y/s1600-h/Foto-A0123.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5321548664014006114" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SdnwUK2CZ2I/AAAAAAAAAFo/9hzOg3Isd4Y/s200/Foto-A0123.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Semana sortida de encontros e reencontros&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Amizades&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Carinho&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Saudade&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Nostalgia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Poesia...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sol e chuva&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Vento e mormaço&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Flores nas árvores&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Folhas ao chão&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=_Mg8m49vSM8"&gt;'Acho que sou loki'&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;e até pancadão...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Da massinha de modelar&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Fui pro quebra-cabeça&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;História para ninar&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E piada pitoresca&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Coelhinho da páscoa, o que você traz?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um ovo pra menina que sabe cantar...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um ovo pra menina que sabe dançar..."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-954431587322511138?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/954431587322511138/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/04/foi-um-mega-mini-flash-back.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/954431587322511138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/954431587322511138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/04/foi-um-mega-mini-flash-back.html' title='Foi um mega mini flash back'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SdnwUK2CZ2I/AAAAAAAAAFo/9hzOg3Isd4Y/s72-c/Foto-A0123.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-6479344775230582039</id><published>2009-03-30T07:01:00.000-07:00</published><updated>2009-03-30T07:27:11.229-07:00</updated><title type='text'>Emprego X Trabalho</title><content type='html'>Um discurso recorrente diz: O trabalho dignifica o homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é verdade. Eu acredito nisso. Mas não o trabalho como emprego, porque o emprego´é uma instituição criada pelo capitalismo em que independente de haver trabalho - ou seja transformação de energia, geração de energia - o indivíduo, vulgo consumidor, recebe um salário com o qual adquirirá produtos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a crise, vemos uma discussão incrível acerca do número de demissões, de desempregados, pessoas que são, nesta condição, humilhadas pelo próprio sistema, porque perderam sua 'dignidade', não têm mais poder, poder de consumo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é aí que vemos a confusão trabalho, emprego, consumidor, cidadão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como pode ser cidadão, quero dizer argumentar política, sociológica e filosoficamente acerca de sua condição e do contexto em que está inserido, um indivíduo que foi educado basicamente para ser consumidor e, portanto, ter um emprego e um salário com este propósito?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como pode ser capaz de ter uma postura ativa diante de sua própria vida, alguém de aprendeu que obedecer é o mais importante para manter este tão glorioso emprego, que 'coloca o pão em sua mesa'?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Delegou-se a tantos outros o poder de fazer as coisas, que o indivíduo ficou sem função, a não ser obedecer ordens. Falo de um grande número de pessoas, não todas, é claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se estes indivíduos fossem cidadãos, estariam prontos a questionar aquilo que lhes é mais próximo, seriam capazes de estar desempregados sem se sentir humilhados; poderiam criar meios de trabalhar, de produzir, de trocar bens, sem que fosse necessário depender deste sistema emprego, salário, consumo, e sem apelar para os meios degradantes, como o tráfico, jogos, pirataria entre outros atos que são causadores da destruição de tantas vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos perderam a dignidade, porque não trabalham mais, apenas obedecem ordens para manter seus empregos, até que uma crise local ou global os façam perdê-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, então, surgem discussões como a de que é preciso fazer algo para manter o emprego das pessoas. A questão é: para que manter o emprego das pessoas? Neste sistema social, a regra é que o sucesso de um será sempre o fracasso de outro, então, se não perde a empresa, perde o funcionário ou ex-funcionário....e muitos mais. O que muitos não querem ver é que está tudo interligado, que a geração de empregos - embora no topo da lista das atividades sociais, como a de maior nível e valor - não é suficiente se for ação isolada. Mas, enquanto o valor da nossa sociedade estiver naquilo que gera dinheiro e nada mais, então ninguém vai trabalhar sem que seja num emprego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com todo este 'blá blá blá' não quero dizer que a mim parece ou é fácil, mas que o que se deve enfrentar é maior do que a crise financeira ou o desemprego, é a crise existencial do ser humano e do sistema que ele criou e ao qual delegou o poder de reger sua vida, como se acionasse um piloto-automático.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-6479344775230582039?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/6479344775230582039/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/03/emprego-x-trabalho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/6479344775230582039'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/6479344775230582039'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/03/emprego-x-trabalho.html' title='Emprego X Trabalho'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-5775624253242402711</id><published>2009-03-23T15:42:00.000-07:00</published><updated>2009-03-23T15:43:09.246-07:00</updated><title type='text'>Uma recomendação</title><content type='html'>Leiam em &lt;a href="http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/marco2009/ju423_pag08a.php"&gt;http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/marco2009/ju423_pag08a.php&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bióloga utiliza linhagens de fungos para biodegradação de garrafas PET&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a class="textos-peq" href="mailto:kel@unicamp.br"&gt;&lt;strong&gt;RAQUEL DO CARMO SANTOS&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-5775624253242402711?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/5775624253242402711/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/03/uma-recomendacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/5775624253242402711'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/5775624253242402711'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/03/uma-recomendacao.html' title='Uma recomendação'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-2711534944893374475</id><published>2009-03-20T16:45:00.001-07:00</published><updated>2009-03-20T16:50:44.429-07:00</updated><title type='text'>Culinária, o tempo e o relógio</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/ScQrh1DlsZI/AAAAAAAAAFg/k7DVKyg60AE/s1600-h/Foto-A0068.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Sempre que vamos à cozinha dispostos a preparar algo, nos munimos de receitas. Quero dizer, nem sempre. Mas vamos considerar as vezes que seguimos uma receita. Um dos aspectos deste ‘manual de fazer comida’ é o tempo para executar cada etapa da preparação, certo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é exatamente sobre isso que quero ‘falar’. Quando incorporamos as receitas à nossa memória pessoal, passamos a decorar o tempo de cada coisa, pela forma, pela cor, pela textura, pelo cheiro que apresenta etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso significa que culinária exige grande sensibilidade. É isso não é uma descoberta minha, com certeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a reflexão é a seguinte: com esta sensibilidade aguçada, passamos a perceber mais detalhada e intensivamente o que nos rodeia, despertamos nossos sentidos para desfrutar do que aí está.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E isso nos faz pensar que o relógio como co-adjuvante de nossa vida moderna reduz nossas habilidades e nossa sensibilidade e unifica o ritmo de cada um, além claro de nos tornar frios e, muitas vezes, insensíveis. Quando a receita diz, asse por 40 min em forno a 180º, supostamente não precisamos nos preocupar com os cheiros, cores ou barulhos que venham a ocorrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Presos ao relógio, não respeitamos nosso tempo de viver cada momento e nos defrontamos com a necessidade de racionalizar instantes que são pura sensibilidade. E nos distanciamos da verdade mais autêntica de todas que é a nossa própria, sem comparações, sem julgamentos. Delegamos a uma máquina a função e o direito de controlar as nossas vidas e fazer delas um meio de legitimar a produtividade industrial, e criamos e usamos esta máquina no afã de viver mais em menos tempo de vida. Ou seja, otimizar o tempo que temos, mas negligenciar o nosso real aproveitamento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-2711534944893374475?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/2711534944893374475/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/03/culinaria-o-tempo-e-o-relogio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/2711534944893374475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/2711534944893374475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/03/culinaria-o-tempo-e-o-relogio.html' title='Culinária, o tempo e o relógio'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-491483494784631878</id><published>2009-03-20T16:44:00.001-07:00</published><updated>2009-03-20T16:45:27.351-07:00</updated><title type='text'>Isto é bom ou é mau?</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/ScQqkUTOc0I/AAAAAAAAAFY/_1Yhj6Rr86Q/s1600-h/1155779_23333110.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5315420263617033026" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/ScQqkUTOc0I/AAAAAAAAAFY/_1Yhj6Rr86Q/s200/1155779_23333110.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Temos em mente que devemos sempre fazer coisas boas. Ao menos é o que se prega explicitamente na sociedade em que vivemos. Mas o que é uma coisa boa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em verdade, depois da relatividade de Einstein, responder a esta pergunta ficou mais difícil, complexo. Porque é possível dar-se um exemplo e por diversos pontos de vista dizer que ele é bom ou é mau, e até mesmo seria possível estabelecer graus de bondade ou maldade para cada uma das definições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, esta complexidade existe, penso que apenas aqueles que se submetem a uma única doutrina, acreditando pia e cegamente nela, é que são capazes de simplificar esta realidade. E isto acontece tanto na religião, quanto na política, ou mesmo na ciência – como as teorias que limitam a possibilidade de conhecimento de um profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A polaridade ou, em alguns casos, o maniqueísmo – bem e mal – é algo que se origina de nosso pensamento linear. Porque no sistema de pensamento cartesiano: ‘penso, logo existo’, concluímos que: ‘quando não penso, não existo’. Isto significa que não temos mais do que DUAS alternativas. Se algo funciona, ele é bom. Se algo não funciona, ele é ruim. René Decartes não previu que um relógio que não funcione mais possa ser um objeto de museu, ou talvez apenas uma imagem na mente de alguém, em sua memória, a representação de algo mais. O mecanismo do relógio pode não funcionar, mas ele tem outra função – ele é bom porque representa algo, ou ocupa um espaço na vida de alguém significativo. Podemos pensar inúmeras alternativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece-nos que a polaridade é algo físico que emerge do mundo palpável – o imã tem dois pólos, talvez haja variações as quais não têm função para nós ou que ainda não foram identificadas, sei lá (são hipóteses, mas nos permitem romper com o óbvio). Mas eu não acredito que as coisas simplesmente surjam naturalmente, afinal estamos o tempo todo fazendo interpretações e comparações do que ‘sentimos’ no ‘mundo real’ com o que criamos no ‘mundo imaginário’. É um diálogo. Nem uma ilusão. Nem um realismo naturalístico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, a polaridade bem e mal não reflete a realidade complexa repleta de nuances em que estamos inseridos e, inclusive, na qual acredito haja dimensões as quais não acessamos, ao menos não conscientemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda assim, temos que compreender que a linearidade traduz o que representa a nossa capacidade mental e sensitiva hoje. Embora vivamos num mundo multimidiático, podemos ouvir uma música e escrever sobre assunto desconexo dela ao mesmo tempo, mas não podemos dizer duas palavras simultaneamente, nossa constituição física não permitiria. É claro que existem as exceções e estes casos devem ser estudados, mas tomemos como parâmetro a maioria dos seres humanos hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer maneira, ainda que nossa percepção nos dê a oportunidade de ver apenas dois pólos – positivo ou negativo – no ‘mundo real’, é importante lembrar que seja qual for o ponto de vista, o bom e o ruim sempre estarão presentes ao mesmo tempo, e o que nos permite dizer que algo é bom ou é ruim é tão somente nossa percepção e nossa imaginação – portanto, as expectativas, os valores, a história, as memórias, as doutrinas, os dogmas, as crenças etc. – sobre este ‘algo’.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-491483494784631878?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/491483494784631878/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/03/isto-e-bom-ou-e-mau.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/491483494784631878'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/491483494784631878'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/03/isto-e-bom-ou-e-mau.html' title='Isto é bom ou é mau?'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/ScQqkUTOc0I/AAAAAAAAAFY/_1Yhj6Rr86Q/s72-c/1155779_23333110.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-1333676562077011069</id><published>2009-03-20T16:43:00.001-07:00</published><updated>2009-03-20T16:44:30.443-07:00</updated><title type='text'>A sustentabilidade e o egoísmo da humanidade</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/ScQqSOAea_I/AAAAAAAAAFQ/hQhqRju2DLc/s1600-h/Foto-A0076.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5315419952690129906" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/ScQqSOAea_I/AAAAAAAAAFQ/hQhqRju2DLc/s200/Foto-A0076.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quando discutimos sustentabilidade, estamos sempre relacionando-a com temas e aspectos aos quais aplicados este conceito nos garantiram recursos e uma vida melhor para a geração atual e as demais que se seguirão. Mas é importante lembrar que o primeiro fator responsável por desequilíbrio do ecossistema terrestre diz respeito à proliferação do homem, como espécie de alta produtividade e o qual não tem predador à altura a não ser os próprios fenômenos naturais resultado de sua atuação de degradação da natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, quando queremos garantir recursos às gerações não estamos pensando nas gerações de pássaros, plantas etc., ainda que não chamemos assim. Se bem refletido, esta afirmação que acabo de fazer significa dizer que o homem quer continuar proliferando sua espécie, ainda que o crescente demográfico signifique as irregularidades que o sistema natural vem apresentando, algumas bem evidentes, outras ocultas, silenciosas e vagarosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta atitude continua sendo egoísta frente às demais espécies. Entretanto, acredito que, aos poucos, vamos tomando consciência do quão arraigados estamos ao estilo de vida que criamos, tanto que usamos a mesma lógica que ameaça a vida no planeta para falar sobre um novo estilo de vida necessário para a sustentabilidade tão desejada, ou ao menos, aparentemente objetivada.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-1333676562077011069?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/1333676562077011069/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/03/sustentabilidade-e-o-egoismo-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/1333676562077011069'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/1333676562077011069'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/03/sustentabilidade-e-o-egoismo-da.html' title='A sustentabilidade e o egoísmo da humanidade'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/ScQqSOAea_I/AAAAAAAAAFQ/hQhqRju2DLc/s72-c/Foto-A0076.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-5765711988911435781</id><published>2009-03-19T11:14:00.000-07:00</published><updated>2009-03-19T11:20:58.989-07:00</updated><title type='text'>Lavar ou reciclar, eis a questão</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/ScKMeJeTKNI/AAAAAAAAAFA/MiXLb2UB76A/s1600-h/1155002_70100397.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5314964959817574610" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 122px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/ScKMeJeTKNI/AAAAAAAAAFA/MiXLb2UB76A/s200/1155002_70100397.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Ultimamente, diversos amigos têm trazido à tona uma questão aparentemente paradoxal, mas em voga: “É melhor usar copos de plástico descartáveis, que geram um acúmulo de lixo a ser reciclado (um novo processo ‘produtivo’ que usará novos recursos naturais) ou usar copos de vidro, que serão lavados inúmeras vezes por longo período, provocando contínuo descarte de resíduos à natureza, mas menos lixo a custo prazo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante de algumas visões ecológicas, entre elas a de 'ecologia profunda' de Fritjof Capra e a de 'ecoefetividade invés de ecoeficiência' dos autores William McDonough &amp;amp; Michael Braungart (livro "Cradle to cradle" - Remaking the Way We Make Things), pode-se dizer que o ideal é pensar em todo o processo, toda a cadeia produtiva e não apenas no produto. É uma reflexão árdua, mas necessária, que muitas empresas já fazem principalmente frente a outros indicadores do processo produtivo e comercial, mas que diante dos indicadores da sustentabilidade, ainda não têm parâmetros muito certos. E, portanto, nem mesmo os têm os consumidores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como pensar o processo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comecemos pelo copo de plástico. Para ser produzido, a fábrica de copos de plástico deve desenvolver um planejamento em que definirá o tipo de material, que tipo de polímero será usado na confecção do produto final. Neste mesmo momento, é preciso decidir o design do copo e até mesmo seu tamanho, mas não apenas do ponto de vista do mercado ou da concorrência, ou dos custos financeiros, é preciso pensar que o tamanho e a espessura do copo irá definir o volume de material utilizado e depois descartado/reciclado e o grau de desperdício inerente a ele. Se o copo é muito grande e fino, sua resistência é menor e torna-se mais vunerável a rachaduras, o que exige que se use mais de um copo ou que se descarte logo um para usar outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, é preciso pensar quais são os resíduos químicos - que serão despejados no ar, no solo e água - gerados neste processo produtivo, inclusive considerando o processo de produção dos fornecedores das matérias-primas - sejam elas principais ou secundárias na fabricação. É necessário, ainda, avaliar se estas matérias-primas permitirão que o plástico seja reciclado sem maiores danos ao meio ambiente - pelo processo de reciclagem - ou para a saúde humana - dependendo do seu uso &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/ScKMtFt4ZaI/AAAAAAAAAFI/JR-C_t-gLbg/s1600-h/858038_50127777.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5314965216507225506" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 119px; CURSOR: hand; HEIGHT: 171px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/ScKMtFt4ZaI/AAAAAAAAAFI/JR-C_t-gLbg/s200/858038_50127777.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;(novos copos, garrafas, roupas etc.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada decisão no momento de desenvolvimento do produto será crucial para definir o seu grau de sustentabilidade. Inclusive a estrutura arquitetônica e do maquinário da empresa influencia no maior ou menor impacto da produção ao meio ambiente - maior ou menor desperdício e maior ou menor despejo de resíduos ou mesmo de maneira mais ou menos prejudicial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuando, imaginemos que além do processo produtivo, haverá que pensar no tipo de transporte e combustível utilizado para distribuir este produto, fazê-lo chegar às prateleiras das lojas e finalmente no ambiente onde será 'consumido'. É importante lembrar que se o copo de plástico atender a todos os requisitos para ser um produto sustentável em sua produção, ele deverá fazê-lo inclusive no processo de separação, recolhimento, transporte, lavagem etc. do copo usado a ser reciclado. Entretanto, é importante lembrar que os consumidores e cooperativas os quais muitas vezes assumem a responsabilidade pela maior parte do processo de reciclagem, não estão tão preparados nem fiscalizados quanto a empresa que produziu o copo pela primeira vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de concluir, pensemos, agora, sobre o processo do copo de vidro. Todas as etapas de desenvolvimento, desde a estrutura de fabricação, do produto, dos fornecedores e da distribuição são similares à do copo de plástico, com variações de ordem técnica e de impacto de um ou de outro e dependendo, é claro, da sua finalidade de uso. É importante lembrar que o vidro também poderá passar por um processo de reciclagem, mas isto ocorrerá provavelmente mais tarde em relação à sua produção do que o copo de plástico - descartado logo após seu uso (consideremos aqui o comportamento normal e não as exceções).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste momento, é importante que tomemos como parâmetro um usuário comum para estes dois produtos - um indivíduo, consumidor final, que combina o uso de copos de vidro no seu dia-a-dia e os copos descartáveis de plástico, em festas de aniversário, por exemplo. Neste caso, ele se pergunta se deve adotar o copo de plástico no dia-a-dia, porque este pode ser reciclado e não precisa ser lavado, ou se adota o copo de vidro, que não precisará ser descartado, nas festas de aniversário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, se este usuário adotar os copos de plástico no dia-a-dia, ele terá um acúmulo de lixo maior ao final do dia, mas ao separar o lixo poderá disponibilizar o material para reciclagem. Considerando um ambiente ideal, em que a coleta seletiva é feita regularmente e que este lixo recolhido é efetivamente levado a cooperativas de reciclagem, o que ocorrerá é que este material junto a outros similares passará por um processo que usará recursos naturais como água - para a lavagem - e a energia elétrica - para a homogeneização da massa em nova matéria-prima, entre outros, até que se direcione a um novo processo de fabricação. No entanto, é preciso lembrar que haverá não só copos usados, mas uma infinidade de outras embalagens de plástico envoltas em outros materiais ou tintas, os quais não serão necessariamente eliminados antes da homogeneização. Disto o resultado é uma massa que pode não ser própria para o contato com o corpo humano ou com alimentos. Mas, se o material for apenas dos copos feitos com materiais passíveis de reciclagem sem prejuízo para a saúde ou meio ambiente, então, ao fim do processo poderemos ter novos copos descartáveis reciclados. Mas também é importante ressaltar que no primeiro processo de produção, os engenheiros tiveram que escolher um plástico que pudesse ser eternamente reciclado com a mesma qualidade, caso contrário a qualidade do produto reciclado seria pior, além de ter gasto mais recursos naturais para serem fabricados e despejar resíduos no ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, se este usuário escolhesse o copo de vidro para as festas de aniversário. Certamente, não haveria o conforto de descartá-lo. Alguém haveria de lavá-los, para o que utilizaria água e algum tipo de sabão ou detergente. Mas, ao fim do dia, não haveria o mesmo volume de lixo do plástico, embora haja o inconveniente do descarte quando o vidro quebra - o que infelizmente pode causar acidentes para o usuário ou mesmo para os lixeiros - já que não existe ainda uma forma padronizada, caseira mas segura de descartar o vidro quebrado. De qualquer maneira, este seria um caso esporádico, no geral a maioria dos copos 'sobreviveriam' à comemoração sem causar incidentes ou acidentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante destas duas situações, não me arrisco a fazer os cálculos matemáticos ou estatísticos para saber a quantidade de água utilizada em um processo ou outro ou mesmo a quantidade de detergente, ou a quantidade de energia elétrica etc. para definir a ecoeficiência (termo usado e criticado por MCDonough e Braungart) de cada um. Mas, ouso dizer como jornalista interessada, curiosa e mera principiante no estudo da sustentabilidade, que não basta ao usuário - neste caso 'amigos' como citei - escolher qual copo usar, mas conhecer todo o processo da extração das matérias-primas até a produção de um produto reciclado ou seu descarte, e a rever seus próprios procedimentos e hábitos, como parece ser a tendência do comportamento do consumidor numa sociedade em que o setor privado e as ONGs assumem cada vez mais as responsabilidades sócio-ambientais e as tornam visíveis em sua comunicação - seja no produto em si, na embalagem, ou nas ações que praticam junto a seus stakeholders.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, por fim, eu responderia a estes meus 'amigos': "Consumam e usem um tipo ou outro de copo, mas não o façam indiscriminadamente. Se a preocupação existe, é importante usá-la como motivação para selecionar melhor o que se consome, além de se reduzir o consumo, e isso com relação a todos os produtos e recursos. No caso do copo, o usuário deverá escolher o copo, o detergente, a água - a procedência deles e como serão usados, reusados, reciclados e descartados. Em resumo, a resposta é pensar no processo como um todo e não de maneira fragmentada, porque a ecologia não se faz de um aglomerado de fragmentos, mas de um todo que existe por suas conexões saudáveis e, poderíamos dizer, sustentáveis. E, como cada decisão das empresas é essencial para respeitar a saúde destas conexões também são as decisões do consumidor e/ou usuário."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-5765711988911435781?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/5765711988911435781/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/03/lavar-ou-reciclar-eis-questao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/5765711988911435781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/5765711988911435781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/03/lavar-ou-reciclar-eis-questao.html' title='Lavar ou reciclar, eis a questão'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/ScKMeJeTKNI/AAAAAAAAAFA/MiXLb2UB76A/s72-c/1155002_70100397.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-6714792044290656388</id><published>2009-03-19T10:56:00.000-07:00</published><updated>2009-03-19T11:13:02.955-07:00</updated><title type='text'>Filosofia da sustentabilidade</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/ScKLBiHXX0I/AAAAAAAAAE4/3OkTqinY45E/s1600-h/Foto-A0084.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5314963368704433986" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/ScKLBiHXX0I/AAAAAAAAAE4/3OkTqinY45E/s200/Foto-A0084.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Foto: Aline (eu mesmo)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/ScKKvwVpoHI/AAAAAAAAAEw/4SFi18s1-JA/s1600-h/Foto-A0076.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Para falar de sustentabilidade, é curioso e interessante buscar a origem do conceito e a etimologia das palavras que lhe dão suporte. Só então poderemos chegar a uma definição prática mais adequada de sustentabilidade, que não seja superficial ou hipócrita. É importante dizer que somos os responsáveis de qualquer maneira e que a mudança de hábitos é o que há de mais essencial nesta concepção e a mais difícil de praticar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A origem do conceito pode ser encontrada na internet. Buscando, encontrei o seguinte texto: “O conceito foi introduzido no início da década de 1980 por Lester Brown, fundador do Wordwatch Institute, que definiu comunidade sustentável como a que é capaz de satisfazer às próprias necessidades sem reduzir as oportunidades das gerações futuras.” (CAPRA in TRIGUEIRO, 2005, 19). É a propriedade de um processo que, além de continuar a existir no tempo, revela-se capaz de: (a) manter padrão positivo de qualidade, (b) apresentar, no menor espaço de tempo possível, autonomia de manutenção (contar com suas próprias forças), © pertencer simbioticamente a uma rede de coadjuvantes também sustentáveis e (d) promover a dissipação de estratégias e resultados, em detrimento de qualquer tipo de concentração e/ou centralidade, tendo em vista a harmonia das relações sociedade-natureza.” (fonte: &lt;a href="http://www.sustentabilidade.org.br/"&gt;http://www.sustentabilidade.org.br/&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem usar a palavra “sustentabilidade”, Fritjof Capra já descreve este conceito em seu livro O Ponto de Mutação, editado também em 80. Nesta obra, Capra apresenta a concepção ou visão sistêmica do mundo. Ele apresenta uma perspectiva ecológica contraposta ao sistema fragmentário que dá suporte ao mundo moderno do fim do século XX e início do XXI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Capra ressalta a obsessão da sociedade capitalista pelo crescimento, investindo em tecnologia pesada, estimulando o consumo perdulário e a exploração rápida dos recursos naturais. Estes seriam alguns dos fatores responsáveis por provocar os desastres e catástrofes naturais de repercussão no mundo social, além dos problemas sistêmicos nos âmbitos econômico, político etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia de crescimento contínuo e progressivo reflete um pensamento cartesiano (René Descartes), em que há uma única direção a se seguir e a partir da qual para cada causa existe um efeito, reduzindo a ‘teia complexa de interdependências’ que constitui o ecossistema – em que o homem está inserido – a um único fio condutor, linear e simples.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conceito de sustentabilidade está diretamente ligado ao da ‘teia complexa de interdependências’, porque representa a capacidade de transformação (inerente à natureza) aplicada à cultura humana. Ser sustentável significa reconhecer que a realidade é um processo contínuo e sistêmico (não-linear), no qual as relações (sociais, naturais e sócio-ambientais) ocorrem tanto simultaneamente quanto subseqüentemente e que cada parte tem, inevitavelmente, responsabilidade nesse processo. Este é o padrão existente na natureza: a ecologia (não no sentido do estudo do habitat e de seus ‘moradores’, mas como a lógica de interdependência entre os seres e recursos que convivem em determinado ambiente).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na cultura humana, para ser sustentável é necessário que se respeite esta mesma regra: a transformação. Só quando existe uma proposta sistêmica dinâmica, e pessoas dispostas às mudanças, é que é possível manter a vida de maneira saudável ao longo de muitos anos e gerações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O termo manter é uma das definições possíveis à palavra ‘sustentar’, que dá suporte ao conceito de sustentabilidade. Mas é importante utilizá-lo de forma adequada, já que para manter, neste caso, ou sustentar, é preciso transformar. Não há formas de mantermos a estrutura, o comportamento e o pensamento que se tem hoje e garantir a sustentabilidade. Um ecossistema só é sustentável porque os seres e recursos que o compõem trocam energia e matéria em ciclos contínuos, transformam-se frequentemente, não permitindo que haja desequilíbrio duradouro o bastante para causar seu colapso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As demais definições de sustentar, como suportar, amparar, nutrir, fortificar, não deixam de ter o mesmo significado que manter, desde que compreendido o seu uso devido. Caso contrário, sustentabilidade seria sinônimo da habilidade de manter a sociedade que aí está (como está), em processo lento ou rápido e contínuo de degradação da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Capra sugere uma visão sistêmica e não-linear da realidade, fundamenta-se na teoria quântica, que vai nos levar à teoria do caos. Em seu livro Caos, a criação de uma nova ciência, James Gleick apresenta, em um dos capítulos, os fatos que deram origem ao termo ‘Efeito Borboleta’ – tão reproduzido, e até representado em roteiro de cinema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A teoria do caos vem ao encontro da concepção sistêmica de que fala Capra e sua descrição reforça a existência de uma ‘teia complexa de interdependências’, na qual pequenas mudanças geram uma cadeia de acontecimentos que podem provocar mudanças maiores e significativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso mostra o quão inter-relacionados estamos com todos os seres e os recursos naturais essenciais à vida e como cada um de nós tem responsabilidade no processo como um todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ‘efeito borboleta’ em si surgiu provavelmente do artigo ‘Predictability: Does the flap of a butterfly’s wings in Brazil set off a tornado in Texas?” (Previsibilidade: Poderia o bater de asas de uma borboleta no Brasil causar um tornado no Texas?), resultado de uma pesquisa que Edward Lorenz desenvolveu. No laboratório em que trabalhava, ele tinha um novo computador eletrônico que simulava condições atmosféricas. Não vou entrar em detalhes, mas o importante é dizer que ele identificou que ao inserir pela segunda vez os dados originais de uma simulação das condições climáticas, ocorria uma pequena variação do primeiro para o segundo gráfico impresso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando que os dados inseridos eram os mesmos na primeira e na segunda inserção, os gráficos deveriam ser idênticos, o que não ocorria. Ao longo das repetições, ele notou que as variações iam aumentando até que toda a semelhança com a forma original do gráfico desaparecesse. Isso nos permite crer que pequenas mudanças podem ter efeitos catastróficos ao longo do tempo e do espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, gostaria de exemplificar a aplicação do conceito da ‘teia complexa’ a uma situação socialmente representativa, descrita no livro Freakonomics, de Steven D. Levitt e Stephen J. Dubner.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os autores descrevem os fatores porque houve a redução de crimes em determinado estado dos Estados Unidos. Aparentemente, isso havia ocorrido pelo aumento de efetivo policial, mas, por fim, revela-se que a redução de crimes havia ocorrido mais significativamente por uma causa legal ganha em outro estado, por uma mulher pobre, que pedia o direito de abortar para aquelas que engravidassem e não tivessem condições financeiras para criar, alimentar e sustentar os filhos. Causa ganha, o número de delinqüentes, supostamente filhos destas mulheres pobres, caiu, e com ele o índice de crimes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso mostra que existem inúmeras causas para um mesmo efeito e vice-versa (uma causa para inúmeros efeitos). Há uma complexidade de eventos simultâneos e subseqüentes que influenciam direta ou indiretamente, em maior ou menor grau, eventos outros, de proporções similares, maiores ou menores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir destes esclarecimentos, convido-os a pensarem a sustentabilidade como algo complexo que está e continuará exigindo um esforço de mudança e transformação além do que temos feito hoje, ao executar ações fragmentadas, embora repletas de boa intenção e coerentes à manutenção dos negócios e do conforto que o sistema atual parece proporcionar.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-6714792044290656388?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/6714792044290656388/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/03/filosofia-da-sustentabilidade.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/6714792044290656388'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/6714792044290656388'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/03/filosofia-da-sustentabilidade.html' title='Filosofia da sustentabilidade'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/ScKLBiHXX0I/AAAAAAAAAE4/3OkTqinY45E/s72-c/Foto-A0084.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-671653645205263546</id><published>2009-03-12T14:45:00.000-07:00</published><updated>2009-03-12T14:59:41.213-07:00</updated><title type='text'>Escrever e dançar para si</title><content type='html'>Confesso que ultimamente não tenho tido nem muita inspiração nem muito tempo para escrever aqui, dado o número de atividades outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é importante dizer que continuo escrevendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem duas grandes paixões que são distintas mas que representam a importância de fazermos as coisas por nós mesmos. Quero dizer, escrever e dançar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós jornalistas estamos acostumados a escrever para os outros. A visão do leitor sempre está em nossa mente, antes de iniciarmos a escrita. E, hoje, a ausência de tempo para releituras como no passado, exige que o texto do jornalista seja um texto final, de editor. Ao mesmo tempo que comercialmente é importante e poderíamos até dizer 'didaticamente falando' - sem a intenção de profanar o termo - é importante visualizar o leitor, porque o jornalista escreve para o interesse público e, portanto, tem que vislumbrar o leitor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, quando encontramos a escrita livre, como esta, sem o compromisso de direcionamento, sentido ou sem limite de espaço, encontramos a oportunidade de escrevermos para nós mesmos. Pode ser para organizar o pensamento, para expressar uma emoção, para revelar uma descoberta, para compartilhar momentos vividos, para descobrirmos a nós mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, assim como escrever tem esta riqueza, dançar também tem estes dois vieses. Dancei ballet clássico e moderno - com apresentações e etc. - por cerca de 16 anos. E nestes anos a maior preocupação era figurino, maquiagem, técnica, tudo para atender às expectativas de um público e/ou de um jurado, para obter reconhecimento e glória - embora às vezes ocorria o contrário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas os momentos em que dançava para mim, as improvisações, os momentos em que ainda danço, é quando realmente sinto a música penetrar as células e movimentar o que há de mais essencial em mim e me transformar de homo sapiens - ereto e bípede - em instrumento de arte.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-671653645205263546?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/671653645205263546/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/03/escrever-e-dancar-para-si.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/671653645205263546'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/671653645205263546'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/03/escrever-e-dancar-para-si.html' title='Escrever e dançar para si'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-7267725415468246139</id><published>2009-03-06T09:08:00.001-08:00</published><updated>2009-03-06T09:08:26.644-08:00</updated><title type='text'>A escrita e a coisificação do conhecimento</title><content type='html'>Às vezes me pergunto se penso de forma muito complexa sobre as ‘coisas’. Muitos dirão “simmm”, sem hesitar. Eu acho que sim, mas ‘vejam bem’ esta reflexão. Rs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando os grupos sociais compartilhavam as memórias de seus membros mais anciãos, o valor estava centrado na pessoa que contava, que era detentora daquelas informações e conhecimentos tão preciosos, porque não havia outro meio de acessá-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a escrita, o conhecimento que antes era privilégio de poucos – os sábios – a quem se dirigiam os mais novos – tornou-se um documento, de acesso permanente e passível de reprodução, poderíamos dizer ‘mais fiel’, a tal ponto que a credibilidade da fala foi relegada a segundo plano, tanto como ‘verdade’ como palavra de honra, de confiança. Assim, também foi relegada a segundo plano a credibilidade de quem ‘fala’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O documento escrito – o suporte da escrita – tornou-se mais significativo e valorizado nas sociedades, distanciando o conhecimento da pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, com a avalanche de novos meios e tecnologias para acessar e produzir/transmitir informações, as pessoas se distanciaram ainda mais, as relações também se coisificaram a ponto tal que o meio dá credibilidade à informação, mas não necessariamente a pessoa que foi fonte ou a transmitiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre lembro de uma historinha que um professor da faculdade contava, não me lembro bem o nome do garoto, mas ele era um ‘foca’ – nome que se dá ao jornalista novato que chega à redação dos jornais – e recebeu a tarefa de saber como se escrevia o nome de um país – se eu não me engano - do Oriente Médio. A dúvida, colocada pelo editor, era se a palavra seria escrita com ‘s’ ou ‘z’ ou algo do gênero. É importante dizer o grau de ansiedade e desespero de um foca que recebe tal incumbência do seu Editor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, angustiado por não encontrar nenhuma fonte de referência onde pudesse encontrar como o nome do país era escrito, o foca resolve ligar para a mãe. Afinal, mãe sempre sabe ‘tudo’ rs. O garoto conversa com a mãe e, ela, ainda que em dúvida, o convence de que a palavra de escrevia com a letra ‘s’ (adianto que não me lembro a palavra e nem a letra, mas é para ilustrar).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, o garoto, crente na sabedoria de sua mãe passa a informação ao Editor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte, quando o garoto volta à redação, recebe um telefone de sua mãe, que diz: “Oi filho, o país de que perguntou ontem se escreve com a letra ‘s’ mesmo”. O garoto alegre, diz: “É mesmo mãe, que bom!”. Então, ela finaliza: “Saiu no jornal, hoje”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso é para ilustrar que, na sociedade em que vivemos, o que foi escrito e publicado é ‘verdade’, independente de que fonte tenha sido consultada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-7267725415468246139?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/7267725415468246139/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/03/escrita-e-coisificacao-do-conhecimento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/7267725415468246139'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/7267725415468246139'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/03/escrita-e-coisificacao-do-conhecimento.html' title='A escrita e a coisificação do conhecimento'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-3748517650347654318</id><published>2009-03-06T08:33:00.000-08:00</published><updated>2009-03-06T08:38:35.031-08:00</updated><title type='text'>As verdades e o fim dos tempos</title><content type='html'>“O homem tende à verdade. Por isso, a falência da verdade é a principal causa da decadência de qualquer sociedade”. (Este trecho foi retirado do texto O jornalista e o educador – de Carlos Alberto Di Franco – Diretor do Master em Jornalismo, professor de ética e doutor em Comunicação pela Universidade de Navarra, é diretor da Di Franco – Consultoria em Estratégia de Mídia)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes da explosão dos meios de comunicação que, vamos considerar aqui, foi iniciada com a disseminação do rádio e da TV – principalmente nos pós segunda guerra – cada cultura, cada grupo social, estava mais envolvido em sua própria rotina, com seus próprios fatos ou acontecimentos – ordinários ou extraordinários – do que com os dos demais povos existentes na face da Terra (pensemos de uma forma geral e não em particularidades de indivíduos que se dedicavam a conhecer outras culturas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caminho da informação, naquela época, era claramente institucionalizado e limitado, sendo traçado por organizações e pessoas com autoridade legítima e responsabilidade pela transmissão de ‘a verdade sobre as coisas’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, quero dizer de alguns anos para cá, as verdades de inúmeros povos e culturas se contradizem nos jornais, nas revistas, na TV, na internet etc., e não há razão que dê soberania a uma cultura e não à outra fora de seus territórios de origem. Nem as organizações internacionais, que mediam o relacionamento entre os povos têm sido capazes de manter uma linearidade do pensamento humano que garanta existir uma única verdade para a política, para a religião, para a economia etc. em todo o mundo. Até a história, que antes se constituía como uma grande narrativa universal e cronológica, hoje ganha diversas novas perspectivas e interpretações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A evolução das tecnologias de produção, reprodução e transmissão de dados e informações e a ampliação do acesso a elas por um número cada vez maior de pessoas em todo o mundo, impede que esta linearidade de pensamento persista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este processo do ‘fim da verdade’ é muito importante para uma reflexão sobre como os discursos são poderosos para exaltar uma visão da realidade e suprimir outra; de como é possível um homem destruir o outro ou outra cultura, com argumentos nestas memórias discursivas, nesta história linear que se construiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo, o fim da verdade faz emergir a complexidade e o caos que é a convivência humana. Pode ser definido como o que se chamou de 'Torre de Babel' (na Bíblia) ou, em outras palavras, é a anarquia dos sentidos, das crenças, dos valores, dos princípios, dos hábitos, dos interesses. E, neste cenário, a maioria das pessoas entra num estado de confusão mental extrema, muitas vezes sem volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é a crise dos sentidos, porque o que tinha um significado em determinada cultura passou a ter inúmeros outros em culturas diversas e perdeu o sentido dado a sua existência, tornou-se um vazio que pode ser preenchido com qualquer coisa. Esta crise é ainda maior do que a financeira e, talvez, a causadora desta última, porque silenciosa, transforma a doença mental em epidemia, passível de compor o fim dos tempos ou a cegueira sobre a qual escreveu Saramago.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-3748517650347654318?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/3748517650347654318/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/03/as-verdades-e-o-fim-dos-tempos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/3748517650347654318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/3748517650347654318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/03/as-verdades-e-o-fim-dos-tempos.html' title='As verdades e o fim dos tempos'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-3198783250756802683</id><published>2009-02-22T07:28:00.000-08:00</published><updated>2009-02-22T07:33:24.505-08:00</updated><title type='text'>Proibido entrar com animais</title><content type='html'>A que uma gripe não nos expõem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por dois dias fui à padaria acompanhada da minha mãe, depois de alguns dias na cama. Calor, frio. Digamos que meu termostato estava com um pequeno problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então saimos - afinal, precisava respirar outro ar que não o que saia de minhas narinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegando à padaria, a o velho e mau ar condicionado. Afinal ele fora um dos vilões dos últimos dias, preferi evitar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha mãe entrou e eu fiquei ali fora, vendo o movimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De repente, me voltei para dentro da padaria e me senti um cachorro preso pela coleira ao corrimão da escada de saída, um aviso dizia: "Proibido entrar com animais."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que ótimo momento para ser ecológico e considerar que cada ser vivo tem a mesma importância na sobrevivência do planeta. rs&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-3198783250756802683?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/3198783250756802683/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/02/proibido-entrar-com-animais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/3198783250756802683'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/3198783250756802683'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/02/proibido-entrar-com-animais.html' title='Proibido entrar com animais'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-892488031453570775</id><published>2009-02-17T08:32:00.000-08:00</published><updated>2009-02-17T08:36:33.145-08:00</updated><title type='text'>Arquitetura, engenharia e relacionamento</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SZrnQx69rOI/AAAAAAAAAEo/B0RaAUugCX8/s1600-h/237px-Avatars.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303805786646752482" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 160px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SZrnQx69rOI/AAAAAAAAAEo/B0RaAUugCX8/s200/237px-Avatars.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;span style="font-family:arial;color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;Perdôem-me, não me lembro de onde tirei esta imagem.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe-se que o ambiente tem uma forte influência sobre a vida de qualquer espécie, seja humana ou não, que além do clima e geografia, que a disposição das coisas, paredes, portas, janelas etc. naquilo que chamamos de habitat ou lar influem de forma decisiva no nosso dia-a-dia. E não estou falando de energias ou feng shui, estou falando do que há de mais ‘concreto’ nisto tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por mais de 20 anos, eu morei em um edifício com quatro apartamentos por andar e grande área de lazer. Resultado: crianças, jovens, pais, mães, idosos...todos freqüentavam os espaços públicos do condomínio – escadas e corredores, elevadores – social e de serviço, playground ou simplesmente os bancos dispostos no térreo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro resultado era fatal: todos dividiam a vida uns dos outros, houvesse ou não paredes e portas para separar a privacidade de cada um, este conceito estava um tanto quanto abalado naquele condomínio. É preciso dizer que foram anos maravilhosos da minha vida, tanto quanto são os de hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há menos de 2 anos, estou vivendo em um prédio que dependendo do horário do dia parece uma ‘cidade fantasma’. Não se encontram os moradores nem o vizinho do corredor, nem os demais. A arquitetura e engenharia do prédio contribuem efetivamente para isso. As escadas, só de incêndio. Dois ‘corredores’ – onde não dá nem pra pensar em correr – cada um para um elevador. Quase não se usa o elevador social. Para encontrar alguém é preciso usar o de serviço. O espaço para lazer é pequeno (em relação ao do condomínio anterior) e tem uma estrutura em que uma passagem não dá visibilidade a outra, impedindo, em geral, que as pessoas se cruzem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um lugar realmente delicioso. A iluminação, a decoração. Mas é muito interessante perceber que não existe espaço para compartilhar sua vida com o outro. É um espaço que cultiva a privacidade ao extremo, numa era em que os meios de comunicação escancararam a vida de qualquer um e a tornou disponível a qualquer lugar e instante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe algo de encantador nisso e algo de assustador. Os fatos de que encontrar alguém será sempre surpreendente e inesperado e o outro fato de que enquanto procuramos pessoas interessantes pelas ruas, distantes dos nossos lares, podemos estar perdendo a oportunidade de encontrá-las logo aqui.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-892488031453570775?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/892488031453570775/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/02/arquitetura-engenharia-e-relacionamento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/892488031453570775'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/892488031453570775'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/02/arquitetura-engenharia-e-relacionamento.html' title='Arquitetura, engenharia e relacionamento'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SZrnQx69rOI/AAAAAAAAAEo/B0RaAUugCX8/s72-c/237px-Avatars.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-6565811903956200600</id><published>2009-02-16T14:56:00.000-08:00</published><updated>2009-02-16T15:06:21.043-08:00</updated><title type='text'>Para os alérgicos a lactose</title><content type='html'>Conheci uma sorveteria que faço questão de divulgar: a Oásis - na Av. José Bonifácio 461 - Jd. Flamboyant - Campinas-SP. (3253-4097)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem é alérgico à lactose ou outros elementos que constituem o leite, é maravilhoso encontrar pessoas dedicadas a produzir alimentos sem este 'ingrediente'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, posso dizer, que além de não ter leite, o sabor é delicioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltar a poder tomar sorvete de massa é realmente um 'paraíso'.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-6565811903956200600?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/6565811903956200600/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/02/para-os-alergicos-lactose.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/6565811903956200600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/6565811903956200600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/02/para-os-alergicos-lactose.html' title='Para os alérgicos a lactose'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-1387879955201094720</id><published>2009-02-15T13:17:00.000-08:00</published><updated>2009-02-15T13:26:42.711-08:00</updated><title type='text'>Para os que buscam horas hilárias</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SZiHt0mNpeI/AAAAAAAAAEg/T8AHJd1Dtdc/s1600-h/xc4osk.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303137782511543778" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 135px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SZiHt0mNpeI/AAAAAAAAAEg/T8AHJd1Dtdc/s200/xc4osk.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Ontem fui assistir ao recém lançado 'Sim, Senhor', com o Jim Carrey.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Fico imaginando como será a contracapa quando lançarem o DVD: &lt;/div&gt;&lt;div&gt;- 'Fantástico' - &lt;em&gt;New York Times. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;- '&lt;/em&gt;O filme mais hilário de todos os tempos' - &lt;em&gt;USA Today. (risos)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas desta vez eu terei que concordar, porque realmente vivi minutos e segundos de intensa diversão. Foi o melhor filme dos últimos anos, me fez lembrar porque é bom assistir a uma boa comédia no cinema. O compartilhar de gargalhadas coletivas ou isoladas é uma oportunidade sem igual.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Há tempos não 'chorava de tanto rir'.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;E, além das risadas, o filme ainda consegue oferecer momentos de reflexão sobre as decisões que tomamos a todo instante em nossa vida e ao caminho que trilhamos, se realmente estamos realizados. Certa vez, ouvi que quando não realizamos nossos desejos, quando procrastinamos as realizações que acreditamos nos satisfazem, ficamos presos a estes desejos e não conseguimos seguir em frente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A quem se identifica, nem preciso desejar....mas, ótimo filme!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-1387879955201094720?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/1387879955201094720/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/02/para-os-que-busca-horas-hilarias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/1387879955201094720'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/1387879955201094720'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/02/para-os-que-busca-horas-hilarias.html' title='Para os que buscam horas hilárias'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SZiHt0mNpeI/AAAAAAAAAEg/T8AHJd1Dtdc/s72-c/xc4osk.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-706093022090117765</id><published>2009-02-11T16:52:00.000-08:00</published><updated>2009-02-11T17:26:24.750-08:00</updated><title type='text'>De perto, todo mundo é normal</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SZN6vGxmBeI/AAAAAAAAAEY/pky8v8O8cSY/s1600-h/nine+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5301716136036271586" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 138px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SZN6vGxmBeI/AAAAAAAAAEY/pky8v8O8cSY/s200/nine+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É, Caetano, é verdade! Mas às vezes é difícil chegar perto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivemos uma era de disponibilidade 24h - internet banda larga e 'telefone móvel', e-mail, chats, comunidades, Messengers, skype e mensagens de celular - além de todos os instrumentos maduros - telefone, carta, telegrama...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há mais espaço distante demais ou tempo muito longo para nos relacionarmos e, ainda, assim, conseguimos ficar distantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos tão preocupados em responder os e-mails, as mensagens, os recados de caixa postal, as ligações etc., que não conseguimos estar integralmente presentes em nada. Estamos dispersos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a rapidez com que temos possibilidade de encontrar o outro é tanta que ficamos ansiosos, que não aceitamos esperar, que não damos tempo para reflexão, que nos tornamos imediatistas para ser o mais bem sucedido possível logo e ser feliz e aí...acabou. O relacionamento acabou, o dinheiro acabou, a alegria acabou....tudo se torna evaporável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A velocidade da era contemporânea nos dá uma multiplicidade de alternativas de realização ao mesmo tempo e nos faz perder o foco de nossa própria vida. Não encontramos a nós mesmos e queremos encontrar o outro. Não nos relacionamos com nossos próprios pensamentos, sentimentos e sensações de forma saudável... nossas dores, nossos amores, nossas angústias, nossas alegrias...como poderemos nos relacionar com as/os do outro? Como chegar mais perto se estamos vivendo mais os meios – os instrumentos (e-mails, mensagens, botões, telefones etc.) – do que os fins – do que quem está do outro lado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se temos a preocupação de buscar o melhor de nós e nossa integridade sempre mais, como romper a barreira do outro, que se esconde atrás de todas estas ferramentas na certeza ou na ilusão de ‘ser normal’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;‘Ser normal’ – só isso daria outra longa reflexão. Mas vamos considerar esta afirmação como o que há de mais autêntico do ser humano, que passa a vida em busca de si, consciente ou inconscientemente, através do outro ou de si mesmo, através de hábitos saudáveis ou de vícios fatais, com experiências enriquecedoras ou vivências completamente banais e dispensáveis. Experimentando sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegar perto, conhecer, estar apto a sentir de verdade a si e ao outro significa: ver/enxergar, ouvir/escutar, despertar o olfato, sentir o tato e o paladar/sabor, estar disposto a isso de coração aberto, antes de quaisquer julgamentos racionais ou irracionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim é possível chegar ‘perto’ e encontrar o ‘normal’ em si e no outro. Mas, eu sei, antes de tudo isso, vêm as expectativas, os desejos, a necessidade de reconhecimento, os orgulhos e as vaidades, as histórias de vida, as memórias, os traumas, as mágoas, as inseguranças, ansiedades... É, eu sei, e é isso que me faz escrever sobre isso aqui, justamente porque eu acredito que, como dizem os que tratam os vícios diversos, que o primeiro passo é reconhecer nossas fraquezas, sejam elas quais forem, porque isso nos fortalece, nos faz ver o quanto somos normais e nos permite vislumbrar um caminho para nos aproximarmos de nós mesmos e do outro.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-706093022090117765?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/706093022090117765/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/02/de-perto-todo-mundo-e-normal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/706093022090117765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/706093022090117765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/02/de-perto-todo-mundo-e-normal.html' title='De perto, todo mundo é normal'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SZN6vGxmBeI/AAAAAAAAAEY/pky8v8O8cSY/s72-c/nine+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-4068451529463603085</id><published>2009-02-08T04:12:00.001-08:00</published><updated>2009-02-08T04:39:16.514-08:00</updated><title type='text'>Discurso sobre a morte</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SY7STPHfhJI/AAAAAAAAAEI/9b7R5GSJXPA/s1600-h/twister.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5300405039378957458" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SY7STPHfhJI/AAAAAAAAAEI/9b7R5GSJXPA/s200/twister.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WrdzfKHDxmQ/SJzKaFeh4yI/AAAAAAAABbM/gqD4I3fR9qU/s400/ATgAAADpxwPeWkeY1HsxsYSvb3iwvP4jG_n9pE4xlpiduWGZmKTiEmFr9zuyESvUI613MVcXbwGQ2JIVHxkWo92jbMVfAJtU9VAH3UL31bnJ50p639JIcBTKSVT-Gw.jpg"&gt;http://4.bp.blogspot.com/_WrdzfKHDxmQ/SJzKaFeh4yI/AAAAAAAABbM/gqD4I3fR9qU/s400/ATgAAADpxwPeWkeY1HsxsYSvb3iwvP4jG_n9pE4xlpiduWGZmKTiEmFr9zuyESvUI613MVcXbwGQ2JIVHxkWo92jbMVfAJtU9VAH3UL31bnJ50p639JIcBTKSVT-Gw.jpg&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;De vez em quando eu lembro desta história, como ela é recorrente, resolvi registrar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu querido primo, 6 aninhos, pediu certa vez para sua mãe comprar um animal de estimação. É claro que ele queria um cachorro, mas, com o argumento de que ele era muito pequeno para cuidar do animal, conseguiu convencê-lo a ter uma espécie de esquilo da índia - que parece um ratinho, na verdade. Eu não entendo muito a diferença destas espécies.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, a verdade é que ele adorou o animalzinho e aprendeu a cuidar e brincar com ele daquele jeito de criança, um cuidado meio descuidado, mas nada anormal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dono da loja que vendeu o esquilinho avisou: _ Ele só vive um ano, em média.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumindo: passado um ano, a mãe (psicóloga) do meu priminho, que já tinha uma irmã mais nova, começou a se preparar para o discurso sobre a morte. (Como explicar a uma criança de 6 anos e outra ainda menor o que é a morte - grande desafio).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, certo dia, a mãe acordou pela manhã e, ao chegar próximo da gaiola do esquilinho, viu que ele jazia estatelado sobre a palha&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;e o jornal. Meio preparada, como já vinha há algum tempo, reuniu o resto de argumento que faltava, chamou os filhos e desfiou um longo discurso sobre a morte: "Que tudo morre, que faz parte do processo da vida..." - claro não com estas palavras - na verdade, nem sei bem que palavras ela usou. Mas posso imaginar, as crianças com cara de 'não sei', a testa franzida, e ela desatando a reunir todos os conceitos possíveis dos seus estudos psicológicos para criar um entendimento e fazer daquele momento o menos dramático e sofrido possível para as crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu priminho chorou, ah sim, chorou bastante. Faz parte. Mas o que eles não esperavam, e a mãe menos, é que passados o discurso e o choro, o esquilinho acordaria. É, ele estava vivo...vivinho. Um pequeno engano (risos)...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teria a mãe, agora, que criar um discurso sobre a "ressucitação" (Risos)?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu prefiro acreditar que a memória dos pequenos guardou a melhor parte do discurso - de que a morte é imprevisível, que o apego provoca um sentimento de perda e um sofrimento particular para cada um, e que nunca estamos preparados para perdermos o que acreditamos ser nosso, mas que todos passam por isso, e que morrer é viver, como a folha que cai da árvore, seca no solo e dá nova vida a ele e à própria árvore que lhe deu vida.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-4068451529463603085?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/4068451529463603085/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/02/discurso-sobre-morte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/4068451529463603085'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/4068451529463603085'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/02/discurso-sobre-morte.html' title='Discurso sobre a morte'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SY7STPHfhJI/AAAAAAAAAEI/9b7R5GSJXPA/s72-c/twister.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-8092905402547543908</id><published>2009-02-06T14:07:00.000-08:00</published><updated>2009-02-06T14:35:46.350-08:00</updated><title type='text'>Sem poder cantar, o melhor é ouvir....</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SYy7GOfPhWI/AAAAAAAAAD4/ZWH_vB4ILzc/s1600-h/ho_muddy.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5299816577150977378" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 194px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SYy7GOfPhWI/AAAAAAAAAD4/ZWH_vB4ILzc/s200/ho_muddy.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;  &lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SYy5js7yBqI/AAAAAAAAADw/SzfoEF_QQ50/s1600-h/Muddy+Waters+Photo+by+Paul+Natkin+312-871-7371.gif"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://davidmichaelkennedy.com/press/images/ho_muddy.jpg"&gt;http://davidmichaelkennedy.com/press/images/ho_muddy.jpg&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SYy5BOYmiyI/AAAAAAAAADo/nKr1kGIfZHU/s1600-h/Muddy+Waters+Photo+by+Paul+Natkin+312-871-7371.gif"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Com a garganta estranha, um amigo do ginásio (ensino fundamental para os geração déc. 90) encontrou, para mim, uma ótima solução - ouvir boa música.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Valeu a recomendação, Beto. As três músicas que me enviou são de Muddy Waters - Águas Lamacentas - (&lt;a title="Músico" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MÃºsico"&gt;músico&lt;/a&gt; de &lt;a title="Blues" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Blues"&gt;blues&lt;/a&gt; &lt;a title="Estados Unidos da América" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos_da_AmÃ©rica"&gt;norte-americano&lt;/a&gt;, considerado o pai do &lt;a title="Chicago blues" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chicago_blues"&gt;Chicago blues&lt;/a&gt;. Seu &lt;a title="Nome" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nome"&gt;nome&lt;/a&gt; completo de &lt;a title="Batismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Batismo"&gt;batismo&lt;/a&gt; é McKinley Morganfield). Confesso que já havia ouvido &lt;strong&gt;Mannish Boy&lt;/strong&gt;, mas que não sabia que era dele, nem que ele tinha sido tão importante para a história da música, como vi ao fazer uma breve pesquisa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para os mais curiosos: &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Muddy_Waters"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Muddy_Waters&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;'Muitas das músicas tocadas por ele tornaram-se sucesso: “I’ve Got My Mojo Working”, “Hoochie Coochie Man”, “She’s Nineteen Years Old” e “Rolling and Tumbling”, grandes clássicos que ganhariam versões de várias bandas dos estilos mais diversos.'&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;'Ele levou Chicago a loucura na década de 40 quando tocava com uma inovação moderna: a guitarra elétrica, em uma pequena banda.'&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Bom, morais da história: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;1. Não dizemos que quando estamos tristes, decepcionados...estamos na lama? Pois é, blues - tristeza - é o perfeito Muddy Waters - Águas lamacentas - apelido que ganhou por brincar num rio quando era criança - a água devia ser lamacenta. (risos)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;2. Amigos são pra estas coisas. Quando a gente menos espera, eles nos alegram, mesmo com "blues" :D.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-8092905402547543908?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/8092905402547543908/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/02/sem-poder-cantar-o-melhor-e-ouvir.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/8092905402547543908'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/8092905402547543908'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/02/sem-poder-cantar-o-melhor-e-ouvir.html' title='Sem poder cantar, o melhor é ouvir....'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SYy7GOfPhWI/AAAAAAAAAD4/ZWH_vB4ILzc/s72-c/ho_muddy.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-7442495147644750654</id><published>2009-02-06T01:35:00.000-08:00</published><updated>2009-02-06T01:51:27.218-08:00</updated><title type='text'>MInha garganta estranha</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SYwHnGZJilI/AAAAAAAAADg/-xcEB8yJ_yg/s1600-h/AGUIA+FACE.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5299619229820619346" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 191px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SYwHnGZJilI/AAAAAAAAADg/-xcEB8yJ_yg/s200/AGUIA+FACE.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;color:#66cccc;"&gt;&lt;strong&gt;Obs.: A imagem ao lado foi encontrada e copiada do blog - &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://thotembiocentre.blogspot.com/2008/08/sobre-guias.html"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;color:#66cccc;"&gt;&lt;strong&gt;http://thotembiocentre.blogspot.com/2008/08/sobre-guias.html&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;color:#66cccc;"&gt;&lt;strong&gt;. Não sei a autoria, mas o blog parece interessante.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;2009 será lembrado por muitas coisas boas, eu sei. Porque o primeiro mês já está sendo bem marcante: minha garganta anda estranha. Dor. Passa a dor, tosse seca. Passa a tosse seca, tosse 'úmida' (pra não dizer de outra forma). Depois de tanta tosse, dor. E, então, dor com tosse seca e 'úmida'. Escrevendo assim até parece engraçado, mas é porque estou vivendo a evolução das espécies em um só mês: de anfíbio (o famoso sapo que engolimos, ou melhor não engolimos, fica entalado) até mamífero (indo do feroz leão até a 'imensa' tranquilidade da baleia, banhada no azul do mar). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É, será um ano de muitas realizações. Às vezes me sinto até como uma águia dentro de uma cobra. Mergulho no mais profundo de mim, como caçadora e vejo que para mudar, preciso me devorar, parar de me arrastar no solo como a serpente e lembrar que tenho asas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E...então...vôo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-7442495147644750654?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/7442495147644750654/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/02/minha-garganta-estranha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/7442495147644750654'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/7442495147644750654'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/02/minha-garganta-estranha.html' title='MInha garganta estranha'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SYwHnGZJilI/AAAAAAAAADg/-xcEB8yJ_yg/s72-c/AGUIA+FACE.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-1829918416701142863</id><published>2009-02-01T13:32:00.000-08:00</published><updated>2009-02-01T13:33:44.501-08:00</updated><title type='text'>Testes para o Coral Campinas</title><content type='html'>Co.Ca na Catedral de Campinas em&lt;br /&gt;apresentação no Festival de Música SacraCoral Campinas faz teste para seleção de novos cantores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o objetivo de selecionar novos cantores, o Co.Ca (Coral Campinas) realizará testes no dia quatro de fevereiro, às 20h, na Casa Paroquial da Divino Salvador (Av. Júlio de Mesquita, 126 – Cambuí, Campinas-SP).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O teste é direcionado a todos os interessados, de preferência com idade acima de 16 anos. Não é necessário experiência anterior em corais. Para mais informações, contate: Rafael Garbuio – &lt;a href="mailto:coral.campinas@gmail.com"&gt;coral.campinas@gmail.com&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o coral&lt;br /&gt;O Coral Campinas foi fundado em 1984.&lt;br /&gt;Em 1994, foi denominado como entidade jurídica sem fins lucrativos, sendo reconhecido como um órgão de utilidade pública municipal em Campinas, pela Lei nº 8.177/1994. Ao longo dos anos, o Co.Ca passou por inúmeras mudanças de regência, formação do grupo e repertório. Apresentou-se em diversos eventos e concertos no Estado de São Paulo e em outros.&lt;br /&gt;Em 2003, o Coral passou por uma grande renovação em seu grupo e trabalha, atualmente, com um repertório de músicas dos estilos: colonial brasileira, barroco, renascença e algumas populares, nacionais e internacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regência de Rafael Garbuio, graduado pela UNICAMP.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-1829918416701142863?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/1829918416701142863/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/02/testes-para-o-coral-campinas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/1829918416701142863'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/1829918416701142863'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/02/testes-para-o-coral-campinas.html' title='Testes para o Coral Campinas'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-8349853274779426573</id><published>2009-01-24T14:12:00.000-08:00</published><updated>2009-02-01T13:32:22.766-08:00</updated><title type='text'>Os dois lados da hipocrisia</title><content type='html'>Quando ouvimos falar em hipocrisia (denominação para fingimento ou falsidade), logo nos vêm à mente figuras que disseminam uma filosofia de vida, mas na prática, os princípios são outros. Isso não deixa de ser verdade, o hipócrita é o típico “Faça o que eu mando, não faça o que eu faço”. Mas, no geral, como existe esta incoerência entre o que o hipócrita diz e o que ele faz, nossa tendência é não confiar em suas palavras ou mesmo nem dar ouvidos a elas, deslegitimando qualquer discurso que venha dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente, a revista Scientific American MIND publicou a matéria The Truth about Hypocrisy (A verdade sobre a hipocrisia), em que o Ph.D. em Filosofia, pela Universidade Vanderbilt, Aikin F. Scott e o professor de filosofia e ciência política da mesma universidade, Robert B. Talisse. Os dois autores argumentam, no decorrer do texto, que embora a hipocrisia seja importante para que as pessoas possam avaliar se um indivíduo, geralmente uma autoridade, tem credibilidade ou não para falar sobre um assunto, é importante analisar quais são os argumentos do suposto hipócrita antes de evitar dar atenção ao seu discurso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os autores apresentam alguns exemplos, cada qual dando um valor ao comportamento hipócrita. Em um deles, o pai (fumante) diz ao filho para não fumar. Os autores reforçam que o pai, por ser fumante, aparentemente não teria credibilidade para dar tal conselho ao filho, mas, por outro lado, por ser o fumo provocado pelo vício, o pai seria a figura com maior autoridade e credibilidade para argumentar contra o este comportamento do filho, porque tem experiência suficiente para comprovar que os resultados de fumar são negativos, embora não consiga convencer a si mesmo, porque a mudança dependeria de mais do que bons argumentos racionais, mas de tratamento de ordem fisiológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato do pai fumar e recomendar que o filho não fume, ao mesmo tempo, não elimina o fato de que o cigarro faz mal à saúde e provoca um vício. Quando o filho nega escutar o argumento do pai, é como se usasse sua ‘hipocrisia’ como fuga da realidade de que ele se tornará um viciado e causará problemas à saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A hipocrisia pode ser assim, de acordo com os autores da matéria, um meio de deslegitimar uma autoridade e se concentrar na ausência de credibilidade do outro, invés de ouvir seus argumentos e opinar sobre sua importância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mudança de hábitos é uma das coisas mais difíceis a se fazer, principalmente depois de uma certa idade. Por isso, a acusação de hipocrisia pode ser apenas uma desculpa para tirar o valor de uma informação ou de um discurso, ou mesmo para tirar a autoridade e credibilidade de uma fonte de informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso da questão ambiental, muitos pregam a necessidade de mudança de comportamento, mas quantas destas pessoas ainda continuam usando veículos movidos a derivados de petróleo, jogando lixo reciclável junto com o orgânico, tomando banhos de quase uma hora etc. É preciso desvincular a atitude de quem fala, da informação que ela fornece, para avaliar o valor do discurso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outros casos, a acusação de hipocrisia se confirma e descredibiliza a informação que foi dada, porque a ação do indivíduo realmente contradiz a informação que ele dá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não bastar mandar fazer é preciso fazer para mandar&lt;br /&gt;Isso nos leva a pensar na importância do modelo/referência no processo de aprendizado, como já citei em texto anterior deste blog. Não basta que as autoridades de uma cultura criem campanhas e discursos sobre os cuidados com a saúde, a higiene, a separação do lixo, o uso racional da água etc. É preciso que estas autoridades sejam o modelo destas atitudes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um pai que fuma e fica viciado, e desenvolve doenças relacionadas ao fumo, é um modelo de que o cigarro vicia e faz mal à saúde, mas se este pai não assume para o filho o quanto se sente mal com o fato de não conseguir largar o vício e em ter adquirido doenças, e fuma por todo lado sempre feliz e satisfeito, a idéia que isso dará ao filho é de que fumar não tem nada de mais, ao contrário, de que dá prazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso ocorre por que uma das formas de aprender um comportamento é a observação e imitação, como descreve Eduardo O. C. Chaves, Modelos de Aprendizagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[...] quando observamos a ação de outros seres humanos, mesmo que eles não saibam que os estamos observando, e refletimos sobre essa ação, procurando descobrir o que os leva a agir desta ou daquela forma, quais são as convicções e os valores que aquele comportamento exemplifica etc., com o intuito de tirar lições para a nossa própria vida; [...]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante dizer que em alguns casos, o indivíduo observa o outro, vê coerência entre seus valores e suas ações, mas não o imita, porque sua “teoria adotada” não está de acordo com sua “teoria praticada”. Estes dois termos entre aspas citados anteriormente foram usados por Argyris e Schön (1978)* para definir os dois tipos de “teorias da ação”. Estes dois estudiosos explicam que o indivíduo tem ‘mapas mentais’ que guiam seu comportamento diário (“teoria praticada”), mas que este guia não é necessariamente similar à “teoria adotada”, ou seja, o que o indivíduo usa para justificar seus comportamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por um lado, a hipocrisia reforça o valor da informação que o indivíduo hipócrita dá mas não segue, podendo constituir-se um modelo para a ação do outro e, por outro lado, ela transparece a falta de credibilidade da informação fornecida e tira a autoridade daquele que a proclamou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hipocrisia para a sustentabilidade&lt;br /&gt;Muitos podem dizer que as empresas voltadas para uma atuação mais responsável e preocupadas com a sustentabilidade são hipócritas. Em realidade, não podemos generalizar e dizer que todas o são ou que todas não o são. O que podemos garantir é que existem diferentes posturas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E muitas empresas estão tomando medidas realistas e viáveis em um sistema em que muitos, que denominam o investimento em sustentabilidade um comportamento hipócrita e que o objetivo das empresas é apenas lucrar, esquecem que as empresas atendem, hoje, inúmeros desejos e necessidades que os mantém no conforto da vida contemporânea. Além disso, o interesse comercial das empresas estimula a mudança de comportamento de diversos grupos sociais – seus funcionários, clientes, fornecedores, a comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É necessário sermos justos ao julgar a atitude de pessoas e empresas quando o tema é sustentabilidade, afinal a tentativa máxima é evitar que se tenha que destruir tudo para reconstruirmos um mundo sustentável. Não se sabe se será suficiente o que se planeja fazer hoje, mas é preciso que cada um julgue-se antes de proclamar a hipocrisia do outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E para os que são hipócritas, utilizando-se da onda de sustentabilidade para agregar valor ao seu produto ou serviço, viva a hipocrisia, a hipocrisia para uma possível sustentabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*ARGYRIS, C. SCHÖN, D. Organizacional Learning: a theory of action perspective. Reading. MA: Addison-Wesley, 1978.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes:&lt;br /&gt;- The Truth about Hypocrisy (A verdade sobre a hipocrisia), do Ph.D. em Filosofia, pela Universidade Vanderbilt, Aikin F. Scott, e o professor de filosofia e ciência política da mesma universidade, Robert B. Talisse; Scientific American MIND. Volume 9. Número 6.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Organizações em Aprendicagem, de Isabella F. Gouveia de Vasconcelos e André Ofenhejm Mascarenhas, THOMSOM Learning, 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Modelos de Aprendizagem, de Eduardo O. C. Chaves.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-8349853274779426573?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/8349853274779426573/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/01/os-dois-lados-da-hipocrisia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/8349853274779426573'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/8349853274779426573'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/01/os-dois-lados-da-hipocrisia.html' title='Os dois lados da hipocrisia'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-662923642061575637</id><published>2009-01-19T06:40:00.000-08:00</published><updated>2009-01-19T06:49:13.728-08:00</updated><title type='text'>Receita de Cookies - adaptada</title><content type='html'>A pedido de uma querida amiga, segue:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cookies&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 xícaras de farinha de trigo&lt;br /&gt;1 xícara de aveia em flocos&lt;br /&gt;1/2 xícara de óleo&lt;br /&gt;1/2 xícara de margarina&lt;br /&gt;1 colher (de chá) de bicarbonato de sódio&lt;br /&gt;1 colher (de chá) de sal&lt;br /&gt;1 colher de sopa de baunilha&lt;br /&gt;1 ovo&lt;br /&gt;1 xícara de açúcar mascavo&lt;br /&gt;1/2 xícara de açúcar cristal&lt;br /&gt;Uva passa ou gotas de chocolate a gosto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Modo de fazer&lt;br /&gt;1. Coloque a farinha, o sal, o bicarbonato e a aveia numa tigela de tamanho médio&lt;br /&gt;2. Abra um buraco no centro e coloque os dois tipos de açúcar&lt;br /&gt;3. Sobre o açúcar, coloque o restante dos ingredientes e mexa até ter uma massa homogênea, que desgrude da tigela e que tenha uma consistência um pouco mais espessa que uma pasta. Se estiver muito dura, acrescente um pouco de água. Neste momento coloque as passas ou o chocolate.&lt;br /&gt;OBS: É importante que a massa não fique como a de bolo, mas também não fique a ponto de pegar na mão.&lt;br /&gt;4. Use duas colheres de sobremesa para medir as bolinhas de massa que irão para o forno;&lt;br /&gt;5. Unte a forma com margarina e farinha de trigo;&lt;br /&gt;6. Enfilere as bolinhas de massa e coloque no forno - 210-240 graus celsius.&lt;br /&gt;7. Quando as bordar começarem a dourar, tire do forno e deixe esfriar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estão prontas. Divirtam-se!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-662923642061575637?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/662923642061575637/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/01/receita-de-cookies-adaptada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/662923642061575637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/662923642061575637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/01/receita-de-cookies-adaptada.html' title='Receita de Cookies - adaptada'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-7756525790454022526</id><published>2009-01-17T04:38:00.000-08:00</published><updated>2009-01-17T04:42:34.623-08:00</updated><title type='text'>Mente: a máquina do tempo</title><content type='html'>Tantas pesquisas e tanta curiosidade acerca de uma tecnologia que possa nos transportar no tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas já temos esta tecnologia: a mente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E você dirá: mas não podemos mudar o passado ou o futuro com ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu respondo que "sim!". É o que fazemos o tempo todo, acessar memórias, prever consequências, aprender novos pontos de vista e ver com outros olhos pessoas e momentos que habitam nosso passado. Mudar o que foi a nossa vida e, com isso, mudar o que virá, como será.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A máquina do tempo está aqui, aí, em cada um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa viagem!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-7756525790454022526?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/7756525790454022526/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/01/mente-mquina-do-tempo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/7756525790454022526'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/7756525790454022526'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/01/mente-mquina-do-tempo.html' title='Mente: a máquina do tempo'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-2566129070955187720</id><published>2009-01-17T04:32:00.001-08:00</published><updated>2009-01-17T04:38:11.212-08:00</updated><title type='text'>Meu refúgio: nº 1</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SXHQqyizKbI/AAAAAAAAACw/64rPmU6t8m8/s1600-h/112008_1651.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5292240470677858738" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 150px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SXHQqyizKbI/AAAAAAAAACw/64rPmU6t8m8/s200/112008_1651.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É como se o astro houvesse se transformado em sol. O calor na Terra é imenso e o tempo do relógio perdeu-se. Não sei mais que horas são e me encontro, perdida, na imensidão deste mundo sem tempos nem espaços diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou em um imenso deserto e a vida existe apenas em minha mente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico me questionando se não foi sempre assim. Se não passei cada segundo contado no relógio como alguém que nunca existiu para o mundo mas inventou a si mesmo e a tudo à sua volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questiono a existência até do tempo que, agora, onde tudo é igual e estático, tudo parece permanecer numa inércia constante e sem graça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que seria do passado, do mundo que existe, se não fosse o movimento. Em verdade, a vida só tem valor porque há a morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A morte no sentido da mudança, da não-inércia, da diferença de espaços e da contagem do tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olho a areia e sou areia. Que outra oportunidade deslumbrante como esta eu teria se não fosse essa inércia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma inércia contemplada pelo conceito contemporâneo que a física quântica proporciona. Um nanomovimento, invisível aos sentidos, mas essenciais. Uma vibração constante que permeia todos os corpos, mas que nem sempre manifesta-se no macrocosmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando eu poderia meditar com tal facilidade se não me encontrasse aqui, sob este sol alucinante que me cega a vista e esta areia infinita que toca o céu no horizonte.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-2566129070955187720?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/2566129070955187720/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/01/meu-refgio-n-1.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/2566129070955187720'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/2566129070955187720'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2009/01/meu-refgio-n-1.html' title='Meu refúgio: nº 1'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SXHQqyizKbI/AAAAAAAAACw/64rPmU6t8m8/s72-c/112008_1651.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-5438581487771077091</id><published>2008-12-30T15:38:00.000-08:00</published><updated>2008-12-30T15:48:36.926-08:00</updated><title type='text'>Ser cliente, ser empresa, ser humano</title><content type='html'>Ser cliente hoje não, definitivamente, fácil. Fácil é ser criança e engolir água da piscina de tanto rir ou inventar histórias bizarras de como o dente mole vai cair ou ser retirado - com a ajuda da porta, de um trem, de um avião. E gargalhar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até quando somos crianças clientes é fácil, porque a dor de cabeça é sempre do adulto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Digo isso, porque por muitas vezes nestes últimos anos, não fui cliente, fui a pessoa "do outro lado do balcão" e como é difícil, também, aceitar, que independente de ter razão, o cliente sempre tem razão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o cliente é uma benção, é o único capaz de colocar de joelhos aqueles que acreditam estar no poder e determinar como as coisas devem ser. Me refiro ao modelo do capitalismo, é claro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a gente é cliente, ter razão não basta, porque para ter razão, na maioria das vezes, temos que ser "capachos". Trabalhamos para ter dinheiro e comprar o que precisamos e/ou queremos e depois que compramos, algumas vezes, perdemos dinheiro e trabalhamos para as empresas que nos venderam: ligamos em "0800" pagos, quando o produto tem defeito, usamos nosso carro e nossa gasolina para levar até a loja, a assistência técnica, a seja lá onde for que tenhamos que levar e. ainda assim, depois de meses sem resolver, ainda temos que trabalhar para conseguir ser ressarcidos ou indenizados. Haja trabalho...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas dizem que o trabalho dignifica o homem, por isso que como cliente ou como empresa eu procuro manter a calma e ver o ser humano que está a frente de qualquer instituição, moeda, ou esforço. Tudo isso porque acredito que por isso que estamos aqui, talvez só porque eu estou.... mas, de qualquer forma, eu continuo tentando.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-5438581487771077091?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/5438581487771077091/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2008/12/ser-cliente-ser-empresa-ser-humano.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/5438581487771077091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/5438581487771077091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2008/12/ser-cliente-ser-empresa-ser-humano.html' title='Ser cliente, ser empresa, ser humano'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-5299605723466040833</id><published>2008-12-26T12:46:00.000-08:00</published><updated>2008-12-26T12:59:36.318-08:00</updated><title type='text'>Momento sustentabilidade</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SVVFpVAxzGI/AAAAAAAAABY/6De8mOZwzC4/s1600-h/02.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5284206314106506338" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SVVFpVAxzGI/AAAAAAAAABY/6De8mOZwzC4/s200/02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Lei do mínimo esforço: Se for desenvolvido um método, técnica ou tecnologia que permita gastar menos energia elétrica, menos água, menos de um recurso seja natural ou artificial, sempre haverá uma compensação (intencional, consciente ou inconsciente): se eu produzo menos embalagens de vidro e produzo mais de plástico reciclável, terei que usar mais água e energia elétrica para reciclar este material. Se crio sistemas de alta tecnologia para reduzir o gasto de energia elétrica em eletrodomésticos, teremos que gastar mais energia para desenvolver a tecnologia e para produzir mais aparelhos que substituam os antigos e, portanto, teremos mais lixo - mais aparelhos que serão descartados, porque gastam muita energia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É preferível então que tenhamos uma compensação consciente. E isso significa: menos consumo, melhor aproveitamento dos recursos. Estendo para: uma vida melhor vivida. Quando vivemos de forma consciente cada momento, aproveitamos mais o sabor e o aroma dos alimentos, o perfume dos ambientes e dos objetos, a beleza da natureza e das construções humanas, o tato do outro e de tudo que aí está.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-5299605723466040833?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/5299605723466040833/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2008/12/momento-sustentabilidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/5299605723466040833'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/5299605723466040833'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2008/12/momento-sustentabilidade.html' title='Momento sustentabilidade'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SVVFpVAxzGI/AAAAAAAAABY/6De8mOZwzC4/s72-c/02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-3295958898432654045</id><published>2008-12-26T04:07:00.000-08:00</published><updated>2008-12-26T04:37:16.355-08:00</updated><title type='text'>Feliz Nascimento</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SVTP7stexnI/AAAAAAAAABQ/hnNWY3eGAnw/s1600-h/borbo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5284076887333586546" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 192px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SVTP7stexnI/AAAAAAAAABQ/hnNWY3eGAnw/s200/borbo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Passadas as festividades natalinas, voltamos à rotina deste período do ano.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;As reflexões continuam...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O propósito do Natal para mim sempre foi a reunião da família e a troca de presentes. Embora não siga a religião católica, a minha educação foi cristã e ainda é.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Depois de um tempo, podemos não "louvar a Cristo", mas tentamos entender Sua importância na história da humanidade ou mesmo Seu papel hoje, na vida das pessoas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Adaptamos as festividades do Natal às culturas e às crenças de cada um e, agora, o que celebramos?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Posso dizer por mim: nestes dias, em que a maioria das pessoas do planeta param de trabalhar ou mesmo de exercer suas atividades rotineiras para se reunirem num só propósito, seja ele religioso ou não, vejo a oportunidade de refletir sobre nossa missão, nosso comportamento, e pensar o que nos faz e não nos faz satisfeitos com a nossa vida hoje. Uma reflexão que surge do motivo para a celebração, ou seja, o nascimento de Cristo. Porque a ruptura próxima do calendário, ou melhor, a passagem para o ano novo, é uma oportunidade de nascer "novamente". E nascer é nada mais do que encontrar um caminho novo e melhor, que nos permitirá crescer ainda mais. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Pensemos na barriga de uma mãe grávida, enquanto o bebê está se desenvolvendo - entre 0-9 meses (no máximo), ela é o melhor lugar do mundo: aconchegante, na temperatura ideal, com alimentação na medida necessária. Quando o bebê chega a um certo tamanho e a barriga não mais cresce, ele começa a sofrer para achar uma posição, o alimento e a temperatura já não são assim tão ideais. Então ele se posiciona para sair, é um novo caminho, um caminho que ele nunca seguiu antes, é a luz - como costumamos chamar - é uma oportunidade de continuar crescendo, porque se ele não saísse da barriga, sua jornada terminaria muito cedo. Isso também significa que se não nos posicionamos para a mudança, quando o espaço (crenças, conhecimentos etc.) que ocupamos parece não ser mais suficiente para nosso aprendizado, nossa felicidade, nosso conforto, nossa realização, nossa paz, estamos delegando esta mudança aos outros e, quando fazemos isso, a mudança pode não ser a mais agradável ou ideal. Ficar dentro da barriga, pode parecer confortável, mas pode ser insuportável e pode levar a mudanças não desejadas - em outro nome, seria a morte e, neste caso, mais de um ser poderia morrer. (&lt;strong&gt;Sugestão de leitura:&lt;/strong&gt; Um menino chamado Guilherme, de Oswaldo Cassilha)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Por fim, concluimos que toda oportunidade de reflexão nos remete ao ciclo de vida-morte, morte-vida. Porque a sustentabilidade e a ecologia de nossas vidas está na capacidade de transformação de cada ser e, de troca com os outros seres.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Felizes Renascimentos para todos!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-3295958898432654045?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/3295958898432654045/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2008/12/feliz-nascimento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/3295958898432654045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/3295958898432654045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2008/12/feliz-nascimento.html' title='Feliz Nascimento'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SVTP7stexnI/AAAAAAAAABQ/hnNWY3eGAnw/s72-c/borbo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-3021860933289291491</id><published>2008-12-21T13:41:00.000-08:00</published><updated>2008-12-22T15:49:11.606-08:00</updated><title type='text'>Sustentabilidade X Manutenção</title><content type='html'>Sempre que falamos de ciclo ou cadeia podemos aplicar o conceito de sustentabilidade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomarei como referência uma reflexão própria e, para quem tiver outras teses, por favor, comente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sustentável, por surgir da "sustentabilidade ambiental", dos ciclos naturais de vida e morte - transformação, não cabe para ser aplicado a ciclos "artificiais", como é o caso das cadeias ou ciclos produtivos da economia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma empresa precisa ser gerenciada porque seus ciclos de custos e ganhos não são sustentáveis, precisam ser mantidos. Isso significa que usar sustentabilidade econômica ou financeira é o mesmo que dizer "manutenção ou gerenciamento econômico(a) ou financeiro(a)". Porque a sustentabilidade está na relação entre seres vivos que trocam recursos e não entre seres e instrumentos criados pela civilização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ecologia está na troca que existe no momento em que uma abelha suga o néctar de uma flor, ela está recolhendo pólen que fecundará outra flor em que pousar. É uma vida promovendo a continuação do ciclo de outra.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-3021860933289291491?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/3021860933289291491/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2008/12/sustentabilidade-x-manuteno.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/3021860933289291491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/3021860933289291491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2008/12/sustentabilidade-x-manuteno.html' title='Sustentabilidade X Manutenção'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-8771512287349715532</id><published>2008-12-21T03:32:00.000-08:00</published><updated>2008-12-21T03:55:03.953-08:00</updated><title type='text'>Renovação</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SU4ujOIbk3I/AAAAAAAAABI/OinIfznmfC4/s1600-h/caperucita.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5282210595575927666" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 165px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SU4ujOIbk3I/AAAAAAAAABI/OinIfznmfC4/s200/caperucita.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Esta poesia - de autoria própria - sempre me renova.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Va-Idade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Va-Idade&lt;br /&gt;E me deixe aqui...&lt;br /&gt;De frente ao espelho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Va-Idade&lt;br /&gt;E leve consigo o tempo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça-me esquecer das rugas&lt;br /&gt;E lembrar do que as imprimem em minha face&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuidar do que vivenciam as entranhas da minha alma&lt;br /&gt;Va-Idade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontre o caminho do teu ego&lt;br /&gt;E me deixe ID em direção da consciência universal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Permite-me transpor a imagem que se forma a minha frente&lt;br /&gt;E encontrar comigo mesma e com o TUDO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Va-Idade e não cobice o chão que escolhi pisar&lt;br /&gt;E nem inveje o sol que ilumina o meu caminho&lt;br /&gt;Evite a ira por não ser admirada com os olhos da gula&lt;br /&gt;E viva a preguiça que eu escolhi abandonar&lt;br /&gt;Sem tornar os passos cúmplices&lt;br /&gt;Da luxúria que acomete os corruptores do prazer humano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Va-Idade&lt;br /&gt;E na tua soberba existência&lt;br /&gt;Permita-me viver o que faz pulsar minhas veias e artérias&lt;br /&gt;E liberta-me dos ponteiros do relógio&lt;br /&gt;Do que me faz enxergar a forma e me faz esquecer o conteúdo&lt;br /&gt;Do que me encontra calada e vazia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E me deixe encontrar a essência existente&lt;br /&gt;Para além do tempo,&lt;br /&gt;Da idade,&lt;br /&gt;Da imagem,&lt;br /&gt;Da forma,&lt;br /&gt;Daquilo que me faz enxergar&lt;br /&gt;E ao mesmo tempo me cega. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Caperucita Roja&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-8771512287349715532?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/8771512287349715532/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2008/12/renovao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/8771512287349715532'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/8771512287349715532'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2008/12/renovao.html' title='Renovação'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SU4ujOIbk3I/AAAAAAAAABI/OinIfznmfC4/s72-c/caperucita.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-872773808284605109</id><published>2008-12-21T03:01:00.000-08:00</published><updated>2008-12-21T03:20:31.914-08:00</updated><title type='text'>Efeitos da modernidade I</title><content type='html'>Onde está a autoridade dos pais e mães, dos professores, dos chefes, dos mestres, das sociedades e culturas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como efeito da modernidade, veloz e em escala industrial, perdemos o referencial de conhecimento e sabedoria, numa sociedade que transborda informações conflitantes  e comportamentos contraditórios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A internet permitiu compararmos os hábitos do Brasil com o Afeganistão, com o filtro da mídia ou direto do cidadão - You Tube, blogs etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem está certo? Geralmente, quando se trata da vida humana, a ONU decide quem está certo? E quem decide que a ONU está certa? Quem do Conselho da ONU tem mais poder, ou quem tem certeza do que é certo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto mais informação, maior a dúvida. Vivemos um amontoado de gerações que não sabe exatamente o que fazer com estes dados, mas continuam fazendo, muitas vezes incapazes de prever sua consequencia ou utilidade. A autoridade se descentralizou a tal ponto que cada um carrega sua verdade e cria a coerência de seu próprio discurso, chegando até mesmo a defender o respeito ao homem como ser integral, mas agindo em sua família ou entre amigos como um nazista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pergunta é "qual camisa você veste?", a da cidadania ou do consumo? Porque o consumo e a sustentabilidade como se pretende competem. A indústria da modernidade está aí criando ferramentas para ampliar o consumo ao mesmo tempo que usa ferramentas para tornar o mundo mais sustentável - uso dos recursos naturais sem desperdício? A sustentabilidade vai além disso, ela existe no ciclo ecológico da natureza, em que a relação entre os seres do planeta é baseada na troca, garantindo que a extração nunca seja maior do que a doação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos aprender com isso e nos questionar: é possível produzir e consumir de forma sustentável no modelo de sociedade que temos hoje? Quem tiver sugestões, escrevam-me.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-872773808284605109?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/872773808284605109/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2008/12/efeitos-da-modernidade-i.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/872773808284605109'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/872773808284605109'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2008/12/efeitos-da-modernidade-i.html' title='Efeitos da modernidade I'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-3261499093374572421</id><published>2008-12-19T16:10:00.000-08:00</published><updated>2008-12-19T16:18:01.793-08:00</updated><title type='text'>eterna busca</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SUw5UZYdX5I/AAAAAAAAABA/c26mL8_PXm4/s1600-h/112308_1522.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5281659485572390802" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SUw5UZYdX5I/AAAAAAAAABA/c26mL8_PXm4/s200/112308_1522.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sempre pensei que existem energias permeando a vida de todos, assim como os ambientes....mas certo dia li em um livro e me identifiquei demais com esta frase: "buscamos o que está à nossa procura". Na época foi como uma iluminação para tudo..todas as minhas atitudes e suas consequências, para entender melhor a dinâmica do mundo.&lt;br /&gt;Depois disso passou um tempo e como eu me envolvo demais com o presente, esqueci aquele lindo ensinamento e segui em frente, obstinada...ainda buscando e sem consciência de que sempre que buscava algo aquilo viria de encontro a mim! Mas às vezes pensamos no que há de concreto no que buscamos, na coisa em si, e não em tudo o que essa coisa carrega consigo...inclusive as suas energias...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Republico este texto, em homenagem ao nosso reencontro constante conosco mesmos e ao reencontro com uma grande e querida amiga.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-3261499093374572421?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/3261499093374572421/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2008/12/eterna-busca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/3261499093374572421'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/3261499093374572421'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2008/12/eterna-busca.html' title='eterna busca'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SUw5UZYdX5I/AAAAAAAAABA/c26mL8_PXm4/s72-c/112308_1522.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-7590223429504422776</id><published>2008-12-18T12:55:00.000-08:00</published><updated>2008-12-18T13:40:21.493-08:00</updated><title type='text'>Movidos pela recompensa</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SUrAfpj-sDI/AAAAAAAAAA4/sObiOJXohLQ/s1600-h/112008_1651a.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5281245163010568242" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 240px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SUrAfpj-sDI/AAAAAAAAAA4/sObiOJXohLQ/s320/112008_1651a.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O real sentido do lema "Faça sua parte"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;&lt;em&gt;Ação movida pelo interesse na recompensa e não pela responsabilidade sobre as consequências&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Invés de ser um estímulo a um comportamento pró-ativo do indivíduo, de uma motivação para assumir compromissos e responsabilidades, o lema ganhou significado de: "Entregue o trabalho, mesmo que não seja seu"; "Entregue o formulário, mesmo que não o tenha preenchido", "Aperte o botão, mesmo que ele cause a explosão de uma bomba nuclear".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora haja uma tendência da sociedade em exigir que o indivíduo conheça todo o processo do qual faz parte e sua importância nele e no resultado final (as ISO da vida são uma prova e os projetos de responsabilidade social e sustentabilidade também), a maioria das pessoas continua pensando como na produção em série de FORD, apertando botões sem saber o "porquê" e o "para quê".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sugestões de motivos que levam as pessoas &lt;strong&gt;a fazer sua parte sem saber parte de quê&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Dissimulação - as pessoas não querem assumir a responsabilidade pelos seus atos ou querem se eximir da culpa por erros no processo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Ignorância - as pessoas nem sabem que existe um processo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Falha na aprendizagem - as pessoas têm dificuldade para entender o processo e seu funcionamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Falta de interesse - as pessoas não querem saber do resto do mundo a não ser de seus próprio umbigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;&lt;strong&gt;O lema "Faça sua parte" ganhou o sentido de:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;&lt;em&gt;Cumpra a tarefa não importa como, onde e o que causará. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;&lt;em&gt;Cumpra a tarefa e receberá o salário, a nota.... a recompensa.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-7590223429504422776?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/7590223429504422776/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2008/12/movidos-pela-recompensa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/7590223429504422776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/7590223429504422776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2008/12/movidos-pela-recompensa.html' title='Movidos pela recompensa'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SUrAfpj-sDI/AAAAAAAAAA4/sObiOJXohLQ/s72-c/112008_1651a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-4406498805706024793</id><published>2008-12-17T13:37:00.000-08:00</published><updated>2008-12-17T13:47:59.446-08:00</updated><title type='text'>"Um novo olhar para o caos"</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;Observação primeira: O título deste texto é uma homenagem a alguns voluntários de alta performance.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A complexidade do caos se acaba quando paramos de tentar entendê-lo dentro de nosso sistema racional e passamos a compreendê-lo, despertando nossa sensibilidade e intuição diante daquilo que nos cerca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para nossa ordem lógica, a natureza, com sua imprevisível “meteorologia”, é caótica, um emaranhado de ocasos que se estruturam claramente para o homem apenas dentro de seu sistema cultural e lingüístico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certo estava Einstein quando descobriu a teoria da relatividade e seria sensato que todos nós pudéssemos compreender como ela se aplica ao nosso cotidiano. Enxergar a natureza com olhos humanos, civilizados, não poderiam resultar em outra coisa que não uma visão preconceituosa – com referenciais anteriores que valorizam mais a lógica linear do que o mosaico de que se constitui a vida e a consciência universal. Sempre haverá apenas um ponto de vista na avaliação racional do mundo; para sentir a imensidão do universo e de toda nossa capacidade como seres vivos é necessário parar de racionalizar e buscar um estado imerso em contemplação e silêncio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando olhamos para todos os sistemas que criamos a fim de ter o melhor desempenho em todas as áreas de atuação possíveis a um ser humano e sua sociedade, notamos que embora estejamos simplificando a complexidade do universo na ilusão de que podemos controlá-lo, tornamos cada vez mais complicado o exercício de viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proximidade de tudo o que é racional e “certo” nos afasta cada vez mais da verdadeira estética a ser apreciada, da missão real de cada um de nós.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-4406498805706024793?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/4406498805706024793/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2008/12/um-novo-olhar-para-o-caos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/4406498805706024793'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/4406498805706024793'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2008/12/um-novo-olhar-para-o-caos.html' title='&quot;Um novo olhar para o caos&quot;'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-1553389401807250722</id><published>2008-12-17T13:31:00.000-08:00</published><updated>2008-12-17T13:36:07.563-08:00</updated><title type='text'>Quem é 'sem educação'?</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SUlwQZKC9vI/AAAAAAAAAAw/IBbEN0rsrAA/s1600-h/112308_1518a.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280875465001858802" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SUlwQZKC9vI/AAAAAAAAAAw/IBbEN0rsrAA/s320/112308_1518a.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#3366ff;"&gt;&lt;em&gt;A longa estrada a se percorrer...&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Reflito. Reflito muito. Certo dia, deito a cabeça no travesseiro e me vem à mente: ‘tudo é aprendizado’. Afinal, o cérebro é o que traduz para o nosso corpo e para a nossa vida o que somos, o que temos, o que fazemos, o como, o onde, o para quê, o porquê e outras respostas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde cedo aprendemos a sorrir, a desejar, a rejeitar, a ajudar, a amar etc. E pelo resto da vida, a aquisição de informações e conhecimentos e o uso deles para novas aquisições compõem um processo de eterno aprendizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No sistema formal de educação que segue, hoje, nossa sociedade, costuma-se dizer que um jovem “não aprendeu a ser educado” ou “não tem educação”, quando comete algum ato recriminado pela cultura em que se insere. Em verdade, todos nós somos educados, sem aspas; quero dizer, os processos, situações e vivências pelos quais passamos nos ensinam, nos educam (do latim, educare) – no sentido de instruir, criar, alimentar. Somos fruto desta “criação e alimentação” e continuamos sendo educados ao longo de toda a vida, por nós mesmos ou pelos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, hoje, muitos professores e pais dizem: “é muito mais difícil educar uma criança, um jovem” ou “o comportamento dos jovens é muito pior do que ‘antigamente’”. Sim, o comportamento de toda uma sociedade mudou e continua em transformação constante. A verdade é que as estruturas de base de nossa sociedade são, como Marx definira, econômicas e, portanto, as mudanças neste setor são muito mais lentas, fazendo com que toda uma infra-estrutura institucional – dependente do capital para sobreviver ou mudar – vá se arrastando carregada de tradições que não acompanham a velocidade das mudanças tecnológicas, do avanço do cérebro humano, da nossa capacidade de aprendizado e memória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim, os adultos, responsáveis pela “educação dos jovens e crianças” se vêem diante de ferramentas muito modernas e conceitos ultrapassados, que não permitem um diálogo ou um envolvimento com as novas gerações. As crianças e jovens colocam-se numa posição de poder, desafiando os conhecimentos daquele que supostamente deveria “educá-lo, ensiná-lo” – pai ou professor. Por outro lado, os avanços tecnológicos fizeram crescer a ambição do homem em ser mais bonito (cirurgias plásticas e tratamentos estéticos em geral), mais inteligente (desenvolvimento de técnicas e ferramentas que melhoram o desempenho humano em diferentes áreas), mais rico (tecnologias que permitem ganhar dinheiro em menos tempo) e mais poderoso (com posição de autoridade na sociedade, do ponto de vista econômico, político, social e cultural).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que acima descrevo as típicas ambições, não quer dizer que todos alcancem o que desejam, nem que elas são alcançadas todas por um único “homem”. Mas o que pretendo destacar é que estas ambições fizeram com que nos distanciássemos uns dos outros, para alcançar a glória individual, para sermos heróis, como na antiguidade, tão cultivados pelo homem moderno (Jesus Cristo é o principal, embora ele não tenha sido conceituado como “herói”, mas sim como “salvador”; os heróis bíblicos, governantes e guerreiros como Gengis Khan, Alexandre – O grande etc., até chegar ao Neo do filme Matrix ou ao Hiro da série Heroes).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta busca pela glória pessoal parece dificultar a compreensão do outro. O fim dos grandes relatos fez emergir infinitas histórias individuais e a desvalorização do outro para que sejamos valorizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante de tudo isso, o que existe, atualmente, é uma disputa de poder entre todos, inclusive entre professores e alunos, pais e professores. A tecnologia e a capacidade de aquisição de informações contraditórias ao mesmo tempo fizeram com que a formação da identidade das crianças e jovens fosse prejudicada. Sem maturidade ou orientação (de adultos) sobre o volume de informação e estímulos que recebem diariamente, estas novas gerações estão sem direção, perdidas no sem-sentido, incertas do caminho a seguir, e isto antes e depois da fase de pré- adolescência e adolescência – período em que estas sensações são consideradas “normais”, por médicos, psicólogos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto nos anos que antecederam o advento da TV, os jovens demoravam talvez anos para conhecer as casas daqueles com quem conviviam, hoje, as casas, ambientes de trabalho, lazer etc. estão disponíveis na Internet e na TV, inclusive de pessoas completamente desconhecidas, com hábitos e comportamentos, muitas vezes, contrários aos da cultura em que o indivíduo que ‘assiste’ se insere. O nosso comportamento é muito estimulado pela “mimese” – a repetição do que observamos, ouvimos, sentimos etc., portanto, estes vídeos podem despertar desejos e provocar atitudes ou mesmo conflitos internos que dificultam a formação de sua identidade (cultural, social, psicológica, política) e até mesmo de seu caráter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, como não podemos mudar o mundo em que vivemos, sugiro que comece, por si mesmo, a se disciplinar e selecionar os estímulos a que tem acesso e ensinar àqueles com quem convive, mais jovens ou não, filhos ou alunos, amigos...que façam o mesmo. O nosso maior compromisso nesta vereda é com a nossa própria educação. Se não podemos mudar todos os adventos que surgem, nem mesmo a forma como os outros os utilizam, temos que cuidar para que sejamos um modelo no que diz respeito a este compromisso conosco mesmos, a esta responsabilidade de sermos referência para o comportamento do outro, principalmente quando ocupamos posições de destaque, como pais, professores, educadores em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs.: E se isso parecer ter qualquer pretensão de auto-ajuda, acredito, só poderá ser para mim mesma.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-1553389401807250722?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/1553389401807250722/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2008/12/quem-sem-educao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/1553389401807250722'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/1553389401807250722'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2008/12/quem-sem-educao.html' title='Quem é &apos;sem educação&apos;?'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_XiX-bvMEcXU/SUlwQZKC9vI/AAAAAAAAAAw/IBbEN0rsrAA/s72-c/112308_1518a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6486885783855073053.post-8349408878622760884</id><published>2008-12-17T13:12:00.000-08:00</published><updated>2008-12-17T13:16:16.436-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fim das lindas tardes alaranjadas...vento forte'/><title type='text'>Como quijote</title><content type='html'>Sejam bem vindos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bem, inicio minhas publicações com um poema de minha autoria que revela de forma velada um pouquinho de mim:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Como Quijote,&lt;br /&gt;Un cavallero destemido,&lt;br /&gt;Un eterno enamorado,&lt;br /&gt;Un iludido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como Quijote,&lt;br /&gt;Un alguien respetado,&lt;br /&gt;Mientras las risas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como Quijote,&lt;br /&gt;Perdido entre la ilusion y la realidad.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como Quijote,&lt;br /&gt;Solitário es el hombre.&lt;br /&gt;Y determinado.&lt;br /&gt;Y creador de ilusiones de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como Quijote,&lt;br /&gt;El fuerte en el fraco.&lt;br /&gt;La vitória del corazón.&lt;br /&gt;La busca de lo que lo hace eterno: el amor.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6486885783855073053-8349408878622760884?l=culturadapalavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/feeds/8349408878622760884/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2008/12/como-quijote.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/8349408878622760884'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6486885783855073053/posts/default/8349408878622760884'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturadapalavra.blogspot.com/2008/12/como-quijote.html' title='Como quijote'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14547206373148204797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-G36J2KpmYKU/Th3IpkY8oFI/AAAAAAAAALw/utm7xyIkC44/s220/aline1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
